sábado, 2 de junho de 2012
Socooorrooo!..., Istão-mi asssaltaaandoooooo!!!...
Socorro!!!..., Istão-mi assaltando!!!...
Seu Zé!... Não tem assaltantchi aqui..., como é qu'istão assaltando o Siô?
Não tem, não? Olha só esses preços aí!!!...
Eram na realidade os preços que eram muito elevados tanto para o Zé Povinho assim como para o Zé Carioca da nossa história... Pequena sim..., mas muito elucidativa. Eram preços de "Ladroeira", "Ladroagem" de súbditos de Hermes ( deus dos ladrões e dos comerciantes na mitologia Grega se não estou em erro. Mas quer na mitologia Romana quer na Nórdica é também o mesmo deus para ambos. Será coincidência ou mais que isso, sendo que coincidência, segundo se diz que esteja interligada ao diabo? E quando as coincidências são a mais..., dá para desconfiar...) ou seja quando o artigo está a um preço para além do valor da mercadoria. É quase como vender "Gato por Lebre". São parecidos depois de tirar-lhes a pele mas, não são a mesma coisa. Aliás, li aqui há tempos que um amigo convidou outros a uma jantarada de lebre. No fim do repasto..., foi. num misto de brincadeira e malandrice buscar a cabeça do gato que tinha cozinhado por lebre. Aconteceu que um dos convidados não gostou nada da brincadeira..., foi a casa buscar a sua caçadeira e matou o amigo ali mesmo à frente de todos os outros convivas. Um drama de morte advindo de uma brincadeira estúpida. Agiu mal..., não era motivo para tão drástica resposta. Mas quem motivou essa resposta foi quem ofereceu gato por lebre. E depois..., há quem diga que com coisas sérias..., não se brinca!... Aliás o Povo Brasileiro tem dois conceitos muito bacanas: "Respeito é bonito e eu gosto..." e " Respeito é bonito e conserva os dentes...". Diz-nos isto que quem falta ao respeito a quem quer que seja..., põe-se a jeito para "O que der e vier...", que pode ser tudo e mais alguma coisa. Há mesmo quem diga que o respeito é a chave que abre todas as portas. Assim como quem diz que "Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão...", casa onde não haja respeito, haverá falta de tudo sendo que o respeito é a base issencial do convívio humano quer familiar, quer colectivo.
Refere-se isto a uma história de banda desenhada, lida para já para lá muito além de uns bons trinta anos a esta parte, típico e carismático..., Zé Carioca. ( Para quem não saiba esse seu Zé..., é um papagaio falante usado na banda desenhada no Brasil desde há muitíssimos anos a esta parte, apesar de hoje em dia já pouca banda desenhada dessa se ver por aí à venda para mal de nossos pecados.É que sempre nos distraía-mos alguma coisa juntamente com a criançada e sempre aprenderia-mos alguma coisa também porque se muita gente pensa que banda desenhada é só p'ra criança..., está redondamente enganada. Trás também muita lição p'ra adulto, apesar de dizer-se que burro velho não aprende línguas. Só não aprende mesmo quem não quer..., p'ra não dar tiro no pé! Não no pé do outro mas sim em seu próprio pé..., porque mais burro que isso, não tem mesmo!...).
Esta história mostra o nosso amigo Zé Carioca entrando numa lojinha com uma empregada toda brasa ( ela foi até desenhada..., né?...) estabelecendo-se depois o tal diálogo donde se depreende que os preços nessa loja fossem muito altos, fora das possibilidades económicas do cliente, neste caso figurado, o Seu Zé Carioca que de certa forma está falando por nós todos. Um facto é que hoje em dia e cada vez mais, os preços são de uma exorbitância exagerada e há não sei se é por acaso que vem no dicionário uma certa palavra que é...: Ladroeira- Acto de roubar; Roubo; Extorsão; Diz-se do que se vende por mais do que o seu valor.
A isto há um senhor Bispo de Lisboa que lhes chama..., "Ladrões do Povo". Ladrões, Barões, Corruptos, Traficadores de influências, vai tudo dar ao mesmo saco. É daqueles "Sacos Azuis" onde cabe de tudo, principalmente do que lhes não pertence. E é de certa maneira engraçado sem ter graça alguma que, quanto mais lá puserem..., maior o saco se torna, mais lá cabe. É assim tipo "Buraco Negro Cósmico" onde tudo o que lá cai..., tudo desaparece a uma velocidade estonteante ou seja em excesso de velocidade. Estes camaradas sem falar em aspecto político..., tem de forçosamente serem obrigados a devolverem o quanto roubaram. Isso bastará para punição. Nem é preciso prende-los. Não haverá pior punição para eles do que obrigá-los a devolverem até ao último cêntimo do que ilegalmente se apoderaram, porque são ladrões abusadores e diz o dicionário que " O uso do abuso é..., corrupção!". É chegada a altura de obrigar os corruptos a entregarem mesmo que obrigados..., tudo o que abusivamente se apoderaram. E se eles puseram tudo o que roubaram em nome de familiares. quem quer que sejam..., a lei tem que obrigatoriamente estar preparada para ir buscar todos esses valores que foram usurpados ilegalmente. Como atrás disse..., o seu pior castigo será devolve-los. Esse..., será o seu pior castigo. Se depois disso tudo tiverem que andar a pedir..., será só obrigá-los a beberem do veneno que tão egoisticamente andaram a produzir a coberto de certas leis que de certa forma os protegem. Parece até que certas leis se não mesmo todas, divididas entre artigos, parágrafos e alíneas foram feitas de modo a proteger esses camaradas que vivem num Olimpo económico à nossa custa ou seja à custa de nos explorarem sem pejo nem medida. É a lei do quanto mais..., mais. Ou seja..., quanto mais eles nos explorarem selvaticamente.., mais eles tem daí que seja difícil demove-los a procederem de forma mais civilizada. Usam de fato e gravata mas..., não deixam de ser piores que os "canibais". Aliás..., procedem como vampiros económicos a quem, a coberto de leis injustas..., "Quanto mais tem mais querem!". E dizem eles que isso não é roubar esquecendo que tudo quanto é adquirido ilegalmente é como que seja roubado.Todos eles nas Mitologias ( Grega, Romana e Nórdica...) tem o mesmo deus. Parece-me que na grega seja um tal Hermes. Regem-se todos pela mesma bitola aliás, há sempre umas histórias engraçadas ( apesar de em certo aspecto não terem graça nenhuma...), que podem e devem ser mencionadas:
Um dia um merceeiro colocou um cartaz na montra de sua loja pedindo um marçano para ali trabalhar ( deve ser dito que naquele tempo, arroz, açúcar e outras mercadorias vinham em sacos de 50 Kg e eram depois vendidos em sacos de papel nas quantidades desejadas ou permitidas pelo dinheiro na carteira. Quantas vezes pensamos que mandamos e é afinal a nossa carteira que manda em nós. Um dia estava um indivíduo num bar contando seu dinheiro e um conhecido pergunta-lhe: Estas vendo quanto dinheiro ainda tens? Não! Responde o interpelado: Estou vendo quanta sede posso ainda vir a ter!...Lá está..., que quem manda muitas vezes em nós..., é a nossa carteira e não nós nela....) veio o 1º e ele perguntou: Olha cá oh rapaz! Diz-me cá uma coisa! Quantas gramas pesa um quilo de arroz? Mil gramas..., responde o candidato a emprego. Diz então o merceeiro: Está correcto! Deixas aí o nome e a morada que depois logo digo alguma coisa!". Veio o segundo candidato e a coisa repetiu-se, igual com o terceiro, quarto e por aí fora até que..., o último, por ter já um pouco de prática de outra loja diz: 800 Grs. O lugar é teu! Diz o merceeiro: Queres começar a trabalhar já hoje?
Mas isto não é de agora, é de há muitíssimo tempo a esta parte aliás..., foi sempre assim. Se algo mudou, foram só as moscas porque no que respeita ao resto a coisa continua igual se não pior. Em muitos aspectos, infelizmente a coisa piorou e muito. Sou hoje obrigado não a rir mas quase a chorar quando oiço falar em serviço personalizado. É que antigamente, quando era-mos atendidos por um merceeiro de lápis atrás da orelha, que eu saiba..., o serviço era muito mais personalizado que hoje. Hoje..., se acontece algum problema numa superfície comercial da qual até nem somos directamente culpados, vem logo uma equipa de seguranças a tratarem-nos quiçá, quais potenciais ladrões. Ainda não há muito tempo, tendo adquirido meio quilo de queijo numa destas superfícies comerciais mas que na realidade trazia de queijo só 390 Grs.
Quer isto dizer que num quilo, viriam 220 Grs a menos de queijo. É este o tal serviço personalizado que tem para nos oferecer? É mais do que pouco.
Tentei já resolver o problema e acabei a ser atendido por uma chefe dessa superfície comercial mas que afinal, sendo grande de tamanho, não é grande coisa como chefe: É que sendo eu o lesado, pouco faltou para chamar-me ladrão. Ora esta chefe, para achar o preço da grama, foi dividir o preço de meio quilo por mil gramas. Se eu tinha de ser ressarcido em 87 cêntimos de euro, deu-me 50 e com o recado que seriam do seu bolso ou seja da sua carteira, colocando-me a mim como se fosse eu o agente provocador e não a vítima do sistema vigente com tanto serviço que de personalizado só tem mesmo o nome. Ou seja! Chamar serviço personalizado a serviço desta espécie..., é tratarem-nos como papalvos o que de certo modo se torna em si..., numa acção ignóbil visto que eles, ao fim e ao cabo vivem à custa de papalvos como nós.
Cheguei a dizer à dita senhora a quem primeiro chamei de "Dona" e que ela reclamou. Ela acha que não é "Dona", como se chamar dona a alguém do sexo feminino fosse ou pudesse vir a ser tomado como ofensa.
Cheguei a dizer a ela que até nem era a quantidade de dinheiro que estaria em causa mas sim a qualidade porque, indo eu a essa superfície comercial com menos um cêntimo do valor pedido por uma mercadoria qualquer, não a traria para casa, não me seria vendida. O que poderia acontecer, seria chamarem os tais ditos seguranças, muitos dos quais só precisávamos saber a que raça pertencem porque da humana não parecem ser. Alguns não só rosnam como podem até morder! É sempre aconselhável um certo cuidado nestas andanças.
Para este caso, vou ter que ainda fazer um relatório porquanto me falta ainda receber 31 cêntimos, quando na opinião dela teria só a receber 43 cêntimos e assim com um certo ar acusatório, eu levava ainda sete cêntimos de espórtula. É como disse alguém um dia: " Uns comem os figos e a outros arrebenta-lhes a boca...". É como diz o Povo Brasileiro..., " Alguém vai tê qui pagá o pato...", " Alguém vai ter que arcar com as consequências...". ´
E assim: Com tanto serviço despersonalizado com que somos tratados..., nós estamos é cada vez pior.
Pagamos caro..., "Levam-nos o couro e o cabelo..." e ainda chamam os seguranças para nos porem fora da superfície comercial à força ou seja disfarçadamente..., à estalada ou quase. Mentira tudo isto? Seria bom que fosse..., preferiria não estar a escrever sobre estas situações tão chatas. Quem não teve já um caso destes ao acaso, pode considerar-se uma pessoa feliz. É que para esta classe destes ditos seguranças somos ou seremos todos potenciais ( ladrões?...) pontos de conflito.
Por exemplo eu funciono com "Pacemaker" e um dia ia tendo problemas só porque a máquina acusou o toque quando da minha saída. Mas que culpa posso ter eu se ela não acusou quando da minha entrada?
Tive que dizer que o toque deveria provir do "Pacemaker", que não era necessário de todo revistar, que acaba sendo sempre chato. Há sempre alguém que nos vê ir para a sala de revista e depois não fica sabendo do resto quando afinal nada se passou, nada aconteceu a não ser um equivoco de uma máquina em presença de outra.
Mas, houvesse o tal serviço personalizado de que tanto falam e os seguranças nos tratassem de uma forma um pouco mais consideracional, não haveriam tantas queixas do público em geral em relação a eles e às tais Grandes Superfícies Comerciais que enchem afinal os bolsos e as bolsas à custas desse mesmo público que às vezes maltratam sem fundamento de causa.
Mas vamos então aproximar-mo-nos da questão em causa: O preço do café, gasolina e tantas coisas mais, tanto ontem como hoje são quase um assalto, p'ra não dizer que são um assalto mesmo e ainda por cima permitido e descarado.
Quem se lembra daquele programa do Jô Soares em que ele dizia: " Isso não é caro..., você está é ganhando pouco?". Esta lei dos preços livres, se formos a analisar bem foi dar liberdade a quem está preocupado acima de tudo em deixar-nos sem tostão algum no bolso com receio de que o vamos gastar noutra superfície comercial que não a deles.
Sou obrigado a dar razão ao nosso amigo Zé Carioca. Nós hoje ou somos assaltados na rua ou somos assaltados dentro das casas comerciais pelos preços exagerados que são praticados sem ter em linha de conta o o.m. n. ( ordenado mínimo nacional...). Tem que haver um preço máximo para tudo que seja posto à venda e não estar o preço sujeito à ambição pessoal de cada comerciante.
Se reparar-mos, enquanto que no tempo do escudo as coisas aumentavam na ordem de 1#00 a 2#50, hoje em dia os aumentos são no mínimo na ordem dos 5 a dez se não vinte cêntimos por coisa, Ora em relação ao escudo, esses aumento seriam na ordem dos 10#00, 2o#00 a 40#00. Que se tenha visto, não foi nessa ordem o aumento do o.m.n.. Quer se queira quer não se queira "O Regulamentador" tem que ter em conta o valor do o.m.n. a fim de se dar um preço máximo às coisas que nos são vendidas sem serem tabeladas.
Viu-se como no caso da gasolina de que a livre concorrência poderia beneficiar o consumidor em geral. Na realidade o que verificá-mos foi ser o consumidor ser depenado de toda a forma e feitio a fim de que as gasolineiras aumentassem seus lucros de forma exorbitante. Para já e ao que se sabe, qualquer ordenado de um qualquer "Sr. Administrador" de uma qualquer gasolineira anda à volta dos mil e tal euros diários. Se isto não é um roubo e se não farão eles parte do grupo dos "Ladrões do Povo", para a próxima vez, candidatar-me-ei a Presidente desta República que mais parece de bananas que das Baamas. Uma coisa é certa. Das Baamas não somos nós!
Acabamos por ficar com a ideia de que essa coisa dos preços livres, é só em benefício do comerciante em geral e em prejuízo do público que os sustenta e os enriquece assim como aos políticos.
De certa forma pouco mudou entre a antiga plebe e esta agora nova plebe. A diferença é que antigamente os chamados nobres eram-nos impostos por nascença. Nasciam segundo se diz da classe nobre que quantas vezes se formos a ver não tinham classe alguma ou se a tinham era tão pouca que quase não se notava. No R.D.M. antigo o 1º Sargento era obrigado a saber ler e escrever porquanto o oficial podendo ser originário da nobreza poderia ser analfabeto. Engraçado, sem ter graça alguma. Burros que nem portas, mas mandavam, só porque eram filhos da dita nobreza e quantas vezes bastardos? Para não saberem ler é porque o divertimento era demais. Viviam à custa da plebe, carregando-a de impostos quantas vezes impostores (injustos...), entre festas e caçadas à lebre e ao coelho e o desgraçado do pobre a ter que trabalhar as terras a fim de lhes darem de comer passando eles a fome. Não deveria ser fácil a vida nessa altura dos acontecimentos e de certa forma o que mudou, foi pouco. Sabemos ter sido a escravatura abolida aí para o reinado de D. Manuel não sei quantos mas na realidade vemos ela continuar disfarçada em democracia. Palavra bonita esta em que nos enganam pedindo nossos votos para depois e melhor nos explorarem. Não dizem eles que cada Povo tem o governo que merece?
Fazem de nós gato sapato e ainda lhes sobra tempo.
As reformas e os ordenados milionários que deveriam acabar por serem a causa principal desta crise, aliada à corrupção exercida de certa forma pelos mesmos que auferem desses ordenados e dessas reformas, não acabam o que nos garante que a escravatura foi abolida sim mas só no papel. Economicamente ela continua andando por aí à solta que nem uma manada de cavalos selvagens sem dono nem chefe de manada.
O resultado? Eles com cada vez mais e nós com cada vez menos. A cada dia e cada vez mais o fosso entre o mais rico e o mais pobre é maior.
Quem foi que disse " Quanto mais conheço os homens mais gosto dos animais?".
Lei de Assoca: Quem foi Assoca? Foi um rei Indiano do tempo A.C. que com quatro leis apenas governou todo aquele território imenso conhecido hoje em dia como espaço territorial Indiano, mais coisa menos coisa por ser natural que entretanto e após tantos anos suas fronteiras tenham sido alteradas.
Eram essas leis as seguintes:
1ª- Gasta pouco.
2ª- Economiza pouco.
3ª- Não peças dinheiro emprestado.
4ª-Não explores ninguém.
Lendo e analisando estas leis, dei por mim a descobrir a palavra "Suficiente" e porquê?
1ª. Gasta pouco quer dizer, gasta o suficiente mas, sem gastares demais porque se acaso gastares demais, irás gastar mais do que o suficiente.
2ª- Economiza pouco. Surge-nos de novo a palavra suficiente quer dizer, não gastes demasiado mas apenas o suficiente. Aliás, pode inserir-se aqui o cúmulo da avareza isto é..., em relação àqueles que economizam demais. E o cúmulo da avareza é..., o indivíduo ser tão avarento tão avarento que consegue criar ferrugem nos dentes e teias de aranha no cu! Quer dizer que não come só..., para não gastar dinheiro em papel higiénico. Conseguem gostar mais de dinheiro que deles próprios..., uma aberração em vida mas tão estúpida que não tem ponto por onde se lhe pegue. Faz-me isto lembrar um desenho que vi há dias num livrinho de banda desenhada: Mostrava um indivíduo de gatas em pleno deserto e com um sol terrificamente quente incidindo sobre ele e ele pensando em dinheiro. P'ra que lhe serviria o dinheiro se não havia por ali quem vendesse água? Estamos a falar de um desenho mas..., um desenho que foi feito por alguém humano ou seja, um desenho que representa algo que pertence ao ser humano por mais aberrante que pareça.
Aqui há tempos e seguindo esta linha, contaram-me ou li esta anedota: Um indivíduo dispôs-se a uma travessia pelo deserto. Adquiriu um bom camelo e pôs-se à viagem mas, não percebendo muito de orientação, perdeu-se no caminho até que o camelo morreu de fome e sede. Aí..., continuou ele por seu por seu próprio pé só que era difícil cada vez mais, vencer aquelas dunas de areia escaldante e sob um sol abrasador que estrelava ovos sem fogueira e de certo modo, queimava os miolos ao viajante aventureiro.
( Lá está..., quiz economizar demais ao aventurar-se sozinho pelo deserto adentro em lugar de ter contratado um guia que soubesse o caminho. É como se diz em Portugal, "Ganha-se na sacha perde-se na monda."...)( A emenda acaba sendo pior que o soneto!...)
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