quinta-feira, 26 de abril de 2012
Bullying, alimentado por complacência...
Descobri hoje uma revista de Domingo do CM (jornal): Título de capa-João morto por "Bullying". Aos 14 anos pôs fim à (sua) vida. A família acredita que o suicídio foi devido à violência psicológica exercida por colegas. Punham-no de parte e influenciavam outros a fazê-lo.
A comunidade escolar acha que o motivo do suicídio foram factores familiares que somados a outros convergiram para este desfecho. Quem fecha os olhos à acção agressiva dos Bullyinguistas, como pode depois desculpar o indesculpável? Ao não ligar, ao fechar os olhos para não chatearem-se, talvez isso passe...tornam-se coniventes quer queiram quer não. Como podem depois exigir aos mesmos que assumam suas responsabilidades? Isso é o juntar da fome à vontade de comer. É de certo modo como os árbitros de futebol não quererem assumir sua responsabilidade por muitas mortes por enfarte miocárdio por estarem deliberadamente a prejudicarem uma determinada equipa. Perguntem-lhes: Eles? Dir-se-ão inocentes a não ser que haja um dia um corajoso Juiz que os condene por conivência nessas mortes. Até lá, bem podem ir tomando chá de alface a fim de poderem dormir. Bem! Há certos monstros assassinos de figura humana que mesmo presos e condenados com todas as provas apontando contra si, continuam a jurar a pés juntos que são inocentes. Que iremos fazer se é tão difícil um culpado assumir as suas responsabilidades. No outro caso do outro menino de apenas 11 anos que se atirou de uma ponte ao rio acabando por morrer afogado, pretendiam à falta de melhor culpar o continuo que deixou sair a criança pelo portão, como se isso pudesse ser considerado crime, deixando impune o agressor da criança, um matulão já com 17 anos que, segundo parece o agredia a pedido da namorada que implicaria com esta criança, vá lá..., saber-se porquê ou seria assim um gosto como de quem come um corneto de chocolate? É que certa faixa da nossa sociedade foi criada a sentir poder fazer tudo que lhe desse na real gana e deveras importante sem serem contrariados. É que sentirem-se eles contrariados, atiram-se ao chão e sujam a roupa toda. É sempre mais fácil cometerem Bullying sobre alguma vítima indefesa que a direcção da escola, pelos muitos afazeres que tem, pode até fechar os olhos como acontece na maior parte dos casos. Também é certo que as direcções das escolas se sentem impotentes perante as leis que de toda a forma e feitio protegem os Bullyinguistas. É como cada vez haver mais vigaristas porque estes bem sabem o quanto são protegidos em seu favor e contra os vigarizados. Não existisse tanta protecção ao vigarismo e os vigaristas seriam menos. Pelo menos não seriam tão atrevidos. É que eles sabem que lhes sobra tempo e mais algum para dar aso a suas ganas. O vigarizado que se cuide que ainda acaba preso se o vigarista quiser.
Fiquei com a cara de lado no outro dia: Não sei se li bem mas, pareceu-me ler que um ladrão teria feito queixa sobre uma vítima que não deve ter-se deixado roubar, com certeza.
Já sei que a lei diz que em caso de ser-mos assaltados, devemos sorrir ao assaltante não vá este irritar-se e dar uso à faca que trás empunhada na mão. Temos de sorrir e deixar-mo-nos assaltar e depois apresentar queixa.
Mas apresentar queixa para quê, se depois mesmo que agarrem o ladrão ele mete atestado de pobreza e nunca mais veremos nada do que nos foi roubado? Não seria melhor deixarem-nos dar com um pau no braço do ladrão para ele largar a faca e ser ele depois e não nós a termos de pagar as despesas hospitalares? Não será que andamos à tempo demais a ver o filme do lado de lá da tela? Ou então como naquele filme antigo de cawboys em que o artista morre e a mocinha é depois obrigada a casar com o cavalo?
Sou ainda do tempo em que um pobre com umas calças remendas mas lavadas, valia nessa altura mais que um rico vigarista. Há quantos anos, pergunta-se passou a ser ao contrário, sendo que de há uns anos a esta parte ser vigarista já dá status quo. Hoje parece ser válido o lema: Diz-me como vigarizas e dir-te-ei quem és. Mesmo hoje já faz esta pergunta: Não fizeste nenhuma grande vigarice? Não podes ainda entrar para este clube!
É esta complacência perante o Bullying, perante a vigarice, perante a violência doméstica, perante a violência de rua e já perante assaltos pela madrugada com arrombamento de portas com agressões bárbaras incluindo assassínios desses moradores que alimenta este monstro que nos está devorando aos poucos. E coitado daquele que parta uma asa (um braço...) a um deles em defesa própria. Terá de pagar as despesas de hospital, terá de pagar indemnização correspondente isto é..., se não for ainda preso é uma sorte.
Tudo isto é como se a sociedade estivesse impávida e serena abrindo um buraco debaixo de seus próprios pés. Burra, não repara que mais tarde ou mais cedo irá cair no buraco que ela própria cavou com toda esta complacência perante o crime generalizado e do qual o Bullying faz parte intrínseca.
"Abre os olhos mula" é o mesmo que dizer, "abre os olhos sociedade" que como certos animais selvagens, estás já devorando teus próprios filhos, ao seres complacente com quem não deves ser nem sê-lo.
Isto é igual às pegas de toiros: Ou fazes uma pega de frente ou se não tens coragem para tal, ao seres obrigado a fazeres uma pega de cernelha, o toiro pode dar cabo de ti!
E a ser-mos francos..., tu merece-lo com todas as letras!
Aqui há tempos vi uma criança ao colo do pai. Criança para aí de uns dois anos mais ou menos e sendo uma menina. De repente..., alça da mão o mais alto que poderia levantar sua pequena mãozinha e sem pedir conselho a ninguém, dá um estaladão com toda a sua força na cara do pai que de surpreso nem pestanejou.
De seguida esta mesma criança deu um sorriso de orelha a orelha o que nos diz que ela, apesar de tão pequena soube o que fez.Que ninguém diga que as crianças não trazem dentro de si uma certa violência que terá de vir a ser controlada através de educação e quem sabe uma vergasta nas pernas ou no rabiosque.
E é pena que assim seja, quando deveria ser encarado de frente tal como nas pegas de toiros. Estas pegas que temerosamente lhe fazem, nem de cernelha podem ser consideradas. Fazem-lhe umas pegazitas, ainda carregados de algodão e rama, não vá por azar nosso, ficarem com alguma nódoa negra por se tentarem libertar com violência, tipo daquelas crianças birrentas que de modo algum, querem seguir na estrada da vida guiadas e seguras por mão materna ou paterna. Rebelam-se, dão uma sacudidela, arrancam-se das mãos dos pais e correm para a estrada onde vem um carro a uma velocidade que não lhe permite parar em tão pouco espaço, atropelando a criança que ali morre de imediato. É pena que assim seja!
O bullying nasceu torto e como se sabe ( Toda a gente sabe, quem não sabe? Bem! Quem não sabe, deveria saber ou no mínimo, deveria procurar saber, porque nada justifica que alguém não saiba disto!...), " Quem nasceu torto, tarde ou nunca se endireita!". Por sinal, estava eu um dia em frente de uma igreja Cristã que frequentava na altura e recebi uma resposta a uma determinada questão que era esta: "Só Deus escreve direito por linhas tortas". Por vezes, muitas vezes punha-me eu a pensar em como isso seria possível, imaginando mesmo uma de Suas Mãos escrevendo direito por linhas tortas mas, desistia porque não dava com a chave da porta desse conhecimento. Nesse dia surgiu em minha mente acho que, como que uma resposta: " As linhas tortas somos nós!". Bem! Se formos a avaliar, somos por vezes tortos e de tal maneira que só mesmo Deus tem poder para endireitar-nos. Diz a Bíblia que Deus perguntou ao grande Rei Salomão, o que ele pretendia que Deus lhe ofertasse e este respondeu: "Sabedoria" E Deus lha deu e tudo mais lhe foi acrescentado. Li numa revista aqui há tempos que Salomão teria entre mulheres e concubinas cerca de setecentas. Seriam segundo essa revista, trezentas mulheres e quatrocentas concubinas. Ora, quando se diz que a cada homem cabem sete mulheres e meia, Salomão passou-nos a perna muito à frente mas, nada de ciúmes porque ele deixou cá, muitas mais.
O que terá isto a ver com o Bullying? Em princípio pode parecer não ter nada a ver além de uma coisa: Salomão mostrou-se a Deus como um ser obediente e teremos na base do terrível Bullying, se formos a ver crianças desobedientes, que fazem da desobediência a sua força para se tentarem mostrar superiores àquilo que não são efectivamente. Uma criança desobediente o que precisa mesmo são um par de nalgadas naquele rabo, para aprender até que ponto pode ir a sua desobediência.
É uma história antiga: " Um dia um pai deu umas boas nalgadas no rabiosque de seu filho pequeno ainda e este disse-lhe que o estava fazendo chorar. Este pai respondeu-lhe que sim mas porque tinha um motivo muito forte que era pra que o seu filho por se tornar desobediente, não o fizesse chorar num amanhã mais ou menos próximo.
Num programa outro dia na RR ( Rádio Renascença das 00.00 às 02.00 horas..., todos os dias...Só ouve quem pode mas, para quem poder, é bom ouvir esse programa onde vai ouvir histórias reais, onde pode aprender alguma coisa, assim como pode rir e bem com outras!...), ouvi aqui há tempos um pai contar uma história real de não poder dar uma "Acelera" ( Daquelas motos pequenas que estavam na moda para os rapazes na altura...) a seu filho, na época com dezasseis anos porque, sendo camionista internacional, não poderia estar lá tão longe e acontecer o caso de o filho ter um acidente e o pai não poder socorrer seu filho. Seria uma preocupação a mais que esse pai quereria de todo evitar. Choraram os dois. Chorou o filho porque o seu pai não lhe dava a "Acelera" tendo dinheiro para tal e chorava o pai por sentir não poder fazer esse vontade a seu filho de quem ele tanto gostava. Mas lá está, que gostar não é nem nunca foi, fazer todas as vontades e vontadinhas aos filhotes, antes pelo contrário. Quantas mais vontades e vontadinhas se fazem aos meninos, mais desobedientes eles se tornam por consequência. Assim..., não vale a pena fazer-lhes todinhas as vontades, só porque o filho do vizinho tem as vontadinhas todas feitinhas e o meu filho não é menos que o filho do vizinho. É como por exemplo esta questão dos computadores nos quartos de dormir dos meninos, onde os pais não tem hipótese alguma de acompanharem aquilo,que os meninos e as meninas andam a ver. Acontece alguns deles deitarem-se cedo para acordarem lá pela madrugada para irem ver esses sites que não veriam na presença dos pais. Mas o que se pode fazer, se o filho do vizinho, tem o computador no seu quarto de dormir, e o nosso filho, dizem estes pais babosos mas que não sabem bem o filho que tem em casa, não é menos que o filho do vizinho. É esta uma questão de vaidade que um dia, mais tarde ou mais cedo, pode sair bem cara ou até cara demais a esses pais que abusaram nos mimos que deram a seus filhos que, em lugar de os educar, andaram todo esse tempo deseducando-os. E tornou-se agora moda esses pais a quererem que sejam os professores a darem educação a seus filhos. Só que está tremendamente enganado quem pensa que a escola é lugar onde se vai receber educação. Escola, é lugar onde se pode ir receber instrução que aliada à educação que deveriam receber em casa dada por seus pais, podem realmente reflectir num bom comportamento perante a sociedade onde este "Bullying" não tem lugar.
Ninguém pense que uma criança que não recebe educação em casa, a pode vir a receber na escola. Uma criança dessas o que vai fazer à escola, é não deixar os outros aprender assim como eles próprios, não querem fazê-lo. É como que um: " Não sei, não quero saber e tenho raiva a quem sabe.". Mas estão à espera de quê? Isso pode-se comparar a um rebanho de ovelhas sem pastor. Se não tem pastor, muito menos terá cão de guarda. O que pode acontecer então a esse rebanho? Vem o lobo com ou sem matilha e dá cabo do rebanho.
Senhores, não acredito em coíncidências. Para mim, coíncidências são coisas do diabo ( Diz-se na minha terra que por essas e por outras, é que o diabo anda por detrás das moitas. Lá está, escondido para atacar à traição os mais distraídos, aos que prestam menos atenção a certos avisos que se vão ouvindo pela vida fora, mas não se liga o suficiente. É a velha questão do homem só se lembrar de Stª Bárbara quando troveja. Acabou a dita trovoada e é de novo relegada ao esquecimento. Não sei quem reparou que a seguir aos atentados do 11 de Setembro nos U.S.A. as televisões mostravam-nos as Igrejas Americanas cheias de gente, a abarrotar mesmo. Se as mostrassem hoje de novo, se as mostrarem com 1/3 de ocupação, já será demais. Senhores, isto é o homem no geral, é como o amigo que só aparece quando precisa, esquecendo logo a direcção da nossa casa mal deixe de precisar. Aliás ( Isto é um extra que pode nada ter a ver com este título, mas permitam-me aflorá-lo...) não que tenha lido muito em minha curta vida, um dos livros que tive a felicidade de ler, foram " Os Miseráveis" de Víctor Hugo. Por sinal, tenho referido que a poder vir de novo à terra, Victor Hugo ficaria espantado com tanta matéria prima para infindáveis livros. Mas aflora ele na sua obra o seguinte: " Se queres arranjar um inimigo, empresta dinheiro!". No outro dia peguei num livro que achei de Shakespeare e fala ele da mesma coisa, quando no seu romance de Hamllet, indo um filho para Inglaterra indo do reino da Dinamarca seu pai lhe dá por conselho entre outros, este: Lá em Inglaterra, não emprestes dinheiro para que não arranjes um inimigo! é que perdes o dinheiro e o amigo
É incrível como não pode andar diabo escondido aí atrás disso, se "Por essas e por outras é que anda o diabo por detrás das moitas" ( ou das moutas...): Quem empresta, é porque a outra pessoa precisa e foi pedir; empresta porque tem a mania de que pertence à protectora dos animais e gosta de fazer bem; empresta para safar outrem de uma enrascada; empresta por ter pena; empresta por ser solidário e a questão, resume-se a isto: Como pode uma besta quadrada que foi ajudada pagar com traição isto é, trair para depois não ter de pagar? No meu caso pessoal, parecendo mentira porque o parece mesmo, não dá para acreditar, por uma porcaria de sete a dez euros, poderia ter sido eu morto. É o seguinte: Um miserável do tipo daqueles que nos descreve Victor Hugo em sua obra " Os Miseráveis", tentou arranjar dois capangas a ver se me faziam a folha isto é, poderiam eventualmente matar-me ( era-mos colegas de trabalho, daí ter eu feito esse empréstimo...). Não estou a dramatizar, poderia mesmo ter acontecido, só pela simples questão de, se me matassem, ele já não se sentiria na obrigação de pagar-me, assim como não pagou na mesma. Mas será que uma vida vale assim tão pouco para um miserável? Vale muito menos que isso!
Aqui há tempos veio no C.M. sobre um amigo que matou o outro por este lhe ter ido pedir uns cem ou duzentos euros que este lhe teria emprestado. Lá está, com amigos destes, quem precisa de inimigos? Ninguém, que se saiba ou em seu perfeito juízo.
Matou para não ter de pagar ou matou porque se achou vítima deste amigo que lhe foi pedir um dinheiro que ele não podia ou não queria pagar? Às vezes não é o não poder pagar, ás vezes são as duas coisas juntas porque o caloteiro, está sempre à espera de um pretexto para não pagar depois.
Aconteceu um dia em Moçambique que um indivíduo encontrou outro que lhe devia algum dinheiro já faz tempo e um tempo já bem longo, quem sabe e disse-lhe assim: Ória lá óh indivíduo. E quando é qui mi pagas o qui mi deves? Diz logo e depressa o outro, o interpelado, o vigarista, o caloteiro: Indivíduo? Mi chamaste indivíduo? Ória! Agora, é qui mesmo não ti pago!. Estão a ver? O caloteiro, está sempre depois que foi servido à espera, como o diabo por detrás das moutas, de um pretexto que a seu ver, lhe permita não pagar. E reparem, que qualquer motivo lhe serve, basta não lhe responder.-mos a um cumprimento a uma salvação. Bem! Se ele não tiver motivo mesmo, ele arranjará. O que lhe interessa, é acima de tudo, não pagar. É que muitos deles, já pedem mesmo com esse intuito, essa intenção de não pagar.
Há por exemplo para ai um camarada de trabalho, ( Não tem nada a ver com a política...) que soube o caminho pra em duas alturas diferentes ir a minha casa pedir dinheiro para comer. E um facto que se torna engraçado sem ter graça nenhuma ao mesmo tempo, é que quando vão pedir, só falta mesmo porem as mãos como se estivessem a rezar ao seu santo preferido. Acham-se atendidos e viram uns demónios em comportamento, ameaçando mesmo a vida de quem os ajudou e muitas vezes para encherem a mula ( a barriga). O que mereciam mesmo neste e noutros casos, era morrer à e de fome como se enfrentassem uma grave de fome.
Outro caso me foi contado: Um tipo pediu algum dinheiro a outro amigo. ( Bem! Para pedir, eles são todos amigos. Para pagar, na maior parte dos casos, tornam-se num ápice, no instante de um relâmpago, em inimigos...) Dinheiro no bolso e aí estão eles a beber uma cervejas, a fim de comemorar. Às tantas, um indivíduo a quem o mesmo caloteiro já devia faz tempo um certo dinheiro, ao vê-los à mesa a beber as ditas cervejas, aproximou-se e falou ao que lhe devia, quando afinal é que lhe pagava o dinheiro emprestado de boa vontade. E a resposta que ouviu foi esta: Olha lá óh pá...Eu não pago dívidas velhas!... ( É isso aí o que chateia mesmo demais. A pessoa empresta de boa vontade e eles, acabam abusando da boa vontade com que a pessoa os tratou. Não é justo, é mesmo comportamento indigno de quem quer ser chamado de ser humano. Não tem tal direito. O único direito que passa a ter, é o de levar com um pau nas costas a ver se endireita também, já que com a vida que leva a pedir para não pagar, está com um comportamento bem torto que precisa ser endireitado e nada melhor que umas pauladas e das boas naqueles costados...)( e com cuidado, não vá cair alguma no chão.
O caloteiro foi mesmo a ponto de ameaçar bater no indivíduo que lhe empterstou esse dinheiro e este por medo, acabou indo-se embora, embora fosse cogitando outra forma de tentar receber esse dinheiro que emprestou. O outro que estava à mesa e que tinha acabado de emprestar ao mesmo vigarista, estava caladinho que nem um rato mas, já desconfiando que teria emprestado à pessoa errada.
Quando foi embora o outro, diz para este amigo a quem tinha acabado de emprestar :
Com que então não pagas dívidas velhas?
E então às novas como é que fazes?
A resposta do caloteiro, foi esta: Ás novas?
Êh pá!...Ás novas, deixo-as ficar velhas!...
Quer dizer que este degraçado, não pagava era a ninguém, de tão caloteiro que era!...
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