quinta-feira, 12 de abril de 2012

Romeu e a linda Julieta. Bem..., linda é pouco!...



Deixem-me dizer-lhes que fiquei siderado com a beleza da actriz que faz o papel de Julieta. A mocinha era linda de morrer por ela, mesmo que numa paixão platónica extasiante, arrebatadora mas enfim, não deixa de ser um filme e os filmes como tudo na vida, ficam a fazer parte do passado independentemente das saudades que deixam e porque não mesmo, traumas amorosos daqueles difíceis se não impossíveis de esquecer...
Na segunda feira seguinte, dei de caras com uma sósia dela, da actriz que faz o filme.
Apaixonei-me de novo pela personagem dado que de resto esta sósia não me deu bola nenhuma. Bem! Nenhuma não foi bem o caso mas, deve ter sido mesmo pouca, foi quase como o barco ter ficado no meio do rio e este sem água na qual pudesse deslizar Foi como mergulhar numa piscina às quartas feiras num manicómio que é quando ela está vazia. Dás com as trombas no chão e acordas do sonho mesmo que estejas sonhando acordado. William Shakespeare sem dúvida alguma, escreveu uma belíssima obra não sendo eu ninguém abilitado a julgá-la. O mais que posso dizer foi que adorei a história, adorei o filme, adorei a actriz e acabei enganado por julgar este filme ser baseado em algo verídico, real. Afinal não passava de ficção. Ficção amorosa que eu não pensaria pudesse acontecer. O filme, é para todos os efeitos, arrebatador... E esta sósia autêntica da actriz do filme, como que parecendo mesmo uma irmã gémea, o que vem em apoio à minha teoria e já exposta neste blog com o título "Árvore  Genealógica", da possibilidade de haver uma só e sermos afinal e finalmente, toada a humanidade como que uma família grande, que segundo certos antropólogos, afirmam haver qualquer coisa no ADN humano que nos encaminha a um Adão..., mesmo não sendo o Adão Bíblico se isso assim tanto preocupa ateus, agnósticos, laicos e outros vaidosos que tendo a pertinência de se julgarem superiores a quem acredita num Ser Superior, quando se formos a analisar alguns Q.Is entre crentes e não crentes, quem nos garante não ir-mos encontrando nos crentes um Q.I. em média superior ao dos ateus? Não é pelo facto de se professarem ateus que são como querem fazer crer que são mais inteligentes.
Albert Einstein não era descrente, acreditaria num Deus Ser Superior que Superintenderia no Universo. Não professaria a religião Judaica, não professaria a religião Católica mas, à sua maneira seria crente, ninguém poderá afirmar ser ele ateu por muito que isso lhes agrade e lhes convenha na sua vã tentativa de desacreditar a Deus. A certos auto-intitulados  anti-cristos isso far-lhes-ía muito jeito só que, não tem essa sorte.
Aleatoriamente, esta crónica começou de outro modo e segundo a minha corrente de consciência, começou assim: São 04.36 e o passarinho já terá cantado. Não ouvi. Estou ouvindo rádio, rádio SIM e R.R., já que não há passarinhos cantando. Havia uma outra rádio que se gabava de ter transmitido o "Grândula Vila Morena" para o sinal do 25 de Abril em que o pessoal telefonava das 24.00h às 03.00h da madrugada mas, sem saber porque razões, essa voz calou-se em obediência a alguém. Era Sócrates 1º Ministro de Portugal e foi na altura da bronca com a Manela da TVI. Haja ou não alguma razão plausível, tenha eu deixado de apanhar essa rádio de novo em meu rádio, tenha esse programa acabado porque incomodaria alguém com o que era dito pelos ouvintes, deixei de poder sintonizar essa rádio, o que diga-se, me admirou imenso porque estavam eles sempre a declarar a sua fidelização ao espirito do 25 de Abril e de um momento para outro, deixou simplesmente de ser ouvida. Que esse programa incomodaria o poder na altura, Sócrates, como pode agora incomodar o programa da R.R. das 24.00 às 02.00 horas da matina. O programa da R.R. continuou apesar de a meu ver, com mais música e menos ouvintes a poderem participar. Sempre incomoda um pouco menos. Será que houve um diz que disse?
O que me admira de certa maneira e de certo modo é o poder em vigência não se servir de programas como esses para ver até que ponto o pessoal estará contente ou descontente com a governação ou pior, com a malversação em causa. Vão ao dicionário e vejam o que quer dizer malversação. É governação ao contrário, não tem nada a ver com governação para a qual, em princípio, foram eleitos. Malversação-( delapidação de fundos; má administração; desgoverno; desvio de dinheiros públicos para outros fins que aqueles que estariam previstos; e já agora e porque não, desvio de dinheiros públicos para certas e desconhecidas offshores onde se perde de vista o rasto desse dinheiro; corrupção efectiva; tráfico de influências; dinheiros recebidos por debaixo da mesa de trabalho isto é, por um atalho; enriquecimento de familiares mais ou menos directos que a gente fica sem saber que tia lhes terá morrido para eles apareceram agora cheios de pasta, de massa, de larjan. Por acaso parece ser esse tal de larjan, que se gastava antigamente por terras Francesas. Hoje é euro mas, diz-nos o nosso amigo dicionário que euro é..., (vento de leste). Só que o que ele gasta, à volta de 15.000 mensais, é muit'a vento, é quase uma tempestade de vento ou melhor e porque não, um furacão? quem os pagará? Pelo menos, Portugal foi arrazado por ele ou terá sido a não assinatura do 4º PEC que gerou esse furacão todo? Permitam-me, deixa-me dúvidas. De Caia ao Poceirão, atirou-nos ele, parece ser um facto indesmentível. E já agora, outro facto indesmentível, é precisamente o facto do seu correligionário Mário Soares se gabar de ter salvo Portugal de duas bancas rotas e no tempo das vacas magras e não das vacas gordas, diz ele, e não ter ensinado a Sócrates a maneira de sair desta crise sem querer obrigar o PSD a assinar PECs, sei lá se até ao ano 3333? Este número é aleatório e vem de uma anedota que me foi contada: Um indivíduo vai ao médico e esta a dada altura da consulta, diz-lhe; Diga 333. Diz-lhe o doente; Então óh Dr! Não era só 33? E diz-lhe o Dr! Era sim senhor, quando as consultas eram a 50 paus ou seja 50$00. Só que agora vais ter de pagar 5.000$00 Já por cá se sabe também que, para entrar nessa Universidade, lá em Paris teve que haver "Cunha" do Embaixador de Portugal lá radicado. Mas será que certa gente não se safa mesmo sem tráfico de influências, tão viciados que estão nessa coisa? Está-se mesmo a ver que sua fama chegou longe  os Franceses já estariam com medo do que ele viesse a fazer por terras francesas e como disse alguém, " Cuidados e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém..." e há outro que diz: "Com certos gajos, todo o cuidado é pouco!". E há ainda outro que diz: "Mais vale prevenir que remediar..."

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