segunda-feira, 9 de julho de 2012
Provérbio Mohawk-Só Depois!!!..., de quê???...
" Só depois de abatida a última árvore, só depois de envenenado o último rio, só depois de apanhado o último peixe, só então descobriremos que o dinheiro não se come."
Acorda humanidade!!!..., para que não te suceda como ao "Louva a Deus" que, estando com fome e nada tendo para comer..., come as próprias patas dianteiras. As mãos, que pela posição em que usa pô-las se lhe deve ter dado o nome que se lhe deu. Parece mesmo estar a louvar a Deus..., pela próxima refeição que lhe irá surgir ali mesmo defronte a seu nariz..., alicerçado naquele versículo em que Deus diz..., " Suprirei todas as vossas necessidades!." Ora..., sendo a comida das necessidades mais básicas..., seria normal o bichinho estar em acção de agradecimento pela próxima refeição. Aliás..., nada seria mais natural em quem não tem mais aspirações do que alimentar-se para continuar a viver.
Só que depois..., acaba por morrer de fome por mor de ter devorado as suas armas de caça.
Conta-se uma história do tempo em que os animais falavam que segue assim: Num belo dia um ateu foi passear em plena floresta, apreciando as grandes árvores e o tremendo caudal do rio que a atravessava além de toda a bicharada chilreante que enchia o ar de música quase celestial que enaltece o espírito a quem esteja em desalento. ( Quem não gosta de ouvir os passarinhos nos seus concertos musicais? Todo o mundo em princípio menos os devoradores de passarinhos que gostam mais deles passados pela frigideira...). Não contaria era o nosso amigo ateu que houvessem ursos na dita floresta que tão bela aparecia perante seus olhos. Aconteceu que às páginas tantas, ouve um urro assustador mesmo atrás de si. Volta-se a tentar indagar o que provocaria aquele tanto barulho e o que vê?
Um enorme urso de boca aberta e garras estendidas a tentar desferir-lhe um golpe letal, num ataque que o levaria a deixar de pertencer ao mundo dos vivos, mandando-o para os anjinhos.
Desata então a correr, a fugir com todas as forças e mais algumas que poderia reunir de momento, arrependido já de ter deixado de lado os seus treinos de atletismo, abjurando-se pela ideia parva de se ter lembrado de passear na selva precisamente no dia em que aquele urso pensou em fazer o mesmo e a selva , claro que está mais directa para o urso que para ele... Entre o correr e o fugir, ia ele olhando para trás a ver se se distanciava do terrível urso que a cada momento emitia urros terríveis a seus ouvidos, não vendo a certo ponto uma raiz grande sobressaindo do chão em que ele tropeça e se espalha ao comprido , ficando desse modo ao alcance das terríveis garras e dentadura atroz daquela fera selvagem e pouco amiga que demonstrava ser naquele terrível e abominável momento.
Precisamente no instante em que a fera ia desferir sobre a sua cabeça um feroz ataque, arrancando-lha como que o decepando instantaneamente ou devorando numa dentada grande parte dela..., matando-o à primeira ..., ele, o nosso ateu em causa... e por causa do ataque feroz de um urso alucinado pela fome ou pior ainda por sua ferocidade contra o que acha ser uma invasão não autorizada do seu espaço, quem sabe numa tentativa de uma colonização selvagem..., exclama do fundo mais fundo do seu ser, aterrorizado até mais não e com uma produção de adrenalina que escapa às teses mais científicas: " Valha-me Deus."
Foi então que nesse preciso momento aterrador que o urso em causa ficou estático, imitando aquele jogo das estátuas que as crianças de vez em quando jogam. O curso do rio parou, os passarinhos deixaram o seu chilreio, era como se o mundo tivesse acabado naquele momento em que tudo tivesse deixado de existir...surgindo ao mesmo tempo um raio de luz muito forte que se sobrepunha à luz natural do dia e se faz ouvir uma voz portentosa que diz: " Chamaste por mim homem ateu? Mencionaste por acaso Meu Nome, só porque estás sujeito a um ataque mortal desferido por uma fera selvagem ou será que eventualmente chegaste à hora de te converteres Cristão?
O nosso amigo ateu, vendo abismado que o terrível ataque pelo menos não foi desferido..., mesmo assim, teimoso como são normalmente os ateus, certos de que sabem tudo mas que afinal pouco sabem e por vezes errado o pouco que sabem..., armado ainda de seu muito saber..., do género " Vencido sim convencido não...", de quem "Não quer dar o braço a torcer...", como se isso se traduzisse em menos valor que lhes possa vir a ser atribuido, diz para Deus: " Não dava para fazeres o urso Cristão em vez de mim???... Não me levem a mal mas este, p'ra burro , também parece só faltarem-lhe as penas. Que pena ele ser assim tão do contra tão do contra que acaba sendo contra si mesmo.
Aí..., ouve-se a voz de Deus dizendo: "Seja feita então a tua vontade! Que o urso se torne Cristão!!!..." ( para que não te sintas mal..., nem te sintas com razões de queixa contra mim e não digas depois que não te ligo nenhuma!..., que faço ouvidos moucos às tuas suplicas em detrimento às tuas necessidades quando digo que " suprirei todas as vossas necessidades"..., mas atenção que isto é em relação aos cristãos e não aos ateus que tem de cozer-se com as linhas que arranjam sem esperarem das minhas. Mais claro que isto não pode haver. É como o "Omo" lavar mais branco e voçes preferirem os "Glutões" da concorrência e depois queixarem-se dos amarelos que ficam nas roupas brancas. Se querem roupas brancas..., terão de obrigatóriamente lavar com "Omo" assim como se querem todas as vossas necessidades supridas..., terão de tornar-se cristãos. Tão fácil quanto isso.
Tão fácil como os Árabes beberem chá quente a fim de matarem a sede no deserto. De qualquer modo, sempre é mais fácil do que arranjarem gelo em pleno deserto. É que mesmo deixando arrefecer o chá..., a temperatura anda sempre à roda dos 50º, sempre pela metade do valor da água entrar em ebulição.
São factos e " contra factos não há argumentos " segundo reza a história e a experiência o demonstra.
Li em tempos um ditado Chinês que dizia assim: " Se queres saber fazer uma coisa certa, pergunta conselhop a três velhos.". Lá esta! São factos que a experiência nos prova não haverem contra eles argumentos. É de certa forma como se dizia no meu tempo de tropa: " A velhice é um posto" que por sinal é mais respeitada em África que na Europa. Em África um velho mesmo não sendo da família directa do indivíduo em causa é respeitado como se o fosse. Basta para isso que tenha atingido determinada idade..., a idade de ser velho. Na Europa parece não se ver disso ou o que vemos antes e pelo contrário são velhos a sofrerem faltas de respeito que de todo podem não merecer...)
Nesse instante a luz que provinha do alto da copa das grandes árvores desapareceu..., o rio voltou de novo a correr..., os passarinhos voltaram ao seu belo chilreio..., toda a selva acordou de novo como se de um momento mágico tivesse saído e o urso, levantando-se nas suas patas trazeiras juntou as suas patas dianteiras como que em oração dizendo o que normalmente dizem certos Cristãos antes das suas refeições, em sinal de agradecimento a Deus por elas, como o fazia o Povo Judeu durante os quarenta anos em que deambulou pelo deserto a caminho da Terra Prometida pelo Maná ( que todos os dias aparecia não se sabe de onde mas que se deduz enviado por Deus para alimento do seu Povo escolhido..., Povo esse que se transformou em toda a humanidade depois da vinda de Jesus Cristo à terra como Seu Representante..., seu Filho Unigénito..., O Salvador da Humanidade isto é..., só e todos aqueles que Nele Acreditarem e o Aceitarem como Seu Senhor e Seu Salvador...) : "Obrigado Deus ou obrigado Pai por esta refeição que me ofertaste neste momento..."
Vai daí e o urso matou o ateu e encheu a barriguinha com a carninha dele que contra toda a lógica e muita estupidez à mistura...,( há quem diga que os ateus são mesmo estúp'dos c'mó caraças...,carago!...há!...,há!..., há!...) desaproveitou a oportunidade que lhe foi oferecida nesse momento aflitivo para ele..., por Deus.
É de certa forma como se diz que por vezes e às vezes a sorte bate à nossa porta mas como esta se mantém fechada..., a sorte vai-se embora em busca de outra porta que se lhe abra a fim de quem lhe abriu a porta possa beneficiar do facto..., de facto.
Quem nos pode garantir que por vezes ao ajudar-mos alguém conhecido ou mesmo desconhecido, mesmo correndo o risco de ser-mos atraiçoados, de levar-mos quatro coices como reconhecimento..., não poderemos estar a abrir as portas à felicidade, à fortuna e ao bem estar material e não só..., podendo já aqui estar-mos a abrir uma porta para o campo espiritual e que nos mostre ao contrário dos ateus..., que há vida para lá da linha do horizonte?
Houve quem a outros se dedicasse e fosse recompensado por morte destes porque estes acabaram por fazê-los seus herdeiros universais?. Nestes casos..., valeu a pena terem tratado bem quem estava precisado de seus serviços. É que infelizmente existem muitos mais ainda que, devendo tratar bem os outros, sendo alguns ainda por cima pagos para isso..., os tratam da pior maneira possível. Esses..., merecem como herança um saco roto..., que nada retenha do que se lá ponha.
Conta-se que houve em tempos um reino em que o poço real secou e o rei pediu a seus súbditos que cada um deles lhe trouxasse ao poço do castelo toda a água que pudessem transportar para lá. E se uns o fizeram..., outros houve que levaram uma pequenba jarra com a referida água, como que reinando ( gozando...) com o pedido do rei se não mesmo com o próprio rei.
A cada um que ia despejando a vasilha de água..., dizia o rei para passarem pela sala do tesouro e encherem dele a vasilha que levaram com água. Está-se mesmo aver a raiva com que ficaram todos aqueles que levaram unicamente e só uma garrafinha da dita. Viram-se trapalhados para conseguirem meter nela todas as jóias que pretendiam levar, arrependidos até à raíz dos cabelos por não terem levado uma vasilha grande, a maior que conseguissem. Se uns receberam de acordo com sua bondade perante o pedido do rei, outros receberam de acordo com o desprezo a que o pedido do rei foi votado.
Assim é a vida por vezes: Por vezes há quem vá por lã e venha de lá tosquiado.
Há aquela revista da " Forbes " que fala dos mais ricos do mundo. Ricos em dinheiro mas por vezes pobres em sabedoria ou seja, aplicaram toda a sua sabedoria só na angariação desse dinheiro por vezes maldito porquanto muitas das vezes conseguido face à miséria e exploração dos outros. Dinheiro muitas vezes vindo da corrupção que graça pelos países causando a desgraça das maiorias. Não foi Almeida Garrett que disse que para fazer ium rico teriam de fazer-se centenas de pobres?
Já li também que com esta e nesta crise
Acorda humanidade!!!..., que o dinheiro não é tudo nesta vida que..., apesar de necessário nada mais é que um mal... Parece filosofia barata mas não o é. Tanto que um dia..., um indivíduo pegou num belo maço de notas grandes e mostrou-as a um amigo dizendo-lhe! Estás a ver? Este é o meu Deus!!!... Só mesmo por ignorância é que não sabia que o diabo ao ouvir isto pregou-lhe logo uma doença em que todo esse dinheiro não chegou para tratar da doença. Foi esse e foi mais aquele que ele não tinha. Bem sei que se diz que "se Deus não é o dinheiro o diabo é a falta dele". Sem dinheiro até os amigos " de Peniche" fogem. Quer queiramos quer não..., é mesmo quando estiver-mos sem ele é que descobriremos os verdadeiros Amigos..., os ou dos que não nos virarem as costas, não mudarem de passeio quando nos virem a caminhar pela mesma rua, não fingirem que não nos viram e esquecerem-se de vez do nosso número de telefone quando antes o sabiam de cor. Este facto não é novo, tem a idade da humanidade, já tem mais barbas que o brande Neto e Costa, já é mais velho que o ...( não posso dizer o resto, ficando esse resto ao alcance de quem saiba o referido ditado ou se para bom entendedor meia palavra basta, encontrará facilmente a palavra que está em falta...) Além disso, se ontem uma vida valia pouco..., vemos hoje em dia uma vida valer cada vez menos e que nem sequer é respeitada como vida em si. Pegamos num jornal diário e ficamos abismados em como o homem pode ser tão besta, tão monstruoso para com a sociedade à qual ele pertence. Minha Mãe sendo analfabeta dizia-me nas suas conversa de seus para cima dos oitenta: " Sabes filho! O homem sem Deus..., é pior que um bicho!" Digo-vos que estaria enganada porque descobrimos a cada passo de que " O homem sem Deus é pior trinta a sessenta mil vezes ou mais ainda..., pior que um bicho!". Infelizmente o homem contra o outro ou contra a humanidade..., é capaz de tudo e mais alguma coisa ainda! Em certo aspecto até..., dá a impressão de que o homem regrediu no campo social ao tempo anterior ao das cavernas. O homem tornou-se o pior predador do homem mas das piores maneiras e dos piores modos. O homem tem usado e abusado de modos e métodos inumanos contra o outro que tanto pode ser seu próprio irmão como irmão de outro. O homem no seu comportamento para com a humanidade que o sustenta e alimenta tornou-se em bem pior que o urso desta história que vos foi contada. O homem tem-se tornado cada vez mais asqueroso em seu comportamento onde as leis pelas quais se comporta são determinadas por seu " ego ou super-egos defeituosos quer por ordem genética, social ou outras " a que se tem fechado os olhos como a avestruz em caso de perigo em lugar de se tentar e procurar com honestidade combatê-los. Aliás em certo aspecto também o animal preferido da humanidade tem sido a preguiça que como se sabe..., morreu de sede quando atravessava um rio a nado..., só para não se dar ao trabalho de engolir uns goles de água. Bem sei que isto são histórias da carochinha mas que me servem para tentar mostrar aquilo que pretendo.
Uma outra de que me lembro de me ter sido contada e que penso valer ser contada de novo diz-nos o seguinte: Ao tempo em que o Japão seria constituído por pequenos reinos houve dele um príncipe que seria tão preguiçoso tão mandrião, que tinham que lhe dar a comida à boca só para ele não ter o trabalho de pegar no garfo ou na colher. Está claro que a herança foi sendo dissipada sem ele se preocupar. ( Parece até que certos ditos pseudo-governantes portugueses se inspiraram em tal figura da história fabulária dada a malversação efectuada em lugar de governação que obrigatóriamente deveria ter sido executada em lugar de executarem económicamente este nobre Povo com um salário mínimo que mais parece que não foi abolida ainda a escravatura. Esta coisa a que tiveram a veleidade de chamar ordenado faz-me recordar meu Amigo dicionário que me diz que..., " O uso do abuso é corrupção! "
Bem se diz que a saúde ..., bem mais vale que qualquer muito dinheiro e bem se diz que mais vale uma rica pessoa do que uma pessoa rica. É que a rica pessoa ajuda os mais carenciados enquanto que a pessoa rica os explora o mais que poder na sua ganância, na sua sede de riqueza que não acaba nunca. Quanto mais têm mais querem ou seja..., pudessem eles e cada um deles não se importaria nada em possuir toda a riqueza do Universo, deixando que todos os outros comessem de sua mão. Comessem quer dizer..., comessem pouco e quanto menos melhor. É de bom tom não esquecer-mos de que "Ganância, cobiça, inveja, avareza" são farinha do mesmo saco elástico que à medida que se vai enchendo ele vai dilatando cabendo nele afinal muita coisa que é pertença de outrem.
Há aliás um ditado que não sei se poderei concordar com ele que diz: " Não sirvas a quem serviu não peças a quem pediu." Apesar de haver ricos e ricos quer dizer que nem todos os ricos serão em princípio egoístas mas, desconfio que a maioria sofrerá dessa doença. Veja-se que quando ( o homem dos computadores ...) desafiou os mais ricos do planeta ou só da América a doarem metade da sua fortuna para solidariedade para com os pobres ou mesmo ajuda directa às finanças dos seus países através de novos e especiais impostos. Que reacção tiveram eles? ( "Mâ q'jêto? ( Mas que jeito?...pronúncia Algarvia- Portugal...), disseram em uníssono! Neste campo o que se encontra mais..., são mesmo impostores que fogem de pagar impostos como o diabo foge da cruz. Por essa razão, foram inventadas as ofshores, o equivalente a bancos piratas para que esses mesmo piratas e sonegadotres fujam ao pagamento devido dos impostos que deveriam pagar e não pagam..., tendo os pobres que os pagar por eles. São grandes capitalistas estes gajos mas..., não são grande coisa. São mesmo os reis da trafulhice, malabaristas do trapézio económico trabalhando sempre com rede por baixo mas só que às vezes surgem uns buracos onde caiem alguns de vez em quando que os põe a braços com a lei a ponto de certos mafiosos ao pé desta espelunca puderem ser considerados cidadãos sérios.) Assobiaram para o lado..., fingindo que não ouviram ou então foi coisa que lhes entrou pelos ouvidos a cem à hora e saiu a duzentos. Há quem duvide se certos ricos não tem uma pedra no lugar do coração, tão insensíveis se mostram alguns perante a desgraça alheia. Se atentar-mos bem á nossa volta, poderemos acabar por ver que certos pobres dividem mais entre si do que certos ricos e há provas de que certos homens que subiram a pulso na vida, tem ajudado mais do que aqueles que terão nascido em berço de oiro e que terão crescido acreditando que o dinheiro ( o dinheiro do paizinho e que por vezes bem roubadinho aos pobrezinhos.
Um caso verídico vos posso contar: Ali, não sei se para os lados de Esmoriz um industrial de fabricação de pipas e de barris grandes e pequenos quer para vinhos ou aguardentes e ainda por cima parece que analfabeto mas não nada burro..., mandou construir casas económicas a fim de alugar a empregados seus como a outros pobres que lhe fossem bater à porta mas tendo o cuidado de mandar colocar um placar com os seguintes dizeres: " Que ninguém tenha inveja a Manuel Valente." Quereria quiçá dizer..., quem quizer ter inveja de mim..., que faça igual ou se puder..., faça melhor ainda se é que tem coragem para tal empreendimento a favor de quem mais precisa, que poder ser, quem sabe o valor de maior valia que poderemos deixar quando partirmos para a última viagem. O bom nome que deixá-mos e o bem que conseguimos fazer pelos outros..., principalmente pelos que menos bafejados foram pela sorte ao invés de muitos que..., se pudessem e as leis selvagens o permitissem..., até os dentes lhes arrancariam só com o medo que eles..., os mais necessitados lhes pudessem devorar uma de suas muitas e quaisqueres reses. Para eles..., pobre não pode comer carne. Quando muito..., umas papas de sarrabulho que por acaso são até muitíssimo boas e os ricos nem sabem o que perdem ao negar-se a comê-las..., só porque é comida de pobre. Faz lembrar aquela do célebre humorista Brasileiro, de seu nome JOsé Vasconcelos quando ele disse a outro cara: " Oi cara! Você p'ra burro só estão-lhe faltando as penas!. E o outro contesta: " Mas burro não tem penas!... Então não está-lhe faltando nada..., você já é burro completo!!!... Acreditem numa coisa: A gente pode pensar que rico é todo esperto mas tem muito que só lhe estão faltando mesmo as penas! É que o dinheiro que se saiba..., não compra nem esperteza nem inteligência nem como diz o nosso ditado com que inicia este trabalho, não dá para comer por muitos condimentos que se lhe misturem.
Poderei eventualmente estar enganado mas..., um homem destes é mesmo valente contra a corja de tantos malfeitores que a coberto de leis dúbias..., fazem maior a miséria de quem já nada tem. Quer dizer..., até o pouco que eles tenham lhes é tirado à força de certas leis, que de leis tem só e unicamente nome, porque são comparativamente como que excrementos se comparadas com o teor de justiça.
Quem foi que disse: " Leis injustas são a pior forma de tirania?". É ou não verdade que: "Lex injuste non est lex" ( Lei injusta não é lei...). Poderá estar na constituição como lei. Mas daí a ser lei..., terá que ter um enquadramento geral que lhe retire o teor de injustiça.
Reparem numa coisa: Por alguma razão especial Salomão mandou que fosse dividido ao meio com uma espada a crinça que estava a ser disputada por duas mães. A falsa mãe concordou com a ideia. A MÃE VERDADEIRA..., disse logo que a ser assim..., melhor seria que a criança em causa fosse entregue à falsa mãe, só para que esta não fosse morta desse modo tão bárbaro. Salomão cuja fama de saber e justiça chegou aos quatro cantos da terra e reparem que não havia naquela época, nem telemóveis nem internet. Mas nem por isso deixou de ser conhecida a sua fama de sabedoria, aliás o que ele pediu a Deus quando Este lhe perguntou o que queria ele que Deus lhe outorgasse.
Esta coisa de ser considerada como lei, toda a coisa que saia de uma assembleia de uma República, qualquer que seja essa República é um erro maior, normalmente cometido por qualquer ditadura. E se pode ser considerado normal numa ditadura..., já passa a ser aberrativo numa Democracia que se quer fazer aceitar como Estado de Direito. Aí..., não sei se poderemos considerar tal coisa, tal pseudo-lei, como crime "Lesa Pátria". Reconsideremos e tenhamos a hombridade de só considerar-mos como lei, todo o artigo e alínea depois e só depois...,de lhes ter sido retirado a injustiça que possam conter.
Por acaso não disse o nosso Almeida Garrett que para se fazer um rico teriam de fazer-se primeiro centenas de pobres? Quer a gente queira quer não queira..., a riqueza existe tendo por base a exploração dos outros. Aliás..., por alguma razão está escrito que " É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar nos céus." ( Não seria bem um camelo que deveria estar nesse versículo mas sim " Uma corda grossa". "Penso eu de que"... e penso não estar em erro que essa do camelo vem do facto do camelo do tradutor só lhe faltarem também as penas..., porque das palavras gregas " Kamilos e Kamélos " que querem dizer ao mesmo tempo " Camelo e Corda grossa...", ( corda normal em grego parece ser Kordé...será?...) este tradutor escolheu a palavra errada. Em princípio o versículo deveria dizer...: " É mais fácil uma corda passar pelo fundo de uma agulha...).
Conheço determinado indivíduo que normalmente se sai com esta expressão: " Não me dou com pobres que eles nunca tem uma moeda para me darem.". Coitado dele porque se a fosse pedir a certos ricos, o que poderia suceder-lhe ainda era eles atiçarem,-lhe os cães da sua vivenda de luxo, que lhe rasgariam a roupa e a pele e quem sabe na pior das hipóteses acabassem por o matar, acabando ele ainda por cima a servir de refeição aos caninos. É certo que estarei a exagerar um pedacito mas que me dizem a um indivíduo que vai a casa do patrão a fim de receber o ordenado e este em lugar de lhe pagar dá-lhe um tiro de pistola matando-o mesmo ali. Terá acontecido há uns anos ali para os lados se não mesmo na cidade do Porto. recentemente outro que foi para receber o ordenado que estaria em falta a casa do patrão e este e mais dois sobrinhos manietam-no e levando-o para um lugar ermo..., agridem-no selvaticamente deixando-o para ali abandonado?
Contaram-me aqui há tempos uma história tida como verdadeira: Andava em tempos um pobre a pedir e foi a casa de uma senhora rica que lhe deu um naco de pão. Só que o problema é que o dito pão era rijo que nem uma pedra por estar há já muito tempo na arca .
Já sei..., estou mesmo a imaginar muitos contestando esta realidade mas... e há sempre um mas desconhecido..., permitam-me contar-vos algo que aconteceu a certo indivíduo que como muitos de nós..., dá um valor exagerado a esse gajo. É isso aí mesmo..., o dinheiro não passa de um gajo sem princípios, que atropela tudo e todos a fim de querer mostrar-se rei. E o pior dos males da humanidade é que desde sempre encontrou muitos adeptos e voluntários prontos a servi-lo e actuando sem quaisquer escrúpulos para com o próximo.
Apesar de também se dizer que " O dinheiro não é rei mas o diabo é a falta dele ", como irei tentar demonstrar, o dinheiro não pode ser tudo na vida, porque muitas coisas há que, não o parecendo são efectivamente muito mais importantes que esse gajo como já o rotulei, em S.F. que seja e uma delas tem que ser mesmo a saúde, que muita gente a bem da verdade o reconhece, principalmente daqueles que tiveram a oportunidade de chegar a uma idade já avançada.
Tem o Povo Chinês um provérbio que se adapta muito bem neste sentido: " Se queres saber fazer uma coisa certa, pergunta conselho a três velhos." E por falar em velhos, estava um dia um velho Japonês para iniciar a sua última viagem
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sábado, 7 de julho de 2012
Não será que andam pedindo demais???...
Andam pedindo em nome de outros ficando algumas vezes eles com o dinheiro obtido com o pedido..., pedem para outros mas deixando a sua carteira em paz ( Quem se lembra daquela música do Roberto Carlos dos anos 50? "Deixem meu cabelo em paz" isto é, deixem eu usá-lo como quero, comprido ou à escovinha que ninguém a meu ver tem nada com isso. Mas neste caso particular é..., deixem minha carteira em paz quer dizer..., deixem-me fazer caridade com o dinheiro dos outros que assim é bem mais fácil. Ora aconteceu que num peditório de solidariedade em Setúbal onde estaria inserido o Scolari ex-seleccionador nacional Português ter-lhe-há sido perguntado quanto estaria ele a pensar em doar..., ao que o mesmo terá respondido: Mas eu já dei a minha cara para a fotografia..., não chega? Meu caro Scolari! Nada me move contra si a não ser ter deixado a Grécia ganhar o euro 2004, por ter insistido no Pauleta que estando azarado nesse ano, não marcou um golo sequer. Ora se em equipa que ganha não se mexe..., ponta de lança que não marca, tem que ser trocado. Só que você que tem a alcunha de Sargentão entre o Povo em geral, não muda nem muda equipa que não ganha. Você lembra? Ganhou o Mundial da Coreia mas porque foi ajudado num dos jogos. Se não tem ganho esse Mundial..., só porque não convocou o Romário que o Povo gosta porque ele fazia golos mesmo sem treinar..., não sei se deixavam você entrar de novo no Brasil.
Todo o mundo sabe que o Romário é meio bandido ( em S.F...., cuidado com isso...), que não gosta de treinar e aparece só quando é hora de jogo para fazer o que mais gosta que é..., marcar golos. É isso mais ou menos o que diz a imprensa, eu nada tenho a ver com isso, a não ser de que Romário, com ou sem treino, marcou muitos golos, parecendo ter mesmo chegado à meta do rei Pélé, na ordem dos mil golos se não estou errado.
Mas deixem eu dizer uma coisa: Não há aqui alguma animosidade contra Scolari. Haveria sim..., era se ele não tem ganho o Mundial da Coreia. Aí..., não era eu que quereria estar na pele dele que iam querer esfolar ele vivo.
Tem uma coisa aqui para ele e para todos os treinadores em geral: Mostram-se como donos da equipa ( Eu é que sei..., eu é que mando!) quando na realidade os donos da equipa são os sócios pagantes das quotas do clube. Nem as agora SADs são donas da equipa em causa..., qualquer que seja ela. O "Mister", o treinador está lá a ser pago para treinar e para convocar os que melhores condições de treino apresentaram nessa semana mas tem que tirar dessa ideia fixa de que é dono da equipa. Se ele quer ser dono de uma equipa..., então faz como outros e compra um clube pequeno ou menor que seja, como fez o Iniesta que comprou a antiga equipa onde deu os primeiros passos no jogo da bola. Se não..., ele é é dono de nada, e se os resultados positivos não acontecem..., acontece desde logo a tal "Chicotada Psicológica" e o ontem grande e bestial "Mister", passa desde logo a grande besta e vai para o olho da rua sem a mais pequena contemplação que seja, além de receber o resto ou metade do contrato que..., sejamos honestos não merece receber. E não merece receber porque ficou aquém dos resultados. Não é uma tacinha das de menor importância ( há quem..., como não consegui nunca até aqui ganhar uma dessas taças, diz que não prestam, que não tem valor. Parecem-se de certo modo mesmo com aquela da raposa que estando com fome e não tendo nada para comer e vendo passar uma carroça puxada por um burro, levando o pobre do animal os testículos ao dependuro mas que a dita cuja não sabia ser o que eram, decidiu seguir a carroça, quem sabe quiçá as tais coisas que iam dependuradas caíssem lá mais para diante e pudesse ela, a nossa raposa saciar sua fome. Como os ditos cujos nunca mais caíam ao chão, diz assim para com ela: "Estão verdes, não prestam!". Assim é certa gentinha em relação a certas taças considerados como menores: "Estão verdes, não prestam!" Mas deixemos o futebol e as taças mais ou menos importantes, porque todas são importantes porque todas são taças e voltemos ao nosso título em causa que é deveras importante e mais importante nestes dias cada vez mais difíceis que se vão apresentando:
E vou iniciar contando uma pequena história que me contaram faz já uns anos a esta parte e passada no Brasil que é como se sabe de um Povo que tem sempre uma forma airosa de sair-se de certas situações complicadas: Havia um pobre que todo o domingo ficava pedindo esmola na porta da igreja local, sem entrar sequer.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Raça de Víboras???... ou então o quê???...
Ou irresponsabilidade, falta dela ou falta de consciência política ou pouca vergonha na cara?
Diz-se que em certos homens, vergonha na cara deles é como manteiga em nariz de cão! Não aguenta...
É sabido hoje que os Socialistas Gregos são "Mintirosos" ( mentirosos em Algarvio?...) ou seja o governo ou melhor a "Malversação" Grega que negociou a entrada da Grécia na C.E.E., "Aldrabaram" nas contas a fim de poderem nela entrar ou seja..., caso não aldrabassem as ditas e cujas contas, não entravam..., não passariam a "Mamar" dos Fundos Europeus de ajuda aos seus membros de pleno direito que de certo modo a Grécia, não é. E não é..., porque para o ser..., aldrabou as contas, aldrabando assim a todos os outros que fazendo parte dela não fizeram como eles.
Era uma vez dois mentirosos à disputa a ver qual deles seria mais mentiroso que o outro e diz um deles para o outro: "Estás a ver aqueles dois mosquitos lá em cima na torre da igreja?
Qual deles? O que está de pé..., ou o que está sentado?"
Quer dizer que este, mais mentiroso que o primeiro, conseguia até ver um mosquito sentado, se já era difícil ver dois mosquitos em cima da torre da igreja. Dá-me a impressão de que estes socialistas se não todos salvo raras excepções, pertencem a este grupo de individualidades. Basta para isso apreciar os malabarismos económicos a que se prestou o ex-ministro da economia da "Malversação Socratina " ) Sócrates + cretino...) a juntar aos do então governador do Banco de Portugal que enquanto estava Sócrates nesta desordem económica e social estava tudo bem..., a oposição é que estava a ver mal a coisa que a coisa estava bem e recomendava-se e o défice não era assim tanto como se pensava. De facto aqui parece que era verdade. A coisa estava bem pior do que se pensava na altura, já com eles a não terem dinheiro p+ara pagar salários daí a dois ou três meses.
E pior que tudo ainda, sabendo nós que Sócrates deu a entender que a negociar com a troika "Só por cima do meu cadáver!...", obrigado que foi depois a negociar, vem posteriormente para a televisão, como que dançando a "lambada" ou outra dança qualquer, a dizer: "Vêem o que eu consegui de bom para Portugal nestas negociações ( que eu de forma alguma admitia ser necessário ou só por cima do meu cadáver negociar?...). Mas, se foi obrigado a fazê-lo por estar Portugal já em pré-banca-rota..., como pode este artista de circo político económico vir dizer depois que negociou, quando nós sabemos bem que ele tentou substituir esta negociação com os ineficazes PECs?. E que dizer de um pretenso 1º ministro que tem esta afirmação: "Fiz o meu melhor mas o País está pior!". Então se ele sabia não poder fazer melhor do que os quatro anos anteriores..., porque se candidatou de novo em 2009 com o apoio total de toda a cúpula do P.S.?. São tão ou mais responsáveis que propriamente ele nesta "Poceirão" em que ele nos encalacrou.
Serão eles da qualidade de ver os mosquitos de pé..., ou serão da qualidade de verem um sentado e outro de pé?.
À cerca do Europeu de futebol ganho pela Espanha disse aqui há dias a um amigo: Há três tribunais que são : " O da justiça dos homens..., o da justiça popular e da justiça Divina". Espanha pode passar no primeiro mas perde nos outros dois. Na verdade levou a taça mas verdadeiramente não ganhou. De certa forma foi roubada porque no jogo com a Croácia, esta foi prejudicada a favor de Espanha. Um golo onde o Iniesta parece receber a bola com o braço e a passa ao marcador do golo que estava em fora de jogo quando este recebeu a bola..., o penalty perdoado à Espanha quando um defesa espanhol em falta impediu ( mais parecia uma projecção de judo. Será que este jogador é praticante deste desporto retirado das artes marciais por Jigoro Cano na época mediaval Japonesa? Is possible. Everything is possible....) o jogador Croata de cabecear a dita para o fundo das redes defendidas por Casilhas e outro penalty ainda perdoado à mesma e dita equipa Espanhola. Neste jogo, se Espanha não andou ao colo da arbitragem, concordo! Mas só concordo se concordarem comigo que esta equipa andou um pouco mais acima ou seja, às cavalitas. Assim não dá..., a isto não se pode chamar desporto em si e vir depois afirmar (Josef Blatter...Presidente da UEFA?...) que são estes erros que dão beleza ao futebol. Antes pelo contrário podem ser motivo de guerras geradoras de mortes onde estes dirigentes com afirmações destas poderão ser considerados coniventes, assim como certos árbitros que ao anularem um golo legal e deixarem passar a outra equipa com um golo duvidoso..., são os geradores da violência que por vezes se vê nas bancadas e fora delas depois dos jogos. Para dar beleza ao futebol..., ao contrário destas afirmações a justificar o erro..., este tem de tentar ser banido mesmo que contra a vontade destes "dinossauros pseudo-desportivos" que o que fazem pelo desporto é estragá-lo. Não venham com discursos enganadores de que o erro faz parte intrínseca da festa do futebol que isso é uma atioarda que em nada dignifica o futebol como desporto rei porque desse modo..., é como dizer que "O rei vai nu!" e ninguém ter o sentido de levar-lhe algo com que ele tape as suas vergonhas.
Alguém disse que o Ragby era um desporto bruto jogado por cavalheiros ao contrário do futebol que seria um jogo de cavalheiros jogado por brutos. Todas as técnicas usadas já noutros desportos na intenção de banir a inverdade desportiva..., deve o quanto antes passar a ser aplicado no futebol se..., os seus principais dirigentes e responsáveis, donde não se pode excluir a arbitragem..., não quiserem deixar de serem levados a tribunal como coniventes e responsáveis pela violência que se vê depois de certos jogos onde hoolígans aproveitarem como desculpa ( apesar de esfarrapada...)para a sua violência descontrolada e destruidora que acaba sempre fazendo vítimas inocentes de quem todos depois querem fazer como Pilatos..., lavando as mãozinhas. Não dá! Todas essas mãozinhas estão conspurcadas por essa violência..., mesmo que indirectamente eles tenham sido os promotores.
Querem um bom exemplo? Acho que aí está um e "penso eu de que", esclarecedor: Li há uns anos a esta parte uma crónica sobre um jogo de futebol entre a selecção Portuguesa e a de outro País de que não recordo agora o nome, se é que tem isso algum interesse quanto a nós. Era naquele tempo em que nas competições internacionais os Países pequenos simbolizavam degraus de escada que os maiores precisavam de subir a fim de chegarem às malditas taças. Segundo esta crónica lida por mim e com esta jogo passado aí para uns trinta ou mais anos a esta parte..., a selecção contrária ganhou o maldito jogo com um golo duvidoso. À selecção Portuguesa anularam só..., segundo a mesma crónica..., a módica quantidade de quatro golos. Quatro golos limpos e portanto dentro de toda a legalidade desportiva que foram anulados a Portugal, País pequeno e portanto degrau para outro subir..., para passarem à outra fase desse Europeu que deveria ser chefiado por elementos que percebessem um pouco mais daquilo que estão a fazer. Não é..., não pode ser a ignorantes desta matéria que se pode entregar a legalidade de uma organização destas quando nos tem eles mostrado que são adeptos incondicionais da ilegalidade. Quando agora neste Europeu de 2012 o agora tido como presidente da FIFA disse que previa ( ou desejaria mesmo contra as regras legais do jogo?...) a final entre a Alemanha e a Espanha..., estava a dizer o que mesmo que indirectamente às pseudo-arbitragens? Como é que a Espanha chega ao jogo com Portugal sem um amarelo? Ou será como dizem que quem chefia a arbitragem na UEFA é um Espanhol e ainda por cima adepto do Barcelona?
Admira o Barcelona ter feito já uns quatro a cinco jogos com o Real Madrid com um jogador a mais ou seja por expulsão de um dos jogadores do real Madrid? Quem não conhece aquela expressão que diz: " Eu com as botas do meu pai calçadas também sou um homem?"
Daí a tal justiça humana onde os homens podem passar mas, não passarão nos outros dois. E sendo dois contra um..., moralmente pelo menos..., ficarão a perder..., mesmo levando a taça.
A nível de exemplo costumo fazer uma pergunta: Um ladrão rouba uma carteira a uma velhota pelo método de esticão e a seguir foge com a dita carteira. De quem é a carteira..., pergunto eu.
Por vezes dizem-me ser a carteira da velhota a quem foi roubada. Não é nada disso, digo eu: A carteira agora é do ladrão..., porquanto é ele que está na sua posse. É assim de certo modo como temos visto funcionar a tal de justiça humana com prescrições à mistura. Prescreveu..., já não há nada a fazer o que é o mesmo que dizer que já não há justiça humana a aplicar neste e noutros casos mais ou menos mediáticos.
E já agora por falar em casos mediáticos...e então aqueles e daqueles em que já os jornalistas parecem fazer de juízes a informarem, formarem ou mesmo e porque não..., a deformarem a opinião pública intoxicada com pseudo-informações que até dá vontede de perguntar..., onde está..., onde mora agora a "Deontologia Jornalística" quando sabemos bem que a função do jornalismo alé de informar nada mais deve ser..., correndo até o risco de poderem vir a ser considerados de certa conivência, o que vai atropelar tudo quanto seja sentido de justiça.
Salomão quando Deus lhe perguntou o que queria que Ele lhe desse..., respondeu: Sabedoria Senhor!
Esta mesma sabedoria deveria ser pedida pelos jornalistas a Deus que os livrasse do desejo de se tornarem juízes ou pior..., carrascos.
Vejam o caso por exemplo de Kadafy que eu pensava que desconhecia a palavra "Clemência"..., da forma como tratava o Povo Líbio que de forma incorrecta ele considerava como seu. Afinal ele de lá não tinha direito a nada como se viu. O que se viu foi ele a ser tratado com tanta clemência em partes iguais com as que tratou esse Povo, depois de se ter apoderado do poder através de um golpe de estado ao fim de ter andado a estudar em Inglaterra, pago por aqueles que depois derrubou do poder.
Dizia ele: "O meu Povo ama-me! Resta saber a que Povo ele se referia porque o Povo Líbio não seria com certeza. Seria talvez a sua tribo a quem ele encheria de benesses em relação a outras tribos que não aquela que deu depois o inicio à revolta para a sua queda após este ter masndado matar o advogado que representaria os mortos dessa tribo que ele mandou fuzilar sem julgamento nem apelo e para quem ele não usou da mesma clemência que depois pediu aos seus captores quando foi agarrado ao tentar fugir.
E pensar-mos nós que ele teve tantas oportunidades de o ter feito mas..., teimoso e improdente não o quiz fazer. Pensaria que estaria a dar parte de fraco quando na realidade..., fraco foi ele na forma intratável ( soberbo e arrogante...) como tratou esse Povo depois de ter alcançado o poder. Melhor era ele ter dado ouvidos a quem o quis ajudar mas..., a tal sensação de poder e de mandar é tão poderosa que ninguém gosta de aceitar.
Repare-se que até certos jogadores de futebol parecem reagir mal quando são substituídos. Só por deixarem de fazer parte da equipa que luta pela vitória do jogo. fazem logo aquela cara de chateados, como se o treinador não soubesse o que estava a fazer ali...ou o treinador só seria bom treinador desde que os mantivesse como indiscutíveis. De certa forma não vou dizer que estarei errado que não haja para aqueles lados um sentimentozinho ditaturial.
E isto para tentar chegar a outro lado deste título..., raça de víboras: É que não fossem as bases em que se apoiam os ditadores..., não haveriam ditaduras. Só existem porque uma certa parte de um Povo se presta a servir ess ditador na mira de virem a conseguir benasses que de outra forma não conseguiriam. Não a querer não condenar todo e qualquer ditador..., é preciso não esquecer todos aqueles que se foram tornando como que seus braços a fim de levarem a sua ideia por diante. Na realidade..., é nesses ditadores em miniatura que reside o perigo de aparecerem ditadores e por conseguinte ou por consequência..., ditaduras que tanto sofrimento trazem àqueles que as sofrem.
Não devemos por essa razão esquecer que há por aí espalhados pelo mundo muitos Kadafys, muitos Sadam Husseins, muitos Mugabes que tornam possível eles estabelecerem-se como ditadores. Não fossem estes ditadores em miniatura e a democracia teria já sido levada a toda a terra.
Vou dar um exemplo que tenho já apresentado apesar de não o considerarem válido neste aspecto ou neste caso em geral: Há um reino em que o rei é um rei déspota!
Desse modo a coisa começou torta e como se sabe e é assim admitido ..., " O que nasce torto..., tarde ou nunca se endireita" e o que é certo e como é por demais sabido. Tendo a C.E.E. aceite a Grécia como membro plena da mesma..., não pode agora sacudi-la do capote sem correr-se o risco do seu desmembramento. É quase como os casamentos antigos que seriam considerados indissolúveis..., "Até que a morte nos separe!".
( Um casamento se fez assim e se cumpriu até que morreram os dois num desastre de viação. Já lá em cima..., vira-se a mulher para o marido e diz-lhe toda mimosa: "Querido!...Afinal parece que iremos continuar bem juntinhos!!..." e este responde-lhe de imediato: " Juntinhos uma ova!... A coisa era só..., até que a morte nos separe!...Repara que já morremos..., o que quer dizer que o casamento acabou e agora será cada um por si!...).
Neste caso particular de casamento político-económico apesar da infidelidade cometida..., quiçá conhecida de certas entidades com responsabilidades que não tenham feito os trabalhos de casa..., assim tipo Victor Constâncio como Presidente do Banco de Portugal no caso do BPN, que tendo sido avisado por quem de direito ainda quando o "Buracão" era ainda um "Buraquinho ou seja quando a falcatrua não atingia ainda os duzentos mil euros..., fez igual à avestruz enterrando a cabeça na areia..., deixando o descalabro galopar qual cavalo selvagem sem freios nem arreios e que agora somos obrigados a ter que pagar e eles sem ter de devolver segundo parece tudo aquilo que roubaram ou seja tudo aquilo que adquiriram de forma ilegal. Mesmo em pleno julgamento da coisa continuamos a ler notícias de que esconderam isto ali, aquilo acolá e o resto aqueloutro o que nos diz de certo modo que terão de estar a cometer perjúrio em pleno tribunal que segundo a lei..., deveria ser crime. E digo deveria porque temos visto e apreciado certos casos que só serão mesmo possíveis sendo cometido o tal perjúrio e que acaba depois a não ser condenado.
E a moda agora..., é recorrer! Mesmo sendo culpado e não tendo em princípio nada a seu favor..., mas tendo dinheiro que pode ser mesmo devido às falcatruas que estarão sendo julgadas em tribunal..., eles, recorrem e recorrem e recorrem. "A mim ninguém me leva preso",. "a mim ninguém me prende", " Quantos são..., quantos são" como referia Álvaro Cunhal quando se sentia atacado. E tem-se visto que tem dado resultado pelo menos até o caso prescrever em justiça.
Quem se lembra daqueles casos de antigamente em que o artigo roubado era enterrado para ser desenterrado anos depois, independentemente de ter cumprido pena efectiva por esse roubo? Usa-se hoje a prescrição de modo igual ou seja..., só mudaram as moscas.
Aliás..., quanto mais avançamos no tempo, vamos vendo que afinal o crime compensa de certo modo, principalmente se for crime de "Colarinho Branco". Lá diz o Louçã que "Quem rouba um tostão é ladrão e quem rouba um milhão é barão!". Li há dias numa revista especial "Readr's Digesty na parte final do artigo em causa: Um indivíduo comete um homicídio e sendo apanhado vai preso 20 anos. Mata 20 ou seja comete 20 homicídios e vai parar a um manicómio. Mata 20.000 ou mais e vai gozar uma reforma dourada com o dinheiro que entretanto roubou a esses 20.000 ou mais, num outro país que o receba de braços abertos como sua ex-Excelência qualquer coisa neste mundo de doidos e hipócritas em que as leis, quase na sua totalidade parecem ter sido feitas para o mais pequeno, para o mais pobre, para aquele que não conseguiu roubar para pagar a um bom advogado. Esse..., vai apodrecer os ossos numa cadeia por vezes imunda. Mesmo até porque caso algum rico vá mesmo parar a uma cadeia..., ele vai para uma cela especial com todas as mordomias e mais algumas. Tem sido sempre assim e continuará a sê-lo para mal dos nossos pecados. Parece não haver volta a dar porque afinal tem sido quase sempre os mais maus ou seja os piores a dominar o mundo mas afinal governando-se a eles e desgovernando os outros. Em S.F., eles comem a carne e os outros terão de roer os ossos. Ouve-se agora falar muito em bifes da vazia. Mas na realidade..., vazia é e está a mesa dos pobres e a cada dia, a cada dia que passa, mais vazia.
Um dia um político foi fazer campanha política lá para o Nordeste Brasileiro e tendo subido para o palanque, começou falando para o Povo dali. E foi falando e foi falando coisas que na maior parte eles nem percebiam até..., até que falou uma coisa que eles perceberam: Que o Povo precisa ter uma mesa farta! Aí..., um pé descalço lá do sítio, pediu licença e falou assim: Doutô! Mesa farta a gentchi já tem! Olha aqui! Farta feijão, farta arroz, farta óreo, farta tudo... doutô! A gentchi prêcisa memo é di comê!
Mormente fico embasbacado quando oiço alguém dizer que é preciso criar riqueza para melhor distribuição por todos mas que no fundo e na prática, estes todos serão só eles de novo. Está provado que quanta maior riqueza for criada eles conseguem apoderar-se de toda ela...., deixando-nos de novo de tanga.
Costumo dizer ao contrário que..., em lugar de estar-mos à espera de criar-se mais riqueza e, se há assim tão boa vontade, porque então não distribuir já a riqueza existente? Essa de estar-se à espera de criar-se mais e maior riqueza, é como esperar encontrar um oásis num deserto. A gente pode encontrar sim, são miragens como são miragens essas promessas de criação de mais e maior riqueza para posterior distribuição.
A questão é aliás de simples compreensão: Apoderando-se de toda a riqueza existente é porque são avessos à equidade, à distribuição, à justiça social, porque são gananciosos e essa sua ganância não os deixa ver para além do seu umbigo que consideram o centro do universo.
Essa conversa da treta, essa conversa p'ra boi dormir, essa conversa de amigo da onça, essa demagogia é só para nos enganar e conseguirem de novo os nossos votos que lhes dêem poleiro de novo. Aliás se fosse distribuída a riqueza existente por todos, deixaria de haver ricos para passar a haver remediados o que acima de tudo eles não querem, não aceitam de modo algum.
É aliás a teoria da captura do macaco em pleno funcionamento: Em África para se apanhar um macaco faz-se o seguinte: Pega-se numa cabaça e depois de esvaziá-la do seu conteúdo interior ou seja das suas sementes, faz-se um buraco pequeno nesta de modo a caber nele a mão do macaco de forma estendida, coloca-se amendoim lá dentro e ata-se a dita cabaça a uma árvore. O macaco ou pelo cheiro do dito amendoim ou da curiosidade vai espreitar no buraco da referida cabaça e vendo o amendoim lá dentro, mete a mão e enche-a de amendoim. Mão esta que depois de cheia de amendoins,não dá para ser tirada porque esbarra nas paredes do buraco estreito feito na cabaça.
O parvo e palerma do macaco deixa-se agarrar para depois ser cozinhado numa panela ou vendido para ser feito prisioneiro de qualquer fazendeiro como forma de entretenimento mas, como os nossos ricos, não larga mão dos amendoins. Pedir aos nossos ricos que larguem mão do seu dinheiro para uma maior equidade e menos pobreza seria como tentar dissuadir o macaco agarrado a deixar os amendoins a troco da sua liberdade. Ele deixa-se morrer pelos seus amendoins como os nossos ricos e nossos políticos se deixam morrer pelas riquezas acumuladas e quantas vezes de forma ilícita ou através de corrupção. A ver vamos se o P.S. na hora de saída não deixou de legalizar uma lei que permite aos mesmos políticos uma forma de melhor esconderem tudo quanto amealharam, o que nos leva a crer que de forma indevida. Aliás, se vir-mos todos estes ditos governos pós 25 de Abril, eles de certa forma protegeram-se mais a todos eles contra nós do que parece ter sido dito. Todos se mostram muito contrários nas declarações nas televisões mas, nas reuniões, jantares oficiais e outras coisas mais são mais amigos entre eles do que entre eles e nós.
Para uns e para outros, fomos sempre o inimigo a abater. Aliás, se não nos massacrassem com impostos, não conseguiriam eles ter uma vida tão regalada.
Parece haver um ditado que diz: "Tão ladrão é o que rouba como aqule que se deixa roubar!".
Isto serve para dizer que os considerados bons..., tem uma certa quota parte de responsabilidade nesta coisa estranha que não deveria acontecer dessa forma. Também se diz que : " Cada Povo tem o governo que merece!". Apesar de não poder ser considerado verdade de certa forma..., de certa forma tem de ser considerado como verdade. Mas para ser verdade..., os bons do Povo tem que unir-se em partido político com chefias diferentes ou será que não os há? Será que ter um curso universitário seja sinónimo de ser malandro? Será que os variados Povos não arranjam entre si doutores que queiram fazer diferente do que tem sido feito até aqui? Se as universidades só nos dão "Pilantras" dispostos a tudo para viverem num Olimpo político-económico às nossas custas ou seja explorando-nos de forma escravizante sem dó nem piedade só porque como dizem depois..., "Estudaram...", queimaram as pestanas para conseguirem o canudo, mas quantas vezes às nossas custas ou seja através de bolssas pagas pelo Erário Público que é composto pelos nossos impostos.
Moral da história se é que esta história tem moral: Estudaram, muitos à custa do nosso esforçode trabalho e vem depois a explorar-nos desta forma e feitio escravizante? Mas onde estará o mérito disto se é que uma coisa assim pode ter mérito? Ou está tudo doido e aqueles que estão nos manicómios não são os efectivamente doidos? Já se diz por aí que..., fugiram 100 doidos do manicómio e que já apanharam 99 mas não era nenhum dos que fugiram. Pode ver-se quantos andam ainda por aí à solta e que bem podem ser muitos mais que esses 100.
Diz-nos também o dicionário que o imbecil e após testes feitos de personalidade, aqueles testes psicológicos de figuras a preto e branco que querem dizer isto ou aquilo e que nos dão o valor do Q.I. do analisado, que a inteligência do imbecil anda entre os três e os sete anos.
Fica só uma pergunta no ar mas que não quer de forma alguma mostrar-se ofensiva até porque " Aquilo que não é dito com sentido de ofender..., não deve ser tomado como ofensa" A.G.G.: Com tanto imbecil nos governos..., passados, presentes e futuros..., como podería-mos ter sido bem governados? Não será pedir de mais a umas inteligências que não ultrapassam um Q.I de apenas sete anos?
Se formos a ver..., tivemos até muita sorte porque podería-mos efectivamente estar-mos muito pior. A idade mental de Hitler, J. Estaline, Sadam Hussein, Kadafy, Idy Amin, o auto intitulado Imperador Bokassa que segundo afirmam seria ainda canibal ou seja antropófago, andrófago e terá passado os seus últimos dias em França numa paz e numa segurança fisica e económica que o seu passado não merecia. Este como muitos outros deveria ter sido presente a julgamento no Tribunal Internacional de Haia. Tantos que
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