quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Pagar o Abrilismo!!!...
" Cá se fazem..., cá se pagam...". O ditado até é bem antigo..., se é que se lembram. Bem!!!..., se não se lembram..., aqui estou eu a lembrar-lhes que não se devem tomar decisões e atitudes sem serem bem pensadas. Aliás há um ditado Chinês que reza assim: " Se queres saber fazer uma coisa certa..., pergunta conselho a três velhos.". Por acaso perguntaram alguma coisa aos velhos da nossa terra?
Não!
Nada perguntaram porque se sentiram enlevados de uma sabedoria que não possuíam. E se há coisas difíceis de conseguir é..., convencer um convencido de que não tem razão ou seja, existir a hipótese de que como qualquer mortal ele possa estar errado. Errado coisa nenhuma porque um convencido está sempre certo mesmo que esteja em erro. Para ele, mesmo sendo pau, se ele acha que é pedra terá de ser pedra e não se fala mais nisso. Mesmo não tendo razão alguma eles acham que são os outros que estarão errados e eles certos. Os convencidos são do género do " Não sei, não quero saber e tenho raiva a quem sabe". Nada pior como colega de trabalho e muitíssimo pior como governante. Fazem asneira e quem irá pagar essa asneira terá de ser o Povo que eles pretensamente governam. Na realidade o que a realidade nos tem mostrado é que eles se tem governado a si mais a seus parentescos directos, indirectos e políticos sem se importarem por aí além com o governo do Povo que pretensamente dizem governar. Aliás, este mesmo Povo interessa-lhe essencialmente para duas coisas. Dar-lhes votos que lhes dêem poleiro e pagar impostos que lhes permita manterem-se nesse mesmo poleiro.
Esquecem ou não sabem duas coisas prioritárias. E se esquecer é mau..., não saber então é bem pior porque aí sobressai a sua ignorância que " Nunca jamais e em tempo algum" deveria a um indivíduo destes ser governante.
Essas duas coisas são:
1º- Dizia o "Pensamento do dia" do CM há uns tempos a esta parte o seguinte: " Leis injustas são a pior forma de tirania. "
2º. O meu dicionário de casa diz: " Lex injusta non est lex " ou seja..., leis injusta não são leis. Assim como este ordenado mínimo que se pratica em Portugal não poder ser considerado ordenado numa sociedade que se queira civilizada. Esta coisa a que certos ignorantes da matéria chamam ordenado mínimo diz-nos que estaremos numa ditadura económica e nunca numa democracia. Até já em Bruxelas se referiu a esta coisa esquisita, mais propriamente ordenado de escravo como que numa escravatura económica se tratasse..., com uma nova espécie esclavagista auto-intitulada democrata, "Escravocratas" que de democratas não tem nada e muito tem de capitalismo selvagem onde se julga ( Porque julgar é próprio dos burros...) que o dineiro é tudo o que de melhor se pode alcançar na vida, pondo em contraposição estas que que deveria ser revista de forma a poder chamar-se-lhe então ordenado mínimo. Aliás, se no tempo do escudo
.
De certa forma Portugal e bem pior para a maioria dos Portugueses que estão a pagar o facilitismo do tal 25 de Abril que tanta e demasiada gente se arroga de pertencer-lhes como uma qualquer herança ideológica.
Eles os esquerdistas..., definem-se como responsáveis e consequentemente herdeiros do tal 25 de Abril que tantas alegrias lhes deu. Mas como em tudo na vida não são só alegrias..., estão agora a pagar esse facilitismo e essas tantas palmas à tal Revolução dos Cravos que aleatoriamente se transformou na Revolução dos Cravas.
Lá teremos de ir ter com Lavoisier que diz..., que nos disse " Na natureza nada se perde, nada se cria, mas tudo se transforma.". Preferencialmente para mim é mais válido " Na Natureza tudo se perde, tudo se cria , tudo se transforma."
Foram tantas as facilidades ( e irresponsabilidades também ...) advindas dessa tal coisa a que teimam em chamar de Revolução
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Não há Corrupção Política em Portuga!!! Há! Há! Há!
Esta nossa senhora..., Cândida de Almeida ( só pode mesmo é ser Cândida... Não fosse ela cândida e não teria estes pareceres tão cândidos assim... Aliás..., cada um é para o que nasce, segundo dizem em princípio de uma filosofia de vida, por mais excêntrico do que pareça... Se cândido uma vez..., cândido por toda a vida.... É com seja uma sina. É como seja um destino..., o que não justifica justificar o injustificável. Há coisas que não podem ser admitidas ou seja..., justificar o injustificável. A gente fica sem cara perante uma situação destas..., tão sem cara que se torna..., um descarado por excelência que ao fim e ao cabo..., acaba por ser uma coisa que ninguém quer ser, nem em que se quer tornar. Mas fica-nos uma pergunta. Se não querem..., porque então fazem por isso? Não há justificação plausível...) só pode mesmo é estar a brincar com a nossa inteligência mas..., pior que tudo isso..., está pretendendo fazer-nos passar por burros..., o que de forma alguma poderemos admitir para bem de nossa mui querida idoneidade que é das coisas que teremos de obrigatoriamente obrigar a respeitar. Como diria Sócrates..., ( em princípio um de seus predilectos protegidos...), ela que vá chamar burro..., " À sua tia "..., que deve ter muito de burra para ter assim uma sobrinha condizendo assim tanto com com ela. Como afirmam certos meios científicos..., não deixa de ser uma questão genética. Lá diz um velho ditado que " Quem sai aos seus não degenera ". Esta nossa senhora..., deveria demonstrar um pouco mais de respeito por nós..., Povo..., que somos em princípio quem lhe paga o seu alto ordenado com os impostos altíssimos com que nos castigam. Impostos difíceis de suportar..., principalmente porque há cá por estas bandas..., destas nossas senhoras que acham que não há corrupção em Portugal...
É aliás..., uma questão de que trata a matemática: Quanto mais corrupção acontecer..., maiores impostos indevidos terá de suportar este e todos os outros Povos sujeitos a "Malversações" ( que deveriam ser governações...) deste género. Surgem-nos aperaltados como pavões de um qualquer circo político metendo-nos os dedos pelos olhos adentro..., acreditando que iremos acreditar nas patacoadas que nos querem impingir e chamando ainda por cima a tudo isso de " Democracia " e de um estado de direito. Só que a gente ao ver tanta coisa torta..., como ou de que pretensa forma poderemos algum dia acreditar neles?
Uma coisa dessas só será possível no dia de S. Nunca à tarde..., no ano de Mil Novecentos e Troca o Passo e na semana dos nove dias.
Numa realidade mais cruel mas que não deixará de ser verdadeira..., eles acham mesmo é que não deixamos de ser uma cambada de estúpidos e camelóides que eles podem manobrar na forma que lhes apeteça. No deserto político que atravessamos..., infelizmente ainda não deixá-mos de ser considerados camelos quer por eles..., quer para eles.
Tem muito a ver com aquele markting publicitário agressivo em que o público não deixa de ser comparado a um qualquer camelo que os publicitários podem manobrar na forma e feitio que pretendam. Quem sabe de publicidade..., sabe de antemão que não estarei a proferir uma qualquer blasfémia..., estou simplesmente podo o dedo na ferida que é onde mais dói.
Eles precisam de saber que não somos assim tão estúpidos como eles julgam que seremos. Daí o pouco ou nenhum respeito que temos vindo a receber de certa classe política ( se não toda...), que se acham os mais lindos da ninhada, sobrando para nós o apelido de " Patinho feio".Aquilo a que desavergonhadamente alguns chamam de " ordenado mínimo "...,é a prova de que não nos consideram gente. Quando muito podem conseguir comparar-nos aos antigos escravos mas.., não conseguem ultrapassar isso. Acham que é exigir demasiado deles..., conseguirem considerarem-nos mais que isso. Aliás temos vindo a reparar que os respectivos aumentos do referido mínimo ordenado mínimo..., nunca foi alem de uns míseros euros. Tem isto a ver com a miserabilidade com que nos encaram..., quando vem dizer para as televisões que teremos de poupar e que temos vivido acima das nossas possibilidades. Sejamos francos: " É preciso ser muito miserável intelectual..., moral e civicamente para conseguir fazer uma afirmação destas. São daqueles que de barriga cheia condenam à morte um esfomeado que para matar a fome que os outros ( eles..., os tais..., de certa forma criaram...)
Esta nossa senhora que segundo parece ajudou Sócrates a livrar-se de ficar " Encalhado" ( deveria ler-se..., entalado e bem entalado... ou melhor..., entalado até aos fundilhos que será o mesmo que até às fraldas, até aos cosquilhos ..., lhões..., de modo a ter que agora declarar sem enganar ninguém de quem está pagando os cerca de quinze mil euros que ele gasta mensalmente em Paris. Não pode ser a mãezinha com os setenta mil euros que desviou da conta das netas. Afinal..., ficá-mos a saber a quem ele saiu..., de quem lhe vem os genes que o levam aos desvios e aos desvarios económicos e não só..., como certa e determinada imprensa foca. E foca não só pelo simples prazer de focar, mas um 1º ministro de um País, não se pode nem deve dar a tantos desvarios. Para isso..., não se candidatava a tão alto cargo que é só o segundo maior de uma Nação... Ok?''...) e que nada tem a ver com a outra Nossa Senhora de Fátima..., parece ter declarado há uns dias a esta parte não haver corrupção política em Portugal. Nada de mais esplêndido nem de maior esplendor só que..., como se diz..., "Há mulher de César não basta ser honesta. Precisa parecê-lo também...".
Alguém precisa dizer a essa "nossa senhora", defensora principalmente de certa classe política conotada com a "Rosa" que não basta ela dizer que não há para que não haja e até..., demasiadamente demais..., coisa que só ela não vê. Não vê porque não quer... ou não vê porque não pode. A sua ideologia política ou a sua falta de neurónios, não lhe permite ver aquilo que todos os outros vêem. Como diz certo ditado..., "Cego não é aquele que não vê..., cego é aquele que não quer ver". E quem cabritos vende e cabras não tem..., de algum lado lhe vem
Aqui há tempos aconteceu estar num café e aí terem desafiado uma criança de uns dois anos apenas para jogar às escondidas. A dita e referida criança com suas mãozinhas tapou seus olhinhos dizendo: " Tou condido!!!...". Queria dizer que na sua inocência..., ele estava escondido..., os outros já não poderiam vê-lo.
Mas como foi já referido o que é exigido à mulher de César..., não basta esta nossa senhora dizer que não há corrupção política em Portugal para que não possa havê-la. Basta nós saber-mos que para que haja corrupção..., haja políticos em função ou seja em acção.
Aliás..., política tem sido a forma de se fazerem riquezas sem o respectivo trabalho para que elas apareçam. Surgem do nada sem eles nada fazerem. ( aliás..., todos nós sabemos que eles nada mais fazem para além de trabalharem na criação dessas suas riquezas que aparecem como relâmpago. À velocidade de um raio ou melhor dizendo..., à velocidade de um " Raio que os parta! "
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Obrigado Cabo Verde!!!...
Tive hoje a felicidade de ver o primeiro visionamento do meu blog em Cabo Verde..., o que de certa forma especial me apraz..., tanto que não sendo Cabo-verdiano..., me identifico com esse Povo de modo a já ter sido confundido com sendo parte deles.
Ainda há dias um amigo cabo-verdiano me disse: " Cuidado!!!..., mim é pirigoso!"..., tendo eu respondido..., " E mim é santcho bedjo".
Quem ganha?..., perguntei eu depois...
E ele respondeu-me..., " Quem ganha é bô!".
Pensei que não..., disse eu. Para quem não nasceu em Cabo Verde saber algo desse País e desse Povo assim como da sua gastronomia óptima e forte..., não é para todos. Principalmente o Caldo de Peixe..., para depois de uma noite de copos e uma boa vadiagem..., no bom sentido bem entendido..., é das melhores iguarias para dar cabo da ressaca que o resto do mundo deveria conhecer .
Ainda em Angola..., já há uns bons pares de anos, eu tinha na altura por vizinho um grande Cabo-verdiano. E digo grande em todo o acesso à palavra. Grande em tamanho ( O homem era quase um gigante..., não sei se ultrapassaria os dois metros mas se não fosse caso disso, andaria por perto...) e grande como pessoa. Algumas vezes o acompanhei a fazer " Catchipembi" no meio das bananeiras ( uma aguardente feita de açúcar branco e clandestina, por essa razão feita de noite e de forma escondida.
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