quarta-feira, 21 de março de 2012

Temos!!!... Mas temos o quê???... Problemas???...



Ouvi esta palavra esta madrugada enquanto ouvia acho que a rádio SIM (1) ( Acho que, se não estou enganado ou em erro de um tal Sr. Deputado parece que do PS que dará pelo nome de Galamba. Mas caramba Sr. Galamba! Será que é preciso tanto depois deste demais? Diz Vossa Excelência que este Governo PSD / CDS  está a fazer pesada demais a factura a ter de ser paga por todos nós menos vocês.  Sim, porque com o que Vossas Excelências recebem, não sendo garantido que o mereçam, esta crise passa a léguas de distância de Vossas Excelências. Diz também Vossa Excelência de que o IVA deveria ser de dois pontos acima do que é. Mas então em que ficamos? Ficamos naquela em que " Diz o roto ao nu, olha lá porque não te vestes tu? " Caramba Sr. Galamba! Se acaso o IVA fosse dois pontos acima do que é, " Penso eu de que " e não sendo eu economista ou formação académica como Vossa Excelência deve ter, a não ser que por acidente tenha também cursado na Universidade Independente e o seu diploma tenha sido como o do outro assinado a um domingo, essa tal factura a que Vossa Excelência se refere, seria no mínimo dois pontos mais pesada, não?. Por acaso já ouviu Vossa Excelência aquela história do ferreiro cego que ao ferrar a besta, dava uma no cravo e outra na ferradura? Assim me parecem Vossas Excelências do PS ao acusarem este governo que eu não defendo mas que tenho que compreender que alguém tem de pagar a factura deixada pelo vosso Ex-1º ministro ( Meu não nem nunca o foi porque não tendo votado nele, nunca o consideraria como meu. E quando se diz que com ele a factura a pagar pelos Portugueses, principalmente os mais pobres, os que não tem possibilidades de fugir aos impostos impostores ou por eles impostos, aumentou para tanto, ele que pague essa factura porque eu não assinei nada.  É como dizer que quem beneficiou do tal "Saco Azul" no anterior governo do vosso 1º- Ministro porque todas Vossas Excelências votaram nele apesar de terem visto a má governação ou melhor a "Malversação-Delapidação de fundos; Má administração; Desgoverno " que ele fez durante os primeiros quatro anos. Só que não vos chegava, Vossas Excelências queriam mais. Aliás, toda a cúpula do vosso PS e responsáveis por toda esta situação que se atravessa, tanto votaram nele como publicamente o apoiaram. Não se compreende e muito menos se aceita, a não ser que esteja tudo doido devido aos efeitos do "Aquecimento Global " mas, nem por tudo isso, tem quaisquer desculpas. Não houve racionabilidade e ainda por cima, muitíssima irresponsabilidade. No meio de toda esta confusão, o que iremos dizer amanhã a todas as criancinhas que hoje frequentam os jardins de infância? Que não tem direito a um futuro porque houveram irresponsáveis que o esbanjaram? O mais certo é elas procurarem saber quem foi a fim de lhes torcerem o pescoço e numa circunstância destas, quem se aventurará a ser seu advogado de defesa? Vossas Excelências que se cuidem tratando já do Seguro. Não! Não é deste que vossas Excelências tem agora como Secretário geral. Tratem é de um seguro de reforma, porque podem muito bem não virem a usufruir dela. Pelo caminho que isto leva e com toda a corrupção e malversação a que o País esteve sujeito, como o outro ou seja outra personalidade que não vale de todo denunciar pois todos sabemos em princípio de quem se trata, não termos nem para pagar ao padeiro. Nesta altura do campeonato, apetece fazer esta pergunta mesmo que pareça e seja entendida como reaccionária; Foi para isto que foi feito o tal 25 de Abril? Nesse caso, foi muito bem feito. Pior, seria impossível... Estou ainda para saber, é para que é que seria!...) (1') que nos oferece música de outros tempos o que vem de acordo a uma citação minha que reza assim; " Cuidado porque nem tudo o que é novo é bom e nem tudo o que é velho não presta! A.G.G. " . Nós temos música de outros tempos, que podem servir de inspiração aos novos músicos de hoje e não pretende ser isto uma crítica pela negativa mas, antes pelo contrário apela à positividade. Teremos de nos distanciar dos " Não sei, não quero saber e tenho raiva a quem saiba!" que não nos levam a lado nenhum, antes pelo contrário!
Mas, referindo-me ao título em si parece-me ter ouvido um membro ou deputado do PS, não sei se um tal Galamba a referir-se a esta palavra especial nos mais variadíssimos sentidos, muitos mais do que possa parecer-nos assim de momento. Mas assim como poderemos empregar a palavra "temos" , poderia-mos também empregar a palavra "Tinha-mos". Por exemplo toda a gente diz que à época do 25 de Abril, tinha-mos os cofres do Banco de Portugal com bastantes toneladas em ouro. É preciso ver que estamos a falar em toneladas que correspondem a mil quilos cada uma o que nos diz, que teria-mos milhares de quilos de ouro que hoje em dia não sabemos onde estão, onde estarão ou se até ainda existem e estarão no mesmo sítio que deveria ser nos cofres do mesmo B.P.. É que há quem diga que já não temos nada disso. Ou se evaporou, desmaterializou-se ou simplesmente mudou de sítio, sítio esse que nós, Povo Português temos todo o direito a saber onde porque, tendo esse ouro sido arranjado com o nosso sacrifício, esse ouro era nosso e não daqueles que por artes mágicas o delapidaram isto é, lhe terão dado sumiço. Assim, as palavras deste deputado pecam por defeito e ele pode não passar de um mero mentiroso o que até já não será demais visto a política hoje em dia se basear na "Demagogia" que se baseia em princípio em fazer promessas que se sabe depois não irem cumprir. Quer dizer, prometem só para caçar voto e depois de eleitos, fazem precisamente o contrário daquilo que prometeram fazer em campanha pseudo-política.
É certo e sabido que " Quem ou o que nasce torto tarde ou nunca se endireita! ". Como se pode desejar sequer que, uma malversação ( A que eles erroneamente chamam de governação...) dê certo se começou torto logo à nascença?
Vai um indivíduo ao psiquiatra e este pergunta-lhe o que se passa: O inquirido responde; não se passa nada Dr.. A minha mulher é que tem a mania de que não é a Josefina. Quer dizer, não era ele que tinha a mania de que era Napoleão Bonaparte...
Mas, voltemos ao "Temos". Um belo dia em pleno Alentejo dois Compadres resolvem ir à caça em tempo de defeso ( para quem não saiba, refere-se à época em que é proibido caçar...a não ser que sejam rolas só que estas rolas são de outra caça que não tem nada a ver com esta caça. Tá???....) . Às páginas tantas, aparece-lhes um coelho saído do mato e vai um deles mais rápido e atira no coelho, matando-o. Diz logo o outro Compadre; Compadre! Temos coelho!... Temos?, não!... Diz o inquirido; Tenho!!!... O outro Compadre calou-se de momento, dado ter visto que o outro Compadre não estava na intenção de dividir esse dito e referido coelho. Só que por azar às páginas tantas, ( E um azar dizem, nunca vem só...) aparecem-lhes pela frente quem? Esses mesmos, os indesejados e malditos guardas da venatória. Diz logo o caçador para o outro; Compadre!, Já temos problemas!...
Temos?!...Não..., Tens?!...
Quer isto dizer: Segundo o que matou o dito coelho, o coelho era só para um mas os problemas, já poderiam no seu pouco sábio entender, ser para os dois. Nesta óptica, estamos nós, está Portugal. Gastaram o nosso dinheirinho mal gasto, algum e quanto dele desviado para as célebres e muitas offshores que povoam o planeta Terra sustentando os parasitas do sistema económico mais conhecidos como especuladores, quais piratas navegando pelas águas tumultuosas das bolsas, onde acontece na prática como que um terrorismo económico para se apoderarem do que não é deles. De certa forma, conseguem por as fábricas na falência, apoderando-se de tudo quanto antes era do proprietário das ditas fábricas. Não há muito tempo ouvi de um gestor que foi trabalhar para uma fábrica. Alguns poucos anos passados, esta fábrica faliu. Não muito tempo depois, não muito longe desta surgiu uma fábrica fabricando o que a outra anteriormente fabricava. Havia só uma pequena diferença. O dono desta nova fábrica, era o antigo gestor da outra. Também me chegou ao conhecimento de uma outra situação: Haveria em certo lugar uma fábrica de tijolos ou seja, uma cerâmica que ia funcionando com a gerência do dono, indivíduo ainda do tempo da antiga 4ª classe. Com esta coisa da modernidade, lá arranjou um gestor comercial. Não durou muito tempo, antes que a referida fábrica de tijolos viesse a dar falência. Este gestor ou esteve inserido naquela trapalhada  dos barcos dormitório da FIL e que deu ainda um prejuízo de monta, parecendo-me que foram ainda uns milhares que foram à vida e para os bolsos de alguns porque o dinheiro não evapora que se saiba! Simplesmente, pode mudar de dono ou de bolso. Ora, esse prejuízo teve que ser arcado pelo nosso Erário Público, sendo que este é o somativo dos impostos que somos obrigados a pagar.
Mas, voltemos ao tema, "Temos"!
Por este andar o que parece que não temos nem viremos a ter nestes tempos mais próximos, é termos uma Oposição Responsável o que até, diga-se nos faria bastante jeito.
E já que falamos em faria, sabem-me dizer; O que é que o Faria, faria ao Faria?
Simplesmente isto; O Faria faria ao Faria, aquilo que o Faria faria ao Faria. Quer dizer o seguinte; Que o 2º Faria trataria bem o 1º Faria, desde que o 1º Faria tivesse tratado bem o segundo.
Também se ouve dizer que; "Quem semeia ventos, colhe tempestades." Uma oposição responsável, em lugar de acusar por tudo e por nada só para se tentar desmarcar da situação presente, deveria em princípio e ao contrário do que normalmente faz, procurar apresentar planos concretos da forma de sair-mos desta crise. Dâââhhh!!!... ( Aquilo que agora os putos fazem, olhando para nós e passando a sua mão aberta à frente dos seus olhos, da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, numa forma de nos dizerem; Não compreendes o óbvio óh palerma? És burro ou fazes de conta? Sabes o que é que será lerdo ou mentecapto ou não reconheces que o és?...)
"Temos". William Shakespeare diria; Termos ou não termos, eis a questão.
Temos sim, grandes problemas a resolver e um dos principais, será o de baixar certos, determinados e muitos ordenados principescos, eis a nossa e principal questão.

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