segunda-feira, 2 de abril de 2012

Verdade desportiva?.Há,há,há ou Quá,quá,quá?...



Irei começar esta crónica com uma anedota que me foi contada sobre algo que terá passado no Brasil. Não se ofendam por tal facto os Brasileiros já que, contando que seja verdade terem eles um bom sentido humorístico; Dois gagos pensaram em ir roubar um pato para comerem. Ora, se bem o pensaram, melhor o fizeram. Enquanto um deles saltou o muro para ir roubar o pato o outro ficou cá fora de vigia. Dá-se o caso de que o que ia buscar o pato, estando um dos patos mesmo junto ao muro, caiu esta em cima do pato. De imediato o referido pato, começou a grasnar o seu quá, quá, quá... Aí, o gago que ficou de guarda cá fora, pensando que o outro estaria a perguntar qual o pato que traria, Disse assim; Quárqué um!... Trás..., é pato!... É o que dá..., ir-se à caça de com gagos... e ainda por cima, de noite. É que de noite, "Todos os gatos são pardos" e neste caso específico, todos os patos serão pardos também e ainda..., quem acredita em verdade desportiva em Portugal, além de pato..., é..., parvo de todo. Também, é como diz o outro; parvos, não é preciso semeá-los. Eles nascem como a erva!
Nesta coisa de verdade desportiva em Portugal, só acredita mesmo quem for pato ou parvo, " Penso eu de que...". " Vocês sabem do que eu estou a falar..." ou é preciso fazer um desenho? Acontece..., que eu não sei desenhar coisas assim tão feias, monstruosas, corruptas, execrandas, putrefactas.
E esta outra coisa de dizer-se que o aumento da liga para os antigos dezoito clubes é...,segundo também a língua Brasileira e muito bem, "conversa p'ra boi dormir!!!...". Só acredita de novo, quem for mesmo pato ou daqueles que ainda acreditam que um dia as galinhas tiveram dentes, que os burros tiveram penas e que os chatos comem alface!!!... O que eles não querem mesmo, é que o dinheiro que as televisões dividem agora por 16, venha num amanhã próximo a ser dividido por 18. De resto e pelo que se tem visto, a verdade dita desportiva deles é o sistema já há muito implantado em Portugal onde não ganha o melhor, ganha aquele que anda sistematicamente ao colo ou às cavalitas da arbitragem que sempre é, um pouco mais acima.
Sabem por acaso o que se diz por aí, que é perguntarem qual o concelho onde haverá mais portistas?



Acreditem se quiserem: Aqui há tempos vi uma criança de colo, aí para uns dois a três anos de idade ao colo do pai. E eis se não quando, a miúda alça da mãozinha e prega uma chapada em cheio na cara do pai. a seguir, faz ela um sorriso, mesmo um daqueles sorrisos de malandrice, dando a entender que saberia muito bem o que terá feito e ainda por cima, dando a entender que terá gostado. E este pai, apanhado de surpresa, teve de se aguentar à bronca e ficar com a chapada na cara. Que mais iria ele fazer? Bater numa criança tão pequena? Não! Pôr a criança no chão? talvez, quem saberá
Só quero aqui salientar um facto: Não estivesse essa criança ao colo do pai e não levaria ele uma chapada em cheio e com toda a força desta filha tão pequena ainda mas que já sabe o que é bater nos outros e assim mesmo, de mão cheia. Faz-me isto lembrar certos clubes que apesar de beneficiados pela arbitragem em certos jogos, tem ainda a lata de virem para a televisão reclamar que ainda ficaram para aí, meia dúzia de penaltys por marcar e não sei quantos cartões vermelhos por mostrar à equipe adversária. Ora, se é para isso tudo, então o melhor de tudo isso e jogarem sozinhos contra uma baliza aberta sem guarda redes e marcam os golos que quiserem , ganhando dessa forma todos os campeonatos sem interrupções. Aí, deixarão de haver pentas, petas e passarão a haver centopeias de campeonatos.
Toda a gente sabe não só em Portugal como em todo o mundo que esta questão da arbitragem se resume a uma questão de compadrio ou de outros e certos interesses extra futebol, apesar de a ele de certa forma, interligados. Não foi à toa que a selecção Espanhola pôde ter chegado ao jogo com Portugal no Mundial da África do Sul sem um cartão amarelo sequer, sendo por coincidência espanhol, o patrão da arbitragem da UEFA ou FIFA que vai dar ao mesmo. Quer a gente queira quer a gente não queira há e houve desde sempre uma certa tendência, uma certa inclinação a agradar ao patrão, mesmo que este não peça directamente. E quando as leis laborais condenam  relações sexuais entre patrão e empregada, que parece ser considerada como incesto, é porque sabem que o patrão, só por ser patrão, mas que por ser ele a dar o ordenado ao fim do mês é relacionado de certa forma com a entidade paternal ou seja torna-se sinónimo do pai que antigamente dava a mesada, tem um certo ascendente sobre essa empregada que não teria, caso não fosse patrão da mesma. Quer dizer de certa forma o seguinte: Se não fosse patrão, era feio. Como é patrão, já não é assim tão feio ou de certa forma , até é mesmo bonito. É quase como o rapaz que tem pai rico e anda de carro top-gama, mesmo não sendo por aí além um top-gama em boniteza, torna-se num dos melhores partidos ( e aqui não estou a falar em política-política, aqui, a política é outra!...) para a rapariga fazer um bom casamento que muitas vezes acaba por dar raia e ela ter de voltar para casa da mãe com seus poucos vestidos numa mala de cartão. Lá está, o ditado que diz: "Nem tudo o que luz, é ouro!". Por vezes há quem pense que vai fazer tosquia e sai tosquiado. E terá sido por aí que muitos casamentos por interesse, para juntar terras, tenha dado bota e casamentos desarranjados...) ( de certo modo como certos conluios que se tem feito por cá a nível de clubes, em que acaba por não dar a bota com a perdigota e acabem esses mesmos compares futebolisticos de relações cortadas e de costas voltadas uns contra os outros. è de certa maneira assim um; " Adeus amigo que já foste..." ( Já foste considerados amigo,compincha, companheiro de mesa naquelas belas caldeiradas onde eram cozinhadas umas outras tantas belíssimas caldeiradas aos nossos inimigos de campeonato que nos tentam sempre roubar a taça do título, o que se torna tremendamente chato por nos obrigar a ter um museu zinho assim tipo "Kitchinet" ( daquelas casa de banho tão pequeninas, tão pequeninas que uma pessoa para entrar tem que cortar as unhas- contava  o saudoso Raul Solnado...), onde não cabe mais que taça e meia e isso nós, não poderemos permitir de forma alguma, nem que tenhamos que fazer alguma coisa ou seja cozinhar alguma caldeirada a esse nosso inimigo futebolístico, de forma a ele ter de se contentar a ficar sempre do 2º lugar para baixo. É assim: O 1º, é meu, o 2º é teu e os outros que se trampiquem..., quer dizer, que se lixem...
 Não passa tudo isto de certos devaneios psicológicos, quer dizer: Uma rapariga disse um dia para o rapaz seu namorado; Tens de arranjar-me um fotografia tua para mostrar à minha mãezinha, que ela não acredita em monstros. Quer dizer que, mesmo sendo o rapaz assim tão feio ela não se importava de namorar com ele. Assim se passará com certas empregadas quando o patrão lhes começa a arrastar a asa. Como é patrão..., já assim não é..., tão feio. Com o menino rico com um caro top-gama, passa-se igual. De tal forma que quase se chega à conclusão  de que o dinheiro compra até a felicidade. Não será bem assim e quem nisso tende a acreditar, mais tarde, quando acordar do sonho ou seja, quando cair do cavalo, acaba por ver que a realidade, é muitíssimo diferente, mas, para pior. É bem verdade o ditado antigo que diz: "Cuidado porque nem tudo o que luz, é ouro!" às vazes é orina ou seja, ouro falso mesmo que tenha "Contraste", pode não deixar de ser falso na mesma já que hoje em dia já conseguem aplicar contrastes falsos em ouro falso. Todo o cuidado é pouco e só se deve comprar peças em ouro em ourivesarias próprias onde a factura nos dê uma certa segurança o que não evita mesmo assim que não venhamos a ser enganados. Mas aí, há em princípio a quem pedir responsabilidades, venham elas a ser atendidas.

 e há outro que diz; " Cuidados e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém...".


Será p'ra rir ou na pior, será p'ra chorar por ela, tão disforme se mostra e tão equidistante se encontra similar à linha do horizonte. Por mais que a gente se aproxime dela, ela se afasta continuamente qual rapariga mais bonita da aldeia se afasta do rapaz mais infeliz e azarado da mesma. Por ser simplesmente o mais feio da aldeia. Faz-me isto lembrar de certo modo um caso real que me foi contado: Havia num determinado sítio um rapaz muit'a feio de modo que quando chegava aos bailes, se punha no centro da sala de baile e dizia em voz alta, bem audível p'ra toda a gente ali presente: "Mães!... Guardem vossas filhas..., que chegou o feio!...". Tá certo..., era mesmo o mais correcto a fazer, porquanto o dito rapaz era mesmo tão feio, tão feio que nenhuma das raparigas ali presentes no baile quereria dançar com ele, com medo de perder namoro e nestas coisas, há que ter muit'a cuidado. De certa forma, isso acontece com a verdade dita desportiva em Portugal. É tão feia, tão feia, que nem sequer vai aos bailes para não correr o mesmo risco que este rapaz azarado e tão feio e não ser convidada a dançar. Com medo de levar uma tampa isto é, uma nega de uma dança e ter que se remediar a ter de dançar com a vassoura de varrer a sala de baile. Anda por essa razão, escondida em certos gabinetes. Aliás o antigo treinador do FCP, agora Sr. advogado parece ter dito aqui há pouco tempo que, desde a criação da Oliver Desportos que seu irmão tem controlado quer a FPF quer a Liga de futebol por cá, nesta terra considerada por alguém, uma aldeia da Europa. E o que parece ser certo é que parece que não há ninguém, interessado em desmistificar essa alusão, negativa para nós e Portugal em todos os sentidos. Enquanto estiver o nosso futebol ao nível de alguns países considerados do terceiro Mundo, como querem que olhem para nós e para o nosso futebol como coisa séria? Há quem acredite que no início de todas as épocas de futebol em Portugal há uma reunião para decidir quem irá ser o campeão nesse respectivo ano. À pergunta de quem vai ser o campeão este ano, ouve-se uma voz vinda do fundo da sala dizendo: "O puârtoooo, caragoooo!!!...". Bem!... Se não tem sido bem assim, pelo menos é o que parece e por vezes o que parece, é. Li esta afirmação aqui há dias num jornal e o que até nem me admira , é que ninguém de direito tenha tomado uma posição em face de uma afirmação destas que corrobora em pleno quando alguém qualifica o nosso futebol como o de um outro qualquer País do chamado terceiro Mundo, por muito que esta afirmação seja contestada pelos apoiantes e defensores deste sistema que a todos os níveis e mais alguns corrompe o que de bom este desporto nos poderia dar. Um exemplo que viesse a ter uma repercussão positiva na nossa juventude que assim fica à nora não sabendo bem para que lado se há-de virar. Seguir a ética ou seguir a corrupção tornou-se para eles, num dilema demasiado grande para eles. Tornou-se-lhes factual que seguir a corrupção, lhes trás resultados mais imediatos que a ética. A partir daqui, qual dos dois a escolher?
Torna-se-lhes a partir daqui, não sucumbir ao poder atractivo dessa coisa tão malévola a quaisquer Povo, a quaisquer País.
Mas deixemos o preâmbulo e vamos mais directamente ao assunto:
São 05.40 do dia 2/4/2012, hoje, é a verdade!
Ontem, seria mentira! E por sinal, li ontem uma crónica no CM onde dizia que na realidade dever-se-ia guardar só esse dia para a mentira ficando os outros 364 dias para a verdade nos quais poderíamos e deveríamos, incluir a tal verdade desportiva, para a qual parecem ter acordado só agora, só agora que alguém quer repor os 18 clubes para a 1ª Liga.
Durante muitos anos pelejaram pela outra, a indesportiva, onde contava ganhar por todos os meios ( quase num "vale tudo até tirar olhos"...) e mais alguns.
Só que a verdade dita desportiva deles é outra, é mentira que seja igual àquela pela qual pugnamos. Eles gostam mesmo é da outra onde conta o golo du-Vidoso e a falta du-Vidosa. É esse o casal que eles adoram, o que marca mais golos.
O Vidoso e a Vidosa. O outro, o vinho era a coisa que ele mais adorava... Estes, o que mais adoram é mesmo, este sistema viciado. Este polvo manhoso que nada tem a ver com o Paul que acertava nos resultados no Mundial da África do Sul. Mas, uma coisa me intriga! Adivinharia ele as jogadas de bastidores?Teria ele uma visão elevada à 7ª dimensão que lhe permitisse ver o invisível? Dois chineses ao tempo das dinastias e dos imperadores na China, morreram simplesmente porque não foram capazes de ver o invisível.
Esta história resume-se a isto: Ao tempo da dinastia (x) e do imperador (y) ( não recordo seus nomes de cor...) dois adivinhos, hoje meteorologistas, estavam ao serviço do Imperador Chinês e tendo acontecido um eclipse do sol, foram estes chamados à sua presença que os interpelou acerca do referido eclipse sem que os ditos soubessem explicar o que estaria a acontecer. Pegou então o Povo chinês em tambores e tudo quanto repercutisse som e fizeram a maior algazarra que puderam fazer para, em sua crença fazerem fugir o dragão que em seu entender, estaria devorando o sol. Como é normal e não sendo o eclipse uma coisa fixa, deu-se depois o seu fim. Convencidos ficaram os chineses de que teriam feito fugir o dragão devorador do seu sol e bem contentes, menos o Imperador que mandou cortar o pescoço aos infelizes meteorologistas daquele tempo chinês.

Aqui jazem Hsi e Ho
De destino triste, mas invisível
 Foram mortos porque não viram
O eclipse que era invisível
Estes, pagaram caro o facto de se armarem em videntes, onde a meteorologia estaria inserida naqueles tempos antigos mas não só, aqui há tempos e não muitos, dou por mim a ler uma notícia da África do Sul onde quase a exemplo do acontecido a estes dois aventureiros de tentar ler nas entrelinhas das estrelas, o que poderia proporcionar uma boa vida mas sem trabalhar ( Para estes, mais valeria também uma mão inchada  que uma enxada na mão...). Ao tempo em que os animais falavam, eram vizinhos de curral, um burro e um porco. Todos os dias o dono dava ao seu porco a sua ração ( que na minha terra se diz "lavagem"( composta por farinha, beterraba, couves e outros acepipes, farelo, o que se pode subentender de uma refeição apetitosa para um simples animal...)) e ao burro atambém a sua ração própria composta por palha. O porco da história, dizia para o burro; Estás a ver bem a diferênça entre nós? Estás a ver a diferênça da ração que o nosso dono nos dá? E o burro, encolhia os ombros como se nada se passasse. Um dia, vem o burro carregado de lenha às costas e o que vê? Vê o seu vizinho porco estirado numa mesa já morto e já tratando de lhe limpar o pelo e diz para si mesmo; " Bem me parecia que esta coisa de comer sem trabalhar, a algum lado iria parar".

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