quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Fábricas de Penicos...Ok?...
Cada País, independentemente de ser grande ou pequeno em seu espaço geográfico, independentemente de sua densidade demográfica, independentemente do teor de suas matérias primas ( Tudo depende do valor comercial que as mesmas possuam...), independentemente do que é e do que não é independente...,deve, por obrigatoriedade moral, cívica e cultural, fabricar os seus próprios penicos.
Sejam em plástico, barro ou ferro, ( Serradura não dá. Serradura só dá em princípio, para quem por ter a cabeça furada, anda normalmente com os ombros cheios dela.É quando se diz: " Nessa cabeça, além de serradura, não anda mais nada para nossa conjunta infelicidade..." ) não podemos importar do estrangeiro algo onde algo de tão básico e tão íntimo se vai assentar como seja, o nosso rabo!
Que um País não produza o que coma, ainda se poderá admitir dado ser facto conhecido estar-mos todos sujeitos à questão da Solidariedade Internacional. Por exemplo: Os Povos Árabes não poderão plantar couves ou semear batatas nas areias dos desertos. Mas com toda a certeza, como qualquer outro País, inclusive Portugal..., poderão fabricar os seus penicos para não incorrerem pelo menos no risco de lhos mandarem em forma quadrada, o que não se tornaria nada agradável, no mínimo.
Quando um País em pré-bancarrota que seja ( Em bancarrota já declarada seria bem pior..., ok?), tentar importar uma quantidade razoável de penicos, está claro que se irão rir até doer-lhes a barriga, após frases como esta: " Então, se os gajos não tem p'ra comer..., p'ra que é que precisam de penicos?" "Irão eles usar os penicos contra a chuva, tipo capacete da tropa, mais ainda este ano que parece vir a ser de seca?" ( Por acaso nunca viram uma criança pequena de penico na cabeça tentando imitar quem sabe, os soldados que vê nos filmes da TV?...)" Hoje mandamos-lhes os penicos e amanhã mandamos-lhes as batatas e o feijão para terem com que dar uso aos referidos, mencionados e referenciados penicos? ( Ou "Damos-lhe o arroz" quer dizer, não lhes damos nada e mandamo-los dar uma volta ao bilhar grande? É como o outro que diz: " Um homem sentado num banco de pau ou de pedra fria, numa noite escura, à luz de um candeeiro apagado, lia um jornal sem letras que dizia; Mais vale morrer que perder a vida!"), " Penicos? Ora não sabem fazer um buraquinho no chão que dá para a mesma coisa?", " É claro como água que este pedido não passa de uma ilusão de óptica que deve ser tratada por quem de direito que terá forçosamente de começar por eliminar todos os ordenados e reformas ditos milionários. Sem isso, por mais riqueza ( Ilusão demagógica...) que possa ser criada, toda ela irá ser absorvida por tais ( Mal-ditos ordenados e reformas a quem um dia um senhor Bispo de Lisboa apelidou de " Ladrões do Povo". Quem não quer ser tomado como Lobo, que não lhe vista a pele. Não vale a pena virem com mais demagogia a dizer que é preciso criar mais riqueza a ser distribuída porque é evidente que esses tais ordenados e essas tais reformas irão absorver de novo essa tal mítica riqueza que possa vir a ser criada. Se há assim tão boa vontade em distribuir riqueza, vamos então começar por distribuir já a que há, acabando com tais ordenados e tais reformas que são um insulto à nossa inteligência, à nossa paciência e a prova de que não há crise em Portugal com tais ordenados megalómanos. A haver crise, ela é uma crise de juízo ou de vergonha ou melhor de falta deles.Como pode, como pode ser possível que num País paupérrimo quer dizer abaixo de pobre, se paguem ordenados e reformas milionárias e venham depois dizer nas televisões que não podem pagar o pão ao padeiro? Bem! Se eles com tais reformas não o podem fazer ou melhor efectuar, como é que nós, mais pobres que os pobres o poderemos fazer? A única solução possível, terá de ser deixar-mos de comer pão e contentar-nos só com o cheiro por enquanto. Aliás, tenho uma quadra que de certo modo nos explica esta ignóbil situação porque, convenhamos, se identifica a ignobilidade das sociedades de consumo, onde valem mais os ignóbiles. Hoje parece valer, que quanto mais ignóbil mais vale. É quase como dizer, "Diz-me o quanto és de ignóbil e dirte-ei quem és!...". A quanto chegou e tem chegado o género dito humano mas que de humanidade. Repare-se que não me refiro ao ser humano que, de ser humano parece ter tão pouco e pior ainda, se torna inversamente proporcional ao futuro. Parece que, de certa medida e em certa forma, os princípios antigos tem sido despejados pelo autoclismo e por muito que isso seja contestado, o destino deles parece ser mesmo o mesmo ou seja, a fossa. Destino inglório para algo de tanto valor e por várias épocas regeram o destino da Humanidade. É certo que houveram sempre traidores a inverter esse sentido mas, Homens valorosos houveram que lhes deram combate e os venceram. É como se ouve dizer, "Dos cobardes e traidores ( Amigos da onça incluidos...) não reza a história ".
Um País que quer afirmar-se como País, de penicos e despertadores, tem que ter produção própria no mínimo. É que sem penicos, não tem onde "Descalçar a bota" advinda de uma dor de barriga repentina que não dê tempo de chegar ao WC, estar o mesmo ocupado por outro membro familiar ou pior ainda, encravar a fechadura e não abrir o raio de tal porta. E a pessoa ali, de calças na mão, ter de render-se à sua insignificância e borrar-se todo, precisamente por não ter o raio de um penico só para si. É triste demais para se tornar realidade mas que, quem nos garante não ser passível de acontecer? Um dia em Coimbra, dois médicos recém fornmados avistaram um homem caminhando na rua todo contorcido, arrastando os sapatos pela calçada, que logo ali opinaram sobre de que doença padeceria dito homem. Teimando um com o outro sobre que doença seria, dirigiram-se ao dito homem e questionaram-no sobre tal facto. O homem olhou para eles e disse-lhes; " Olhem! Enganámo-nos os três! Também eu pensava que etra uma coisa e saíu outra ( Pensava ele que era um seco a saír e saíu molhado...). Aliás, por alguma razâo se diz que " As iludências aparudem...".
E despertadores para nos acordar e não andar-mos a " Dormir na cepa torta" porque parece haver um provérbio que diz, " Tão ladrão é o que rouba como aquele que se deixa roubar...". É das realidades mais tristes e mais ignóbeis que teremos de enfrentar. Eles dizem que merecem ganhar muito porque estudaram muito, queimaram em demasia as pestanas, que gastaram muito dinheiro aos pais etc, etc e tal e afinal muitos deles andaram com bolsas de estudo à custa do Erário Público que é do dinheirinho de todos nós, os pagantes menos os ricalhaços que conseguem depositá-lo nas offshores, fugindo assim aos impostos e à luz que ilumina as estradas por onde eles passam e que os pobres são obrigados a pagar por eles, num regabofe constante sem parcimónia de qualquer espécie. E chamam eles a isto um Estado de Direito? Então o que é que vossas senhorias entenderão por um Estado Torto como esta que se nos apresenta?
Aqueles a quem um Sr. Bispo de Lisboa chamou de " Ladrões do Povo" terão de sofrer um abaixamento de ordenado para que a tal crise inventada e provocada por esses ordenados principalmente se resolva de todo ou pelo menos pela metade, o que já não seria mau de todo. Como se pode admitir que um apresentador de televisão ganhe o mesmo que o Governador do Banco de Portugal quando este ganha mais que o seu homólogo americano? Será que as responsabilidades desse apresentador serão equivalentes às do G. do B.P.? Será que as mesmas do G. do B.A. ( U.S.A.) serão ainda inferiores para que ele ganhe menos que estes nossos felizardos?. Ouve-se a termo certo que, " Em terra de cegos, quem tem olho é rei!". Será que seremos todos nós uma cambada de cegos que andamos a dormir na cepa torta da qual não quereremos acordar? Também se diz na gíria que, à primeira cai quem calha, à segunda cai quem quer e à terceira cai quem for parvo. Nós ou acordamos e exigimos que os nossos "Ladrões do Povo" deixem de o ser ou estaremos mesmo a ser comidos por parvos voluntários e no fim ser-mos tão culpados como quem nos rouba ao aceitar-mos de certa forma que eles vivam num Olimpo económico com todas as mordomias, cartões de crédito à nossa custa e "Sacos Azuis" que tão má fama deixaram entre nós.
Parece ter valido neste tempo até aqui, aquele mau, ruím e mesmo péssimo slogan (em sintonia como aquele filme de que já alguém ouviu falar mas que não teve ainda oportunidade de ver..., " Porcos Feios e maus"...) " Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é burro ou não perceba da arte". Estes nossos rapazes, já com idade para ter juízo acham que se não nos explorarem de forma tão esclavagista estarão a ser burros e eles serem burros, nem pensar. Por essa razão estudaram eles tanto, suaram tanto a fim de conseguirem o canudo e não ficam com a melhor parte porquê? A sua ganância, o seu egoísmo, a sua cobiça não lhes permite ver que, para eles receberem tanto, muitos outros receberão de menos e outros ainda nada receberão. Ainda ontem ouvi numa rádio Portuguesa sobre um cego há anos acamado por efeitos de uma intervenção cirurgica à coluna a quem cortaram uma pequena pensão porque dizim a sua mulher trabalha. Só o que não se sabe é quanto tem de ordenado essa mulher que teve o mérito e a coragem de casar com um cego que não a poderia ajudar como se vê na sobrevivência económica familiar, ficando toda ela a seu encargo e às tantas ganhando essa senhora a miséria do tal ordenado mínimo que de tão mínimo se torna insuficiente para as coisas básicas, sobrevivendo o casal com a ajuda de uns livritos de Poesia que uns amigos lhes vão comprando. Tudo isto porque ele, dizem as autoridades, ele não fez descontos para a segurança social. Será?
Será que o que esse casal compra no supermercado, compra sem pagar os respectivos impostos a eles aferidos? Mas não será que todos pagamos impostos em tudo que adquirimos, seja numa loja seja num café, num jogo de futebol ou num cinema? É lógico que uma pessoa que recebe um ordenado pagará mais impostos do que um que não recebe. Veio aqui há dias no C.M. uma reforma só de 27.000 Euros, segundo o seu detentor porque descontava muito. Bem! Se ele descontava muito, era porque recebia demais o que se reportaria desajustado com o desempenho de suas funções e mais de acordo com as palavras do Sr. Bispo de Lisboa ao classificar de " Ladrões do Povo" quem recebe um ordenado dessa qualidade que afinal qualidade real não tem nada a não ser qualidade de ordenada de "Ladrão do Povo". Fraca qualidade essa.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Seguro, discorda da Troika???...
Mas será que só discorda sobre tal coisa? Há quem diga cobras e lagartos e ainda acha pouco, ficando com uma daquelas vontades inormíssimas de dizer mais umas quantas coisas, daquelas que não vem no dicionário mas que nós as sabemos incorpuradas na linguagem popular, sendo algumas delas pesadas isto é difíceis se não mesmo nada agradáveis de ouvir mas, às vezes bem necessárias de serem ouvidas por quem de direito mas quem, por defeito, faz ouvidos moucos? Para eles, é bem melhor não ouvirem ou fazerem de conta que não ouvem, apesar de todos eles saberem que elas são proferidas.De certa forma eles forçam-nos a proferilas, na medida em que se comportam de modo a como que, obrigarem-nos a proferilas. Se alguém é culpado de elas serem ditas, eles são os culpados. Exemplo: Aqui há dias li que um ministro no Brasil acusado de corrupção terá dito; "Só saio daqui levando bala". O que é que acontece? Ele está desta forma pedindo que alguém chegue lá e dê bala nele mesmo, dado que parece ser a forma que ele gostaria de sair. Bem! Se formos a analizar, certos comportamentos de risco poderão-se comparar a certos homicidas que não reunindo coragem para se suicidarem, cometem homicídio para que depois a sociedade os castigue com pena máxima ou seja a pena de morte que entretanto vem sido abolida de forma a contrariar este desejo destes suicidas. Um corrupto, de certa forma est´+a na mesma linha de comportamento destes suicidas. Alguém disse que corrupção eram menos hospitais e menos escolas. Ora! Menos hospitais representam mais mortes por falta de tratamento podendo portanto os corruptos virem a ser acusados dessas mortes e responsabilizados por elas. Qual então a diferença entre um psicopata e um corrupto? Não será assim tanta como já pretenderam fazer crer nos USA de que se passaria com os corruptos mais ou menos o mesmo que com os cleptomaníacos. Não tem nada a ver porque comparados os valores roubados, um cleptomaníaco rouba ninharias comparado com o que rouba um corrupto. É como diz o Louçã ( Calma que não tenho nada a ver com o BE..., tá bem?...): Um pobre rouba um tostão e é considerado e julgado como ladrão. Um rico (Um corrupto...) rouba um milhão e é considerado um barão e por tal, nem a julgamento vai. Tão engraçado é isto, que não tem graça alguma que ou a que se possa achar graça. E já que falamos nisso, li aqui há dias no CM que na Suécia entre quatro mil e tal casos de corrupção, à volta de 30% deu aso a prisão efectiva. Em Portugal em onze mil e tal casos do mesmo pecado económico grave deu à volta de 0,7 % de prisão efectiva. Dá para ver a diferença, o que nos vem a provar que em Portugal, o crime económico pelo menos compença e de que maneira. Por sinal ouvia há dias num programa radiofónico da RR das 00.00 às 02.00 da madrugada ( Dá todos os dias com um tema diferente a cada dia. Vale a pena ouvir.É uma das pouquíssimas oportunidades que o Povo tem de se manifestar, por enquanto. Havia uma outra rádio, a tal que se gabava de ter posto no ar a "Grândola Vila Morena" no 25 de Abril mas que ao tempo da " Malversação Socratina ( Sócrates + cretina...) que era todos os dias das zero horas às três da madrugada mas acabou, desapareceu do mapa radiofónico como se incomodasse tanto quanto a Manela da TVI, que muitos Portugueses gostavam de ver na dita TV no tal jornal que incomodava quem devia ser incomodado e foi pouco incomodado mesmo assim.Há quem acredite que a Universidade Independente também só desapareceu do mapa Universitário mais depressa, p+orque havia uma certa pressa em apagar vestígios de que afinal Sócrates tenha ou não passado por lá. Só deixá-mos de ver porque alguém achou que ela era maldita. Malquista, malvinda, insuportável de criar mesmo, a ponto de criar insónias a alguém, só podia mesmo neste Estado Torto a que teimam em chamar Estado de Direito ser condenada a uma espécie de morte virtual ou visual quer dizer, mandaram-na cavar batatas ou melhor mandaram-na dar uma volta ao bilhar grande ou até, mandaram-na ver se chovia lá fora. Todo este processo foi um atestado de estupidêz passado a alguém, o que nos vem provar que afinal, "Um burro carregado de livros, pode muito bem, passar por doutor. Quem sabe, os tais doutores da "Mula Russa" de quem há já alguns anitos ouvi, por mero acaso falar. Mas Só que, na medida em que para eles, nós, é como se não existíssimos de facto, essas tais palavras, que eles até fazem por merecer ouvir, serão para o lado que eles dormem melhor sem infelizmente não lhes provocarem insónias.
Ora, se Seguro discorda só, então, já não é assim tão mau...Mau seria se ele se negasse a cumprir o programa assinado pelo seu antecessor, apesar de contrariado.
Quem de nós Portugueses, não se lembra dele nas televisões...: " Eu..., negociar com a Troika, nem morto!!!..." Seria para dar aquele ar de Salvador da Pátria, eu posso, eu consigo, que afinal todos vimos dar em fracasso, com essa coisa dos PECs onde as únicas coisas que se viam a crescer eram as dificuldades e a dívida ao estrangeiro que comprasse a nossa dívida que foi sendo vendida como se petróleo fosse. Ora, nem rima nem tem nada uma coisa a ver com outra. Só que os milhões que teremos de pagar em juros, por este eu posso, eu consigo, vão nos sair da pele, quais escravos que eram chicoteados amarrados aos postes de castigo e não estamos a ver que ele venha algum dia a ser responsabilizado por tanta asneira feita apesar de todos os avisos que teve. Que eu me lembre, a meta dos 7% eram o fim do aumento de subida dos juros a pagar e o princípio do pedido de ajuda que depois foi obrigado a aceitar. Armar-se em D. Quixote lutando contra seus dragões imaginários se não alucinogénicos mais seu fiel Sancho Pança, tanto seu fiel escudeiro como ministro de finanças de quem afinal se esqueceu de todo para a nova malversação iniciada em 2009. Quem se lembra daquela fraze em princípio proferida pelo Consul Romano àqules que tinham acabado se assassinar Viriato? (Comandante em Chefe das Tropas Lusitanas, " O Nosso General Lusitano" que derrotou nada menos que seis legiões romanas, muito melhor preparadas e treinadas para a guerra mas que afinal de nada lhes serviu face à astúcia e conhecimento de Viriato dos terrenos de combate e ao arrojo e valentia das nossas Tropas Lusitanas que já li, imagine-se uma crónica de um qualquer jornalista Espanhol de que seria Viriato Espanhol e já não era só Viriato mas também a Nossa Grande Embaixadora por toda a terra, Amália Rodrigues. Sem irem por em causa ter eu lido esta crónica. Bem! Se não a li..., sonhei-a de tal forma real que foi como se a tivesse lido. A esse jornalista que essa crónica escreveu e a todos os Espanhóis que gostariam que assim fosse, só me resta dizer que vão dar banho ao cágado, que venham residirpara Portugal e que peçam a Nacionalidade Portuguesa e então sim...,
já poderão dizer seus, tanto Viriato como Amália. Tá bem? Nada de ressentimentos, nem direitos a futuras vinganças porque afinal, quem sabe, tenhamos por base a mesma Árvora Genealógica?...).( Procurem se quiserem neste blog, o trabalho que está publicado sobre isso...) "Roma não paga a traidores!" Também Sócrates não pagou a seu escudeiro tanta abnegação, tanto servilismo. Isto para dizer que, este ministro das finanças deveria ter-se demitido das suas funções e não ter-se prestado a capacho ( Segundo opinião de alguns Portugueses e não serão assim tão poucos...) de quem afinal se esqueceu dele para a formaçãode um novo dito governo que sairia das eleições de 2009. Quem sabe ele a demitir-se, teriam as coisas tomado outro rumo e não ter ele ganho de novo as eleições em 2009, o que veio ainda a agravar muito mais a nossa gravosa situação económica? Deu-lhe apoio assim como todas as grandes figuras do PS lhe deram apoio, como se o PS não tivesse na altura outra figura que fosse mais segura, mais eficiente e menos problemática, menos vaidosa que este, que tinha mostrado já e bem quem era nos quatro anos anteriores?
Se tentar-mos analizar aquela sua frase: " Fiz o meu melhor mas o País está pior!..." O que esta frase me diz a mim, que sou ninguém, é que ele pra ser coerente com esta frase, não devia nem sequer candidatar-se de novo em 2009. Esta frase, em sentido figurado pode querer dizer, reconhecer que fez porcaria, que fez má governação ( Na realidade o que ele fez foi "Malversação" e não governação. Diz-nos o dicionário que é má governação, que é desvio de dinheiros públicos para outros fins que não os devidos. Esta sua frase e se para bom entendedor meia palavra basta, na realidade é isso que quer dizer. Quem lhe deu apoio em 2009 e todos aqueles que nesse ano nele votaram deram um tiro no pé e estrebucham agora com este 1º ministro que tem de à força arrumar a casa que o outro deixou toda desarrumada. Não sou apoiante directo deste trabalho que está a ser feito porquanto sou contra ordenados (e reformas) milionários, supra milionários, extra-ordinários ou simplesmente ordinários a quem um Sr. Bispo de Lisboa, catalogou de "Ladrões do Povo!" Quem não quizer ser tomado por lobo, que não lhe vista a pele, é ditado antigo. Diga-se que até uma pessoa bem formada cívica e psicológicamente, nega-se a receber um ordenado desse calibre porque tem noção de que para isso, ele (Parte desse dinheiro...) terá de faltar a alguém. Todos nós já ouvimos falar de que nos Países Nórdicos a "Decalage" ( Diferença?) entre ordenados maiores e menores, não é tão grande. Nós, para sermos diferentes ( Mas para pior...), ficámo-nos entre os oito para a maioria ou seja o Povo Explorado e Oeprimido com esta coisa a que tem a lata de chamar ordenado mínimo mas que até já Bruxelas ( Pelo que me foi dado ler no C.M...) referiu ser uma vergonha ou seja que nem merece ser chamado ordenado...) os oitenta para eles, os grandes mas que sabemos bem não serem grande coisa.
E já agora uma questão a que podem chamar pertinente mas que pode até nem ser assim tão pertinente:
- Já que importamos o célebre "Bacalhau", o fiel amigo" como já ouvi me parece chamar-lhe, alguém se importaria de que importasse-mos também uns dirigentes Nórdicos, daqueles que conseguem governar sem uma tamanha "Decalage" onde o Zé Povinho tem tantos furos no cinto que, copitadinhos de alguns vão quase até à fivela? Se a ser verdade que aquando da Glaciação dos pólos as populações deceram até cá a baixo, donde dizerem que os Lusitanos seriam descendentes dos Lígures, um Povo anteriormente Nórdico, qual o problema em vir a sermos governados por governantes vindos do Norte da Europa se souberem governar-nos com uma "Decalage" inferior à que aqui se pratica com todo o desplante e sema mínima vergonha? Li há dias no C.M. que na Suíça não se pagam reformas acima dos mil e trezentos euros mês, porque considerarão ( E muito bem ou serão eles mentecaptos?...Se eles não o são por assim proceder..., quem será afinal?...É parecido com o boi e não é boi! Tem chifres como o boi e não é boi! Bem! Se não é boi, só pode mesmo, ser vaca! Quem é na realidade mentecapto se eles não o são? É que parece que por lá, a equidade é mais respeitada e a decalage menor... Por cá é que parece ter-se enraizado a mania das megalomanias e estamos em crer que em tudo, principalmente no que respeita a remunerações desajustadas quer para um lado, quer para o outro. Se uns recebem demais que é o facto verificado, muitos outros recebem de menos que é também facto verificado. Há só uma pergunta que terá de ser feita e que fique no ar se me for permitido; Será desfaçatez ou coragem chamar " Ordenado Mínimo" a algo que nem de ordenado poderá ser catalogado? " Será chuva será vento.../ Vento não é com certeza.../ Que o vento não bate assim...( Não sei se está correcto mas depois conferirei...) Este ordenado é tão minimo que nem se pode sequer considerar ordenado. Por alguma razão já até Bruxelas parece ter dito que o o.m. em Portugal, era baixo demais ou seja, não deve ser considerado ordenado por muito que os Sebastiões cá do burgo nos queiram convencer de tal coisa. Ergam-se forças do Povo...-/ E arranquem a erva daninha, / P'ra que tenham farinha de novo.../ Pois que o joio não dá farinha! A.G.G. Dá a ideia que, ao darem.nos este o.m. pretendem que comamos pão de joio só que, esquecem-se que joio não dá farinha por muito que pretendam convencer-nos disso. De certas forma, pode até ser uma forma de nos condenarem, em s.df. pelo menos, a morrer-mos à fome. Alguém disse que corrupção eram manos hospitais e menos escolas. Poderemos acrescentar, menos pão, com toda a certeza. E casa onde não há pão, o que acontece? Todos o sabemos e estamos fartos de saber. Até já enjoa, até dá já vómitos tantos saber-mos disto e a coisa continuar na mesma. Parece ter dito o nosso grande Camões que " Mudam-se os tempos mudam-se as vontades!" Só que no que respeita a esta coisa de Equidade, Distribuição de Riqueza ( Ficam todos engalanados quando se referem a tal coisa, como se nós fosse-mos acreditar ser isso possível. Todos sabemos que se efectivamente ela fosse conseguida, quando chegasse a nós, vinha já toda despida e tiritando de frio que ainda tería-mos que dividir com ela o pouco pão que tivesse-mos para a coitada não morrer de fome... Há até uma anedota para exemplificar isto de melhor maneira: Um certo homem virava-se para a sua mulher e dizia-lhe: Oh mulher! Tu tens forno, tens amaçadeira, tens lenha, coze-me broa!... E a mulher respondia-lhe; Óh homem!...Mas não tenho farinha!... E o homem dizia...: Porra! E ela a dar-lhe com a farinha!...É como nós dizer-mos, "Porra! E eles a darem-nos com a farinha de joio!..." "Porra e eles a darem-nos com esta coisa deste o.m." porque, se lhe chamam o.m. é porque sabem muitobem quenão podem chamar-lhe ordenado porque efectivamente, não o é...) por que certas pessoas que toda a vida receberam ordenados milionários, que já tem os filhos criados, que já tem casa com piscina,
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Os Funcionários Públicos são Pessoas!...
Calhou hoje dia 3/1/2012 na SIC 24 Horas uma fraze de Ferreira Leite, mais ou menos assim: "Os funcionários públicos são pessoas sem sorte nenhuma porque trabalham para uma empresa falida...".
1º- Ora, com certeza que tem de ser pessoas caso contrário não poderiam ser funcionários públicos. Certo?...
2º- Quanto a serem pessoas sem sorte nenhuma, quantos Portugueses quereriam ter a sorte de serem funcionários públicos com o ordenadinho certo sem a entidade Patronal entrar em solvência e depois em falência, sem descobrirem muitos anos depois que os descontos não deram entrada na caixa geral de aposentações ficando com a reforma a arder, sem que a entidade patronal os abandone à sorte mudando as instalações para outro País com mão de obra mais barata, trabalharem para sub-empreiteiros que não pagaram porque dizem eles os empreiteiros gerais ou o dono da obra não lhes pagaram a eles, quantos foram ameaçados de "Porrada" quando foram tentar receber ou chegar inclusive a serem baleados e mortos pelo patrão quando foram tentar receber como aconteceu há uns anos na região do Porto?. Afinal, ao fim e ao cabo, teremos de reconhecer que ser funcionário público acaba por ser uma sorte, sorte essa que não pode calhar a todos, porque como se pode entender, nem todos podem sê-lo em qualquer País que seja. Alguém tem de trabalhar para que eles possam receber seu ordenado a tempo e horas apesar de haver quem se sinta com direito a reclamar.
Por sinal li aqui há dias numa revista ( Algo que foi escrito há uns trinta anos a esta parte...) o seguinte: " Não deveríamos exigir o que poderíamos obter por obséquio".
Mais ou menos isto mas irei verificar mais tarde. Há por aí muitos funcionários públicos que se queixam de muita coisa mas, como dizem haver sempre um mas desconhecido, também há muita gente com queixas de muitos funcionários públicos.
3º- Empresa falida uma ova. Quase falida mas quem nos levou quase à falência está por estas horas, este tempo numa boa ali para os lados de Paris e se o custo de vida por Paris está caro. Portugal tinha dinheiro. Para não o ter, não será por o andarem a pôr nas tais ditas "Ofshores" ( quais bancos piratas desta nova era de pirataria económica onde deixou de ser um "Salve-se quem poder... para passar a ser um matemo-los para nos salvar-mos?...". Quando muito, falência técnica como parece estar agora o nosso SCP com um presidente que já veio do "Buraco Financeiro" daqueles paquetes dormitório para a FIL que parece que quem os encomendou é que andaria a dormir o tempo todo. Nós, o erário público é que teve de acordar para pagar tal coisa mas aliás, tem sido essa a nossa sina desde o 25 de Abril: "Eles fazem as despesas à toa e nós vemo-nos à toa para ter de as pagar...". Mas há por aí quem possa ir contra mim nesta afirmação opinitiva? Por exemplo: O ex-ministro de qualquer coisa Manuel Pinho do anterior governo socretino ( Para nós parece que ficou só o cretino...) não encomendou uma serpente marinha para fazer electricidade marinha no valor de um milhão de euros e estar agora o raio dessa serpente a encargo da EDP num armazém qualquer, isto se não estiverem ainda por cima a pagar aluguel para terem o raio da serpente a resguardo das intempéries? Quem foi que disse..., "Eles comem tudo, eles comem tudo... e não deixam nada...?" Também sabemos que isto foi cantado para ir contra os tais fascistas. Mas que tem feito estes auto intitulados democratas a não ser delapidar património Nacional?. Digam-me, eu gostaria de saber...!
Mas vamos lá aos parecimentos desta nossa figura política.( Pessoalmente, depois de ver Freitas do Amaral no PS, deixei de tentar perceber o que era política. É que assim, como é que nós, " O Povo..." se pode orientar politicamente? De extrema esquerda ao centro ou à direita, já vimos isso ser considerado normal até porque como se ouve dizer, " Eles são novos não pensam...", a dita juventude tem muito aquela tendência para a dita esquerda só que, quando depois mais tarde começam a ter de assumir responsabilidades, acabam por descobrir que a teoria é uma coisa e a prática é outra.
Que o diga Maria José Morgado, presa pelo antigo regime e solta pelo 25 de Abril e novamente presa pela COPCON de Otelo Saraiva de Carvalho. Aliás, esta diferença, esta luta entre a teoria e a prática, desde sempre existiu. Desde sempre, uns se acharam mais importantes que os outros em lugar de acharem que se completariam. É que uma sem a outra é tanto como a outra sem ela!...) .
Há, há, há! Esta será para rir ou para pôr no frigorífico e ir cortando por fatia e comendo à medida em que acordemos mal dispostos? Com toda esta salgalhada que nos arranjaram, com muitas Ferreiras Leites incluídas?
Sem querer ofender muitas susceptibilidades e há por aí muitas demasiado sensíveis para meu gosto ( E já agora e porque não para meu desgosto também, porque tem o mesmo direito ou não?...) e já agora, gosto da malta, porque o que a malta precisa mesmo, não é ser animada mas sim, não gamada como tem sido até aqui e de forma abusiva. Diz o meu diccionário lá de casa uma fraze em latim que: " O uso do abuso é corrupção". E sobre corrupção, diz esta estar ligada a coisa podre, putrefacta, mal cheirosa, cheia de pus. Será que a mente de um corrupto não cheira mesmo mal, assim mesmo como coisa podre? As suas acções, cheiram pela sua mente.
Houve que tenha dito: "Corrupção, equivale a menos escolas e menos hospitais!"
Será que algum corrupto tenha lido esta afirmação sem ter de logo mandar instaurar um processo em tribuinal a quem teve a ousadia de proferir uma coisa destas, sem demonstrar o devido respeito por quem é corrupto de pleno direito? Aqui para nós que ninguém nos ouve, serão os corruptos filhos do diabo? Se são as suas acções, acções diabólicas, quem não nos garante serem eles mesmo filhos do " Demo", Lúcifer, Anjo do Mal, etc, tantos são os nomes por que é nomeado na Bíblia? Dis esta que o homem foi feito por Deus à sua própria imagem. Ora, se os corruptos não podem de modo algum terem sido feitos à imagem de Deus, só pçodem mesmo, ter sido feitos à imagem do diabo. Tão simples quanto isto. Podem chamar-lhe a filosofia da batata mas, não pode corresponder a outra coisa. Há pais que não podem negar a paternidade de certos filhos por serem estes a sua cara chapada. Há outro caso que me foi contado que era assim: O filho mais novo era mais feio que o mais velho, segundo a opinião do pai e este dizia para a mulher! Tu, enganaste-me! O filho mais novo, não é meu filho! E a mulher dizia-lhe: "Estás redondamente enganado! O mais velho, é que não é teu filho!..." Isto para reafirmar que os corruptos, não podem por isso serem considerados filhos de Deus.
Por acaso lembrei-me neste instante: Quando se deu o tristíssimo facto do 11 de Setembro nos USA via-se pela televisão as Igrejas cheias, a abarrotar de gente. Conforme foi aumentando a distância em tempo do referido facto, as mesmas igrejas foram sendo mostradas mas agora, mais vazias. É aquela história do homem se lembrar de S. Bárbara só quando troveja. Acabaram os trovões e ela é de imediato esquecida, por mor de outras coisas mais importantes que temos de fazer. Hoje, nos mesmos USA, as mesmas igrejas se estiverem com 10% da ocupação dessa altura, já deviam os bispos Americanos estarem contentes. O homem dá a ideia de ser pobre e mal agradecido. Só se lembra quando precisa e às vezes, pode dar-se mal com isso.
Deu também no mesmo telejornal que Godinho Lopes diz que a resolução da questão de falência técnica do SCP está, no aumento das receitas! Mas está tudo doido? E porque não na redução das despesas, ordenado dele incluído?
1º- Para aumentar as ditas receitas, em princípio, há, parece, em minha humilde opinião..., se é que eu possa ter opinião sobre tão critico caso. a)- Aumentar o preço dos bilhetes, o que não condiz com a situação económica actual dos bolsos e das carteiras dos apaniguados do futebol, situados entre a espada e a parede isto é, vão ao futebol e não comem ou comem e não vão ao futebol. Pode parecer haver um certo exagero nesta afirmação mas, não sei até que ponto ela corresponda mais à realidade do que pareça.
b)- Aumentatr o número de espectadores nos desafios de futebol em casa, o que não parece assim tão fácil à partida em função das razões focadas na alínea anterior. ´Haverá sempre a possibilidade de serem sorteados uns prémios a distribuir mas, lá está, sempre condicionados pela situação actual que se nos apresenta, tanto para o País como para todos aqueles que não auferem ordenados principescos e milionários. Compreende-se que não dá para todos receberem aos milhares de euros, porquanto o P.I.B. Nacional, não dá para tanto por muito que se estique e há que ter em atenção que essa coisa de esticar a corda ou o que quer que seja, ela acaba por partir sempre pelo elo mais fraco e este contra tudo o que possa parecer, não quer dizer que sejamos sempre nós, "O Zé Povinho". Há que ter em atenção que a célebre e terrível "Guilhotina que tantos pescoços decepou, nasceu da fome a que foi obrigado o Povo Francês da altura dos acontecimentos. Espero e faço votos de que não vejam aqui qualquer ameaça a fim de me levarem a tribunal mas, antes pelo contrário, de um sério e amigo aviso. Por alguma razão se ouve dizer que "Quem avisa, amigo é...".
c)- Agora, se focar-mos a questão na redução das despesas, então sim, penso haverem todas as possibilidades de se poder encontrar o rumo do caminho a seguir. Não sei ao certo quais os ordenados pagos pelo SCP aos seus dirigentes e funcionários mas sei que por exemplo que o 1º Ministro do Japão terá dito que, enquanto não se resolvesse a questão do prejuízo do Furacão Fucochima, ele não receberia salário. Por acaso leram o que eu li? Repare-se que quem se dedica a trabalho sazonal, não tem o ordenadinho certinho e direitinho todos os mesinhos e tem que se aguentar com o que consegue e já descontando com o que lhe ficam a dever. É muito doferente de receber como funcionário público, por muito que isso contrarie as afirmações da senhora Ferreira Leite que parece agora, deu para se preocupar com quem parece nunca se preocupou. Bem! Se se preocupou..., eu não dei por isso daí, as minhas antecipadas desculpas a tão péssima observação.É que depois de ter visto um fundador do CDS como ministro do PS, como é que querem que eu fique e que ilaçõesquerem que eu tire de tudo isto?
Há quem diga que depois de ver um porco a andar de bicicleta, já não se admira de mais nada. Pela minha parte, porco não vi a não ser em publicidade em banda desenhada mas o que eu já vi, foi um leitão a andar de bicicleta; É que o homem chamava-se António Joaquim Leitão e andava de bicicleta nas suas deslocações.
Outra coisa que preciso dizer é que tudo isto vem na senda de não haver crise em Portugal. Na realidade, veio hoje no
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Isso não! Nisso, não posso acreditar! Ok?...
Justiça: Segundo a Sr. Directora do DIAP de Lisboa, Maria José Morgado ( por quem o pessoal tem tido uma certa consideração mas convém que não abuse porque esta coisa de ser considerado inocente até prova em contrário pode estar para ter o seu fim. Não o fim dela como se pode compreender mas o fim dele, desse princípio. Até porque pelo que se tem visto até aqui, hoje os julgamentos de rua da opinião pública a reboque de interesses quantas vezes estranhos, tem acontacido vezes demais para que nos venham tentar convencer de que há justiça em Portugal e de que estamos num Estado de Direito. Bem! Se isto que nos tem sido apresentado é um Estado de Direito, então uma reta deixou de ser a distância mais curta entre dois pontos e passou a ser talvez uma linha sinosoidal, quiçá?...) ( Aliás, quando esta senhora juíza por quem a malta nutre um certo respeito porque foi presa pelo anterior regime e libertada com o 25 de Abril, tornando a ser presa pelo COPCON de António Saraiva de Carvalho, o tal que terá dito que se deixasse crescer as barbas poderia tornar-se no Fidel de Castro da Europa ( Bem! aqui para nós ele deve ter apresentado essa ideia mas, vá lá, alguém de mais juízo o deve ter demovido dessa ideia parva em analogia às várias vezes em que já nos presenteou com ideias desse género, tá certo ou tá errado? Parece que ele foi a Caxias quando se deu a soltura da dita senhora para lhe apresentar quiçá desculpas, levou uma banhada que ela saíu por outras portas só para não dar de caras com ele, o que lhe seria desagradável e muito, na dita altura. Quer dizer: Manda-a prender sem motivo claro na altura e tenta depois ir apresentar desculpas? Segundo já ouvi, desculpas não se pedem, evitam-se e aliás tem de partir-se do princípio de que para mandar prender alguém, tem de existir fortes suspeitas de haver crime cometido. Não pode ser à mais leve suspeição para depois se tentarem arranjar provas que se pode correr o perigo de serem forjadas. Não era à toa que nos tempos do Rei Salomão...,
vinha gente de toda as partes do Mundo conhecido na altura procurar aprender com ele a dar setenças. Agora a defecar sentenças como se tem visto e de sobra por aí, vou ali e já volto ao mesmo ponto.
Mas dizia eu, quando esta senhora juíza pega de novo no célebre "Apito Dourado", o pessoal bateu palmas na esperança de , agora é que vai ser. Afinal, depois de muito mais dinheiro gasto, voltou tudo à estaca zero. Se era para isso, não valia a pena voltar a mexer no assunto porque como o outro diz, " A porcaria, quanto mais se meche nela mais ela cheira mal." Se as escutas não podem ser validadas neste caso porque só dá cadeia efectiva até três anos, então, tentar julgar este caso a partir de escutas que não podem servir de prova, " É chover no molhado". Mais nos valerá é estar quieto e não gastar dinheiro que pode ser aplicado noutros casos. E se há casos onde faz falta dinheiro para seguirem em frente? A miúda que desapareceu no Algarve, depois de ter ido comprar leite ao mini-mercado, a tal do sucateiro que dizia o jornal a tratava por filha... ( Da minha parte, eu acredito que ele às vezes lhe dissesse: Anda cá minha filha!
Mas para quê, poderemos perguntar nós já que ela já não está entre nós para lhe perguntar-mos a ela e ele, o padrasto também não nos disse para quê. Não disse, é porque não vai dizer nunca e nós nunca ficaremos a saber, porque, segundo li, eram precisos dez mil euros para fazer um teste de ADN sobre "Algos" que foram encontrados, dizem nas quecas da menina que, segundo algumas teorias teorizadas por vários mentores teóricos que me pareceu nada perceberem do assunto em questão..., esses "Algos" teriam ido parar as ditas quecas da criança através da outra roupa suja do cesto da maldita roupa. Essa agora..., mas será que esses "Algos" tem assim possibilidades de se moverem de forma autónoma? Ficou assim! Só porque não haviam dez mil euros à disposição para fazer o tal e necessário teste de ADN, ficámos sem saber se a dita e cuja criança andou a ser violada durante quanto tempo e por quem. Se é isto justiça de um Estado que quer afirmar-se como um Estado de Direito, vou acolá dar uma volta ao bilhar grande e já volto. Corre hoje por aí uma expressão que diz assim: "Com amigos destes, quem precisa de inimigos?" Até amanhã pessoal...
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