terça-feira, 6 de março de 2012
Um Sarilho do Saralho!!!...
Ao ouvir hoje ( Ou seja, ontem à noite...) num programa radiofónico sem o elemento do P.S. presente ( Vá lá, valha-nos S. Ingrácia que de vez em quando ele se lembra de nos presentear com sua ausência...), raposa velha..., ( quer dizer, sabe delas e de suas manhas todas...), Vera Jardim que vai dando uma no cravo e outra na ferradura, dando a triste ideia de que como qualquer bom Socratino ( Sócrates +cretino...)ainda não deixou de acreditar nos tristemente célebres P.E.Cs- (1)( Quando já tanta criança não acredita no Pai Natal...) que, ao fim e ao cabo serviram só para alimentar ilusões e aumentar os juros e o valor dos juros que teremos de pagar, por esta malversação ( Delapidação de fundos, má administração, desgoverno...) de Sócrates. E que, ironia das ironias, faz-se agora passar por estudante de filosofia em Paris, ( Gostaría-mos era de saber quem está pagando esses estudos ou seja, com que dinheiro está ele pagando a estadia em Paris, que sabemos ser cara se foi afirmado que o mesmo ou seja o dito cujo não poupou nada do seu ordenado enquanto 1º-ministro em Portugal. A ser verdade que quem cabritos vende e cabras não tem, nós Povo Português gostaríamos de saber donde vem agora esse dinheiro para não acreditar-mos nessas notícias que noticiam que houveram desvios e grandes para certas ofshores, em princípio, dinheirinho do nosso ou seja do Erário Público que vai dar ao mesmo. Diga-nos portanto esse senhor donde lhe vem tal dinheiro, não nos obrigue a desconfiar porque a sermos a isso obrigados, isso não vai jogar a seu favor e iremos a ter a tendência de acreditar-mos em todos os boatos que por aí correm , dessa quantidade exorbitante que terá ido parar a certas ofshores. A ser verdade que quem não deve não teme, não tema a informar-nos de onde lhe veio tanto dinheiro. ) onde parece só conseguiu entrar numa Universidade após cunha da Embaixada de Portugal na mesma cidade. Parece-me também que uma pessoa com vergonha na cara, não aceitava isto, não se sujeitava a isto. Isto, vem-nos demonstrar que vergonha na cara de certa gente, é como manteiga em nariz de cão. Não aguenta! Pessoalmente, estou ainda para ver o que servirá a filosofia a um curso técnico. Alguém me poderá explicar uma aberração destas? É verdade ou pelo menos parece que o homem tenha tirado uma especialização em Engenharia Sanitária passada, segundo ele ( É sempre o mesmo: As fontes de informação sobre as suas capacidades académicas, são sempre ele, só ele e mais ele. Pode ver-se pelas escutas agora publicadas no C.M. mais ou menos como ele consegue os diplomas, os colegas e outras coisas que só ele saberá na mesma. É assim: Ou acreditamos nele só por fé, ou se fizer-mos como Tomé corremos o risco de não ver mesmo nada...) passada por uma Escola Nacional de Saúde Pública.
1º- Estou p'ra ver até que ponto uma Escola pode passar um atestado em princípio só da responsabilidade de uma Universidade.
2º- Estou p'ra ver até que ponto uma formação sanitária serve um curso de engenharia civil, que se reporta à construção de edifícios com ou sem sanitários. Sabe-se de ante mão que os sanitários são intrinsecos aos edifícios mas, "Penso eu de que" não terá nada a ver com Escolas de Saúde ou de não saúde. O que esta escola poderá ensinar sobre sanitas, terá a ver com higiene e limpeza e não com a sua construção ou fixação. A não ser que alguém possa andar fixado psiquicamente em sanitas. A cada doido a sua mania, diz-se dos primórdios dos tempos. Um dia, um indivíduo vai a uma consulta ao seu psiquiatra: Este pergunta-lhe o que é que se passa e o indivíduo diz-lhe: "Não se passa nada Dr.. A minha mulher é que tem a mania de que não é a Josefina.". Moral da história: Não era ele que tinha a mania de que era Napoleão Bonaparte. A sua mulher é que tinha a mania de que não era a mulher dele.
Um dia um velhote vai ao médico marcar uma consulta para sua mulher que, segundo ele andaria um pouco surda. O médico marcou a consulta mas pediu-lhe para fazer uma certa experiência que seria, à medida que se aproximasse de casa, ir chamando pela mulher. Assim ele fêz e a vinte , a dez e a cinco metros da casa, foi chamando pelo nome da mulher até que chegando ao pé dela, esta lhe diz: " Credo homem! Que é que se passa contigo para estares para aí a gritar pelomeu nome como um doido?". Moral desta história: Quem era surdo não era a mulher, era ele. Ele é que precisava de ir ao médico. É mais ou menos como aqueles que gostam muito de apontar o dedo acusador aos outros, esquecendo que ficam com três dedos de sua própria mão, apontando para si próprio. Parece que dizer eles, eles, eles, é mais fácil que dizer eu, desde que não seja para comer. Um dia, numa feira, um pai dizia de seu filho: " O meu filho come por dez!" E o filho, dizia-lhe: " Aposta pai que ganhas!" E o pai repetia: " E trabalha por vinte!" E o filho respondia-lhe: " É! Agora põe-te a fazer apostas de merda e depois diz que perdes! Entendamos: O género humano, é surpreendente na maior complexibilidade possível. Quer dizer: Quanto mais complexo e mais surpreendentemente mesmo que pela negativa, aí está o género humano. Vejamos o caso dos ditadores a quem chamam grandes ditadores mas que nós sabemos não serem grande coisa, por e para exemplo à posteridade a não ser a outros ditadores que lhes queiram seguir os passos. Mas não esquecer também que um ditador só se impõe a um País se outros ditadorezinhos mais pequenos, quase insignificantes se lhe juntarem.É como dizer que se não existisse tantos "Bufos" em Portugal, as vítimas da PIDE, não seriam tantas. Quer-se esquecer, faz jeito esquecer que a bufaria saíu do seio de nossa família Pátria, não vieram de fora. Nasceram cá, por muito que custe a aceitar. Eram irmãos de alguns e primos de outros.Não se armem agora todos em inocentes, correndo o risco de parecerem indecentes.
(1)- mesinha caseira a livrar-nos desta maleita por eles criada com ordenados desproporciopnados ao nosso P.I.B., reformas e cartões de crédito a pedido, sintetizemos, um regabofe económico.
Quanto a nós que até nem somos economistas mas que sabemos bem que 2+2 são = a 5, mas só quando a conta está errada. Não nos tentem embarrilar mais que o Socratismo já passou ou melhor, foi ultrapassado pelos acontecimentos económicos de triste memória
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