sábado, 14 de abril de 2012

Mandar p'ró lixo, poderá ser crime???...



E porque não? " Eis a questão " poderia dizer Shakespeare ( de nome próprio William...). Parece-me até, que diria muito pior que isso. Poderia inclusive dizer que, em época de fome deitar coisas fora que outrem poderia utilizar em sua mesa como alimentação, a nível de sobrevivência como estivesse numa selva. ( e não é parece até que esta sociedade consumista se tem tornado cada vez com maior gravidade numa selva, selva essa em que, os próprios animais considerados selvagens se negariam com todo o direito que lhes assiste a conviver com a fera, com o monstro em que se tem tornado aquele que alguém diz, ter sido feito à imagem e semelhança de Deus. Só que Deus não pode ser assim tão feio, quanto miseravelmente feias são cada vez mais as ditas acções daquele que deveria merecer chamado homem mas que, infelizmente para todos nós, não merece. Inclusivamente pode afirmar-se que muitos dos considerados animais selvagens, acabam por ter um comportamento mais de acordo com o fundamentalismo da humanidade que aquele a quem indevidamente catalogamos hoje como homem e ser humano que bem vistas as coisas, o que ele demonstra ter mesmo menos, é isso aí:"Humanidade".
Hoje, que se fazem coisas e quantas delas cheias de disparates só para aparecer nas revistas e nos jornais como tendo feito algo em relação à tão propagandeada solidariedade, porque se tornou chik e de bom tom. Quem não se lemgra daqueles chás das senhoras ditas ricas para, dizem elas, angariar dinheiro para os pobres?
E o facto, é de que esses mesmo pobres foram desde sempre morrendo e vão continuar a morrer de fome porque grande parte das vezes, esse dinheiro que hipotéticamente se arranja, acaba desviado para outras paragens que não esses pobres.
Há uma coisa de que quero falar, se mo permitem: Gostaria imenso de saber quem foi o artista que pôs Amália Rodrigues a cantar um fado, onde a letra diz a certa altura "Não é desgraça ser pobre!...". Bem! felicidade é que não é em princípio. Mais, ainda: Como é que ela, sendo uma pessoa esperta e de visão especial, foi cair numa esparrela, numa armadilha destas?... a esses senhores, direi: Tentem comer o pão que o diabo amassou e vão ver o que é ser pobre! Aí, nem que a vaca tussa, sentindo nas suas vísceras o tormento e a tortura da fome, irão começar por rezar a todos os santinhos  e mais alguns a dizer que era brincadeira, que não era a sério. Não saberão eles que com coisas sérias não se brinca?
Sabe-se que desde há uns tempos a esta parte há pessoas que, não tendo mais com que sobreviver, buscam nas lixeiras algo que mesmo não estando nas melhores condições dê para matar a fome a si e aos seus familiares mais directos ou encontrarem lá, um qualquer material que possa ser vendido num socateiro qualquer e conseguirem algum dinheiro, mesmo pouco que seja. É sempre melhor que nada.
Mas onde eu queria chegar era, às Grandes Superfícies Comerciais ( que podem ser grandes mas que sabemos não serem grande coisa, como certos indivíduos que tem só tamanho e mais nada, como certos amigos que a tê-los mais vale não ter nada. É como quando se diz, "Com amigos destes, quem precisa de inimigos?" ou então do género: " Adeus amigo que já foste!...". Não! Não é isto uma despedida de um amigo a outro. Pode ser considerado uma despedida, mas noutro sentido: " Adeus amigo, que já foste amigo! Na verdade, este amigo foi sempre mais um amigo da onça que outra coisa. Há mesmo quem acredite e não deixa de ter muita razão de que a amizade tem sido uma utopia de quem estes falsos amigos se tem aproveitado para se servirem na vida. Da vida e da carteira daqueles que acreditam que les, os tais amigos da onça sejam seus amigos.
Alguns de vós, nobres amigos meus..., gostariam de saber por acaso de onde vem esta história do amigo da onça? Tudo na vida tem uma origem, Brasileira neste caso especifico e já tive de a contar a alguns amigos meus Brasileiros também, que não a conheciam. Mas, não há problema que eu estou cá, ainda e por enquanto p'ra contar e esperemos, pelo menos eu..., que vá estando cá, por muitos mais anos ainda que não tem "Probrema. Tá certo ou não tá ou não tá certo? Eu acho que tá certo e p'ra recomendar!...
Hoje, viaja-se de grandes aviões de um lado para o outro do planeta e de uma forma rápida, ultrapassando em alguns casos a velocidade do som. Mas, nem sempre foi assim: Houve tempos em que as grandes viagens eram feitas em grandes navios transatlânticos, demorando essas viagens dias ou mesmo, meses a fio. Então, contaram-me assim: Iam de viagem dois Brasileiros, não sei se Cariocas ( lembram aquela banda desenhada do Zé Carioca?...), os dois encostados à amorada do navio olhando o mar sossegado que até fazia dó, sem um peixe voador nem nada que a certa altura um dos viajantes Brasileiros disse para o outro. "Oi cara! Nós vamos aqui sem fazer nada mesmo, você não topa um papo? O outro concordou, pois não ia a lado nenhum também, não é? Então é assim, disse o 1º: Oi cara! você ia no mato e lhe aparecia uma onça! O que é que você fazia? Dava um tiro nela!... disse o 2º. Tá bom, mas suponhamos que você não tinha arma? Trepava uma árvore!..., disse o 2º. Tá bom..., mas olha aí! Onça também trepa árvore, tá certo? Fala lá aí! Que é que você fazia p'ra fugir dessa onça malvada, disse o 1º. Nadava um rio!...disse o 1º. Pois é!...., só que onça também nada não é? disse o 1º. Fala lá aí, que é que você fazia p'ra onça não matar e não comer você? disse o 1º. Cavava um buraco e escondia nele!...disse o 1º. Tá certo, disse o 2º: mas onça, que eu saiba, também cava não é?. Aí, o 2º esquentou e falou assim para o 1º: Oi cara! Mas você está sendo meu amigo ou está sendo amigo da onça?.
Do jeito que leva esta história, parece mesmo que o 1º estava mesmo era sendo mais amigo da onça do que propriamente do outro Brasileiro e companheiro de viagem. E coisa que tem muito no mundo espalhado é mesmo amigo da onça, amigo falso, amigo traiçoeiro que ao mínimo toque trai a gente para seu benefício próprio. Se entra mulher no meio então, a coisa piora se os dois querem ficar com ela. Aí, amizade virou ódio de morte!
Não quer isto dizer que a amizade não exista. Existe sim! Só que tem havido muita gente, dos tais "Amigos da onça" que se servem dessa amizade para subir na vida, mesmo que tenha de atropelar o amigo, trair o amigo ou mesmo matar esse amigo.
Ainda no outro dia saiu notícia de que no Brasil uma moça mandou matar duas delas para criar oportunidade de conseguir emprego e desde logo bem pago. Ela não queria coisa pequena, não. Ela queria um emprego bem pago e parece que foi pagar tudo isso na cadeia. Mas não é só lá que tem disso, não! Tem esse caso agora ressente de um advogado português que está sendo acusado de ter ido matar uma sua cliente ao Brasil por causa de um milhão e duzentos mil euros o que parece ter custado um casarão que o mesmo mandou construir em Portugal mas que agora, vai ter que vender porque não pode usar. José Vasconcelos, um humorista Brasileiro dizia p'ra alguém...,: Oi cara!..., você p'ra burro, só lhe estão faltando as penas! ao que o outro respondeu assim com um ar submisso: Mas burro não tem penas... Bom! ( disse José Vasconcelos...) Então não lhe está faltando nada mesmo! Você, já é burro completo!...
Depois tem aqueles como os que chegam em escolas em todo o lugar do mundo como se essas crianças tivesse culpa alguma do que se está tornando mau neste mundo e matam à toa, indiscriminadamente inocentes. Essa gente só pode mesmo é ser burra, porque foram foi só, arranjar lenha para se queimar. Talvez quem sabe, eles queriam era ser cremados? Teve um outro que no Brasil e que a Presidente Vilma teve que tirar fora do  Governo que disse: "Só saio daqui com bala no corpo". Como é que é?...O que é que foi?...O homem só está é mesmo pedindo p'ra chegar lé junto dele alguém com pistola ou revolver na mão e dar bala nele mesmo, se é isso que ele está pedindo dessa maneira declarada. Quem sabe se a sociedade fizesse esses favores que lhe são pedidos dessa forma, o mundo estivesse um pouco melhor? É que vem os tais "Direitos ditos Humanos" dizendo: Pára aí! Essa gente tem direitos!...
E agora pergunto eu...: Cadê os direitos das vítimas que essa gente matou, esfolou, esfaqueou, torturou, violou, queimou e que eles, como juízes e carrascos determinaram seu destino maldito? Cadê o direito dessa gente inocente à vida? Mas quem são eles, os criminosos para se substituírem a juízes e a carrascos e à sociedade civil sobre se tal pessoa, criança ou adulto etm ou não direito a viver ou a ter de morrer e de forma sofredora até às Qintas dos Infernos? Deve doer muito morrer dessa maneira, que ninguém deveria morrer assim. Eu vi há anos via televisão aquando das atrocidades cometidas contra uma etnia no Ruanda, uma jovem aí de uns desoito anos a implorar a um soldado Belga que lhe desse um tiro porque tinha medo de vir a ser morta à catanada. É terrível que gente desta abite o planeta, que alguém já chamou de planeta dos macacos, sem ofensa p'rós macacos está clçaro...,e terem ainda depois a cobertura dos direitos ditos humanos para que sejam tratados com uma dignidade que não tem nem nunca quiseram ter.
Mas, há outra história que merece ser contada, mesmo que não seja para rir, que não é seu propósito principal. O propósito principal de todas as histórias que tenho contado neste blog, que também é vosso na medida em que parece terem-no lido algumas pessoas no mundo inteiro, já perto das mil, é mais de ser uma forma de tenar explicar com histórias aquilo que poderia explicar sem histórias. Só que eu penso que se certas histórias existem, merecem de todo o direito ser contadas. Todos sabemos que nos tempos mais longíquos, em que ainda não se pensava em televisão, eram as histórias que eram contadas à noite em redor da fogueira que faziam parte dos serões de toda a gente. Não me venham agora cá com histórias de que com televisão, as histórias tenham passado à história.

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