Eu sei que o título do filme que foi feito foi..., " Feios, Porcos e Maus ". Só que isso é apenas o nome de um filme de certa forma fictício. E digo de certa forma porque o mesmo mostra uma certa realidade que deveria ser vista mas..., a que muitos fazem vista grossa, não faz parte do sistema de engrossar as contas nos bancos nacionais...( uma pequena parte...) e o grosso da fatia nas tais malditas ofshores onde escondem a maior fatia do bolo que conseguiram arrecadar por forma ilícita curruptiva. Esquecem ou simlesmente não sabem que corrupção está liga a coisa podre, nauseabunda, putrefacta e por aí fora em tudo o que diga respeito a tal coisa.
"Maus, Feios e Porcos"..., trata-se de uma realidade onde todos somos intervenientes, mesmo que contra nossa vontade e nossa opinião que para eles..., não conta para nada. Eles..., está mais do que provado só se interessam pelos nossos votos a fim de lhes dar-mos isto é..., conferir-mos-lhes poleiro, pedestal de onde se põem a deitar as chamadas "Postas de Pescada" que ao fim e ao cabo a nós..., não nos dizem nada de jeito, aliás se interferem em nossa felicidade é...., para o lado que menos nos interessa ou seja o de fazerem-nos infelizes. No nosso caso e no de outros Povos também..., não somos os únicos a serem feridos pela mesma arma da estupidez e ganância governativa, exploradora e por quantas vezes sanguinária de quem, por meios ilegais e condenáveis incluindo pela "Carta dos Direitos Humanos", ( infelizmente para muitos esquecida à séculos no fundo de umas quantas gavetas governativas...) e pelo Tribunal dos Direitos do Homem. Em muitos casos infelizmente..., neste filme real em que o artista principal morre e a donzela coitadinha..., é obrigada a casar com o cavalo se não quiser morrer solteira. Um final tão infeliz para um filme tão bonito.
Ora acontece ter acabado de ler um livro sobre a vida, obra e morte de Emiliano Zapata, não o homem da reforma agrária na Revolução Mexicana como é geralmente difundido, mas o homem na e da defesa das terras usurpadas pelos grandes ( eram grandes mas..., todos sabemos que não eram lá assim grande coisa em valor de homem que mereça ser chamado homem. " Nem tudo aquilo que luz é ouro...", nem todos que parecem pertencer à classe humana poderão um dia serem chamados de homens. Falta-lhes qualquer coisa..., falta-lhes classe. É assim: diz-se por aí que, "Uns tem queda mas não tem espaço; Outros tem espaço mas não tem queda e outros ainda..., não tem uma coisa nem outra.". É o caso de certos grandes que não são grande coisa afinal..., qualquer homúnculo lhes passa à frente...) latifundiários com cobertura dos ditadores Mexicanos da altura, para que as mesmas fossem devolvidas a seus legítimos proprietários, as terras comunais de onde o Povo Mexicano, ( mais na zona de Morales que seria a zona de maior intervenção de Zapata, a zona de seu nascimento e crescimento...) explorado de todas as formas, económica, social e culturalmente, retirava o sustento alimentar de seus filhos e filhos da Nação Mexicana que os déspotas e os ditadores esquecem de sobremaneira. Acham eles que estes não são filhos da nação e apenas enteados e como tal, com muitíssimas semelhanças a outros Países incluindo Portugal..., não tem por essa ordem errada de sentimentos..., direito a nada.
Na vida e obra de Jesus Cristo, há uma passagem onde uma mulher plebeia que lhe vai pedir cura para sua filha que teria encorpado dentro,de si um espírito maligno, J.C. parece não querer atendê-la por não ser esta
pertencente à raça dos Judeus, para quem Jesus Cristo diz na altura ter vindo em primeiro lugar. A determinada altura refere Jesus que não se pode dar o pão dos filhos aos cães e a mulher plebeia, gentia aos olhos da religião Hebreia responde a Jesus Cristo da seguinte forma muito inteligentemente: " Mas também os cães comem das migalhas da mesa de seus donos!" E Jesus Cristo dali..., tal o sei poder sobre a vida e a morte diz para a plebeia: Vai..., que desde este momento..., tua filha está livre desse espírito maligno que a incomodava. Veja-se..., imagine-se ou pelo menos tente-se imaginar qual o poder incomensurável de Jesus Cristo que dali ainda de uma distância considerável..., libertou a infeliz de uma incorporação de um espírito maligno ou seja, demoníaco. Quando os exorcismos são feitos à presença quer do endemoninhado quer do exorcista, Jesus Cristo ultrapassando todas as barreiras e distâncias possíveis e imaginárias..., faz, dali de tão distante o exorcismo, ordena dali mesmo a expulsão do espírito maligno do corpo da menina e filha desta plebeia que não teve dúvidas em pedir ajuda ao Senhor. Também é preciso referir que este Senhor dos senhores nunca apoiou os ditadores e a exploração do homem pelo homem.- Tudo isso é contrário às ordens e directivas de Deus pela boca dos Profetas em primeiro lugar, depois pelo próprio Jesus Cristo e mais tarde pela boca de seus Apóstolos a quem Jesus Cristo deu poderes plenos de expulsar como ele o fazia, curar enfermos ou seja..., integrarem-se no elemento dominador do qual Jesus Cristo foi o maior expoente vivo a viver na terra. Quero com isto dizer que os ditadores podem safar-se de castigo merecido na terra mas..., não se livrarão com toda a certeza do castigo de Deus no dia do Juízo Final. E não vale a pena dizerem que não acreditam em Deus que estarão como todos e como eu a, sujeitos a esse julgamento.
Não façamos como Kadafy a pedir clemência a seus carrascos saídos do meio de seu Povo..., depois de ele próprio ter demonstrado não ter nem sequer saber o que seria clemência com que deveria ter tratado o Povo Líbio que, enganosamente ele dizia ser dele. Ele sim..., faria parte do Povo Líbio por ter nascido na Líbia..., mas nunca ele poderia mostrar-se como dono do Povo Líbio que com a conivência de certas autoridades Europeias que deveriam ter demonstrado maior sapiência e maior vergonha, dizia ou melhor tinha a ousadia de dier: " O meu Povo ama-me!!!...". Bem! Se a forma como lhe limparam o sebo é amor..., então o que seria se o Povo dele o odiasse? Com certeza..., iriam cozinha-lo em vida e dar o seu corpo a comer aos cães vadios da Líbia.
Pessoalmente fiquei admirado quando deu na televisão Kadafy a pedir clemência, tanto que referi a mim próprio; Afinal o gajo, amigo de Sócrates ( não o pode negar após tantas visitas de cordialidade e de convivência que parecia até que tinha andado juntos na escola primária, sem poder esquecer o Chavez da Venezuela. ( Só tenho pena da doença, do cancro de que ele parece padecer, que não se deve desejar a ninguém, mesmo inimigo que seja...) Pareciam de certo modo, os três amigos da videirada; Espero que não me levem a mal mas, eles merecem no mínimo esta alcunha. Ou será por acaso que o BPN estava para ficar para um familiar de Kadafy se não para ele mesmo mas só que com o nome do familiar? Eram ou não eram afinal grandes amiguinhos todos estes três? Mas vá lá..., de Chavez ouviu-se alguma coisa em defesa do mesmo Kadafy e que nada de nada mesmo se ouviu de Sócrates em defesa do mesmo. Meteu o rabinho entre as pernas, qual cão vadio e fugiupara terras Francesas de onde só tugiu ou mugiu em sentido figurado
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