terça-feira, 10 de abril de 2012
Árbitros ou Camaleões!!!...e muitos mais ões...
Contaram-me já há uns anitos uma história engraçada sobre a arbitragem passada no Brasil. Um dia houve um jogo em certa localidade e as gentes dessa mesma e referida localidade tiveram o cuidado de falar com o árbitro que iria arbitrar o tal jogo, dizendo-lhe que se a equipe da casa não ganhasse o referido jogo, ele ( o tal árbitro...) levaria uma tunda de porrada. Uma tunda de porrada, para quem não saiba é..., uma carga de pancada no pelo, no corpinho,no nosso lombo, nos ossos da gente! A coisa estava combinada, o jogo poderia começar. Só que as duas equipas jogavam quase igual ou seja jogavam o mesmo isto é..., não jogavam mas é nada. Assim e não esquecendo o árbitro o prémio que lhe estaria prometido, lá para o meio da primeira parte, arranjou um penalty para a equipe da casa. Muita contestação da equipa contrária, muito barulho, até que veio o polícia que estava ali de serviço e falou: O árbitro não é juíz?...
É..., (disse o pessoal...) Bem!...(falou o polícia...) Se o árbitro é juíz, juíz é..., lei. Se ele marcou penalty, é mesmo penalty e pronto. A bola é posta na marca e vem um jogador da casa , chuta e..., chuta fora. O jogo recomeçou e lá para o meio da 2ª parte e pensando o árbitro no prémio prometido mas que não interessava mesmo nada nem vinha nada a calhar, lá arranjou outro penalty pra a equipa da casa que o mesmo jogador marcou para fora. E o árbitro a pensar no prémio que não queria receber de forma alguma. Já quase o jogo a terminar e o árbitro mais uma vez, lá conseguiu arranjar outra grande penalidade, mais barulho ainda, mais contestação e mais uma vez chegou o polícia e disse: O árbitro não é juiz?... É, ( disse o pessoal...) Bem! Se o árbitro é juíz, juíz é..., lei. Se marcou penalty, é penalty mesmo! A bola é de novo posta na marca da grande penalidade e aí, vinha de novo o mesmo jogador para bater a bola. É então que o referido árbitro corre para ele e o segura dizendo; Você não, você não! Você já me falhou dois... Isto é. Estava o árbitro a arranjar penaltys a favor da equipa da casa a ver se se livrava do tal prémio que não interessava a ninguém que tivesse juízo e o mesmo jogador a estragar toda essa sua ajuda, o que corresponderia a uma tunda de pancada que ele iria levar, caso a equipa da casa não ganhasse o referido jogo.Isto é uma pequena história entrando no campo das anedotas mas a realidade cruel, é que hoje em dia mas um hoje em dia já com alguns e muito sa nos de história os prémios são, tem sido e foram até aqui muito mais aliciantes, nada tendo a ver com o prémio desta pequena história que servirá só para exemplo.
Um árbitro foi agarrado há anos a esta parte com um cheque de 500 contos em casa. Outro árbitro foi saneado da arbitragem porque foi apanhado em algum esquema ou simplesmente abusou. Abusou isto é..., as notas e não eram de música, mas cantavam alto demais. Tão alto que um dia caiu do cavalo da corrução da arbitragem. Quer dizer, comeu demais e porque não, demasiadamente demais? Outro foi de férias ao Brasil, através de uma agência de viagens ligada a certo e conhecido clube. Poderia ser só coíncidência mas como diz o outro, não há coíncidências, há sim consequências. E as consequências que se tiraram daqui foram, campeonatos favorecidos para uns e dificultados para outros. Também se houve que no fim dos campeonatos se verifica serem todos os clubes grandes, favorecidos. Até pode ser verdade, só que há uns que sºão sempre os mesmos, isto para não dizer sempre o mesmo que é beneficiado mais vezes que os outros daí, as tais diferenças de pontuação que deu até para retirar folgadamente pontos no ano do pseudo apito dourado. E é de ver que, esse clube ao retirar pontos a si próprio, admitiu que não estaria isento de culpas no tal esquema exemplificado pelas escutas que ficaram gravadas e que não podem ser negadas, "nem que a vaca tussa"
Hoje, vou tentar dissertar sobre este cancro de dita-arbitragem porque se digo dita, é porque não é arbitragem. Quando muito, será uma espécie de arbitragem em que põem um apito na boca de um camaleão que, pelo que se tem visto e observado, apita segundo certas cores, mais de acordo com o chamado Concelho de Arbitragem que será, "Penso eu de que", o concelho onde coexistem mais portistas.
Poder-se-ia inclusivamente escrever um tratado sobre arbitragem, sobre que razões levarão estas camaleões a beneficiar sempre para o mesmo lado da carruagem.
Vou tentar explicar de minhas razões para tentar chegar à razão que penso assistir-me:
Estamos no Norte de Portugal, onde chamam a pão com cebola de " Gulojeima ". É assim mesmo que se diz, apesar de ser escrita como guloseima. Gulojeima estão a ver, é com a tal pronúncia do Norte, sem pretender de modo algum ofender ou atacar essa mesma pronúncia ou aqueles que a praticam. " O que não é dito com intenção de ofender, não deve servir de ofensa" A.G.G.. Não venha depois alguém " Por portas e travessas " querer dizer que eu quis ou pretendi com isto, ofender o pessoal do Norte que é absolutamente mentira. Trata-se aqui e só de uma questão de calão ou seja, pronúncia adequada a cada zona de qualquer País mesmo falando a mesma língua.
Mas vamos ao caso em questão: " Eram dois irmãos e a mãe sendo pobre e tendo pouca carne na panela, deu ao irmão mais novo essa carne com pão. Ao mais velho, e porque a carne era mesmo pouca, deu-lhe pão com cebola. Ora, enquanto iam comendo, o mais novo destes dois irmãos is choramingando, até que a mãe lhe perguntou o que se passava para ele estar assim, a choramingar. Disse então o pequeno desta nossa pequena história entre soluços intermitentes: Pois.., é!... Eu estou a comer pão com cane..., (carne em linguagem dos pequenos...) e o mano..., está, a comer gulojeima?!?!. Quer dizer: Quem estava a ser mais bem tratado, era afinal quem ainda sentia razões de queixa. De igual modo, o que vem acontecendo com certos e determinados clubes que, sendo beneficiados em certos jogos, vem ainda para as televisões e jornais queixar-se o que nos diz que acham que foram ainda pouco beneficiados, que quereriam ser mais beneficiados ainda. Só falta mesmo é..., o árbitro
Mandar repetir o penalty como já aconteceu na época passada com o jogo do Vitória de Setúbal contra o FCP no estádio do Dragão. Estão mesmo a ver. Se por acaso na marcação desse penalty o Helton defendesse essa grande penalidade, quem nos garante que o mesmo e dito árbitro mandaria repetir a marcação do mesmo? É sempre mais do mesmo neste sistema corrupto em que transformaram o futebol Português. "Penso eu de que", o Povo Português, mereceria mais e melhor respeito.Eis uma boa questão a discutir! Dizem agora que esta questão de querer de novo dezoito clubes na primeira liga não pode ser porque vai contra a verdade desportiva. Mas que coisa é esta? Querem atirar-nos poeira ou areia para os olhos? Se primaram sempre pela batota, pelo sistema, por árbitros camaleões ( Que se não se vestem de certas cores mostram defender essas mesmas certas cores e por vezes, muitas vezes que são demasiadamente demais, ( Só eles é que parecem não dar conta, tão enlevados estão com essas mesmas cores. Por acaso não foi um desses beber um cafezinho cerca da meia-noite a casa de um desses dirigentes conotados com o "Apito Dourado " e a referida corrupção no futebol nacional? E não foi por acaso essa visita tardia filmada pelos agentes da Polícia Judiciária? Mas para quê tanto trabalho e tanto dinheiro deitado fora se, depois isso não dá em nada? As escutas efectuadas, dizem, não puderam valer de prova em tribunal porque ( Esta é para rir a bandeiras despregadas, esta, tem direito a ser publicada no Guinness...) a pena de prisão para casos destes são, apenas, até três anos. Então porque não deram maior tempo de pena a ser aplicado de modos a valerem as mesmas escutas? Ou será que o legislador em causa deu só esta pena pequena já com a intenção de proteger o prevaricador? Se não é..., parece. E às vezes..., o que é parece.
Li aqui há tempos num jornal que, um qualquer presidente de um qualquer Tribunal dito Desportivo ( como se a gente pudesse acreditar numa pantomimice dessas. Ou nos acham parvos demais ou mais uma vez se pode dizer que não tem por nós, o respeito que lhes merecemos, o que nos diz também, que não merecem eles, o nosso respeito. "Olho por olho, dente por dente"...).
Mas, vamos a factos se é como dizem que contra factos não há argumentos: Aqui há uns anos aconteceu um jogo entre o Santa clara dos Açores e o SLB. UM jogo que parece ter sido morno com as equipas a pouco se esforçarem ou como se diz em futebol, uma equipa só joga aquilo que a outra deixa jogar. Neste aspecto, o jogo de uma equipa pode anular o jogo da outra, mes mo que não ponha o tal "Autocarro" à frente, o que tem acontecido vezes demais para jogarem no contra ataque ou então para jogarem no erro da outra equipa. Até aqui, tudo normal até porque parece que permitido pelas leis do jogo. O que parece que já não tem a ver com essas leis, foi o facto de ter havido um penalty a favor do SLB e o árbitro, qual auto intitulado deus maior castigou o SLB não marcando essa grande penalidade o que nos apresenta em lugar de um grande árbitro, um grande asno. Não rima, mas é a mesma coisa. Não marcou a castigar o pouco jogo desenvolvido pelos jogadores do SLB ou não marcou para retirar os três pontos ao SLB para assim, beneficiar terceiros? Fica a questão no ar, a fim de ser analisada por quem de direito.
Há uns anos também, e isto na Madeira num jogo com o Nacional da Madeira, um tal qualquer coisa santos ( martins dos santos, "Penso eu de que"...)( nem merece ser seu nome escrito com letra maiúscula...) ( porque isso merecem os homens não dados à corrupção, à taição, à ignomínia, à falta de vergonha mas dados à ronha (tentativa para enganar ou iludir alguém; malícia; solércia; velhacaria... e outras palavras terminadas em ia, assim como porcaria e tudo o mais que cheira tão mal quanto ela...) prejudicou de tal forma o SLB que estaria
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