terça-feira, 29 de maio de 2012
Tratado de Simulambuco!...Cabinda!...
Decorreria o ano de 1834 ( mais ou menos. A data parece-me aproximada mas não será o mais importante...)
quando no Reinado de D. Manuel foi assinado um tratado de paz e cooperação entre as gentes de Cabinda e Portugal. Cabinda tornava-se assim um protectorado Português, a exemplo do que se passa hoje com o Mónaco em relação a França, assentando essa aliança num pacto de defesa, caso Mónaco seja atacado por qualquer potência estrangeira. Para além disso, haverão com certeza outros acordos económicos de interesse mútuo o que aliás, tem toda a lógica e mais outros assuntos que desconheço, assim como Portugal há muitos séculos um tratado com a velha Inglaterra, apesar de esta nem sempre se ter comportado nas melhores conveniências como foi o caso do conhecido "Mapa Cor de Rosa" que dava aos Portugueses o domínio territorial por terra de Angola a Moçambique mas onde Inglaterra nos fez um ultimato feio. Tão feio consoante os ingleses tem sido feios em algumas acções menos próprias como foi por exemplo tornar em "Corsário" um conhecido "pirata dos mares na época dos descobrimentos" a fim de favorecer a coroa Inglesa dos tesouros apreendidos pelo mesmo a navios estrangeiros. Só para dizer que foram também os ingleses uns grandes piratas dos oceanos, ao tempo da pirataria marítima mas isso, são tempos passados isentos de revanchismos ou retaliações.
Acordos são acordos e são para serem cumpridos até que uma das partes desista por este ou aquele motivo justo, injusto ou novos interesses dirigidos a outras áreas mas que devem ser denunciadas de comum acordo a fim de evitar beligerâncias desnecessárias. É certo que Inglaterra não se portou lá muito bem com Portugal. Neste caso o mais forte venceu o mais fraco e como se diz, "Contra a força não há argumentos", Portugal perdeu esse território para a Inglaterra a quem esta fez um ultimato do seguinte teor " Ou Portugal entregava a Inglaterra as terras descobertas e que incluíam todo o território entre Angola e Moçambique..., ou Inglaterra declarava guerra a Portugal". Como quem diz..., com amigos destes..., quem precisaria de inimigos? É que com esta guerra que Portugal evitou ao ceder a este ultimato que manteve o domínio nas antigas colónias que poderia perder em caso de ter que fazer guerra a Inglaterra. É que esta bem poderia tomar domínio sobre Angola e Moçambique também... além de todas as outras sob domínio Português. Mas o tratado com a velha Inglaterra manteve-se..., apesar de toda esta acção maquiavélica baseada na hegemonia territorial Inglesa..., a que nem as Malvinas nem Gibraltar escaparam.
Mas vamos a Cabinda que é o que nos interessa neste caso.
"Penso eu de que", os chefes régios de Cabinda, para não serem colonizados pelos Belgas ou Franceses, assinaram esse tratado com Portugal, para que este os representasse na sua defesa territorial e assim prevaleceu até à entrega dos destinos de Angola ao MPLA, movimento ligado ideologicamente ao expansionismo soviético bolchevique internacional, à velha URSS, a mãe pátria de todos os comunistas espalhados por todo o mundo. Vá lá..., ainda bem que o seu mundo se tornou cada vez mais pequeno a ponto de um dia destes..., desaparecer do mapa. Já não era sem tempo até..., só para não dizer que duraram..., tempo demasiadamente demais. É que já deveriam ter desaparecido de todo.Só é pena que não tenham emigrado todos para os países ditos socialistas, o tal paraíso terrestre prometido por Marx aos ateus e suas atuas ( feminino de ateu?...), seus prosélitos fundamentalistas.
Angola não foi entregue aos Angolanos, como deveria ser, como foram redigidos os "Acordos de Alvor". Angola foi entregue a um movimento ex.-terrorista agora transformado em movimento de libertação quando na realidade não chegaram a libertar coisa alguma, qualquer parcela de terreno em causa e só possível passarem a movimento de libertação face ao 25 de Abril em Portugal. Não fosse o 15 de Abril e eles eram movimentos de libertação era, nunca jamais em tempo algum. Não fosse o 25 de Abril e nunca eles chegariam a movimentos de libertação porque o combate ao terrorismo Africano, estava ganho. Dizia-se e ouvia-se por terras de Angola que a própria União Soviética já nem armas nem munições fornecia ao MPLA visto eles nunca mais libertarem um pedaço de território Angolano do jugo dos Portugueses. Quer isto dizer que a guerra contra o terrorismo em Angola e em Moçambique, estava ganha, estava garantida. Os chamados movimentos terroristas..., porque usavam de terror contra as populações brancas..., negras e mestiças..., matando..., violando chacinando..., cumprindo fielmente as leis do terrorismo..., raptando crianças menores a fim de as instruir em armas para mais tarde as obrigarem a combater por eles..., tudo proibido face às leis internacionais de guerra. Mas como estavam potências estrangeiras por detrás deles, financiando em armamento e munições, esquecem-se as leis de guerra a fim de servirem outros interesses criminosos. Ouvia-se por Angola fora que certas "Missões" ditas evangélicas ou protestantes serviriam de apoio logístico de armamento a certos movimentos terroristas contra os Portugueses só que, esqueciam que esses movimentos terroristas muitas vezes não distinguiam entre brancos, negros ou mestiços. Era tudo igual para eles, o que interessava era espalhar o terror a fim de acabar com o domínio Português e este ser substituído pelo domínio das grandes potências mundiais..., a exemplo e principalmente a URSS e USA. Certas dessas "Missões" que se pensava estarem lá para servir esses Povos em nome de Cristo, estavam lá afinal a fim de servir o desejo expansionista dos seus países. A URSS usava de outro sistema que era o de por dessa gente a estudar nos Países da "Cortina de Ferro" para que depois de conseguida a independência, estes antigos estudantes pagassem depois a factura de term estudado de graça, entregando matérias primas e outros negócios altamente rentáveis; Petróleos; Diamantes; minérios de ferro; cobre; ouro; prata e por aí fora, a fim de pagarem a factura como atrás disse, de terem estudado de graça. Mas como se diz no Algarve-Portugal, "De graça nem o cão caça". De certa forma a lei no mundo foi sempre a mesma: "Darem um chouriço a quem lhes desse um porco". Sempre a lei do mais forte quando muitas vezes as leis desse mais forte deixam muito a desejar quanto a justiça. Conseguem justificar interesses por vezes inconfessos como lógicas pseudo-justas que de justas só podem mesmo..., ter o nome. E nada mais que nome..., quando mesmo nome..., se formos a ver já é demais. Há uma expressão latina que diz: " O uso do abuso é corrupção". Como conseguem eles sempre justificar os fins com os meios..., acontece que dentro da verdadeira lei..., "Nem sempre os fins justificam os meios!". Dentro desta lógica estúpida e estapafúrdia..., quem já ouviu falar em corrupção para fins licitos como seja para dar milho aos pombos? Será isto para nos fazer rir a bandeiras despregadas ou acham-nos assim tão estúpidos e tão falhos de inteligência para caír-mos numa esparrela desse tamanho? Não acharão eles que a ser assim seria ser-mos estúpidos demais?. É que como diz o ditado..., " Tudo o que é demais, acaba cheirando mal". Vocês não acham que na realidade eles são mesmo burros a valer para nos acharem assim tão estúpidos?. Na realidade eles são tão espertos que "P'ra burros só lhe faltam as penas" e como burro não tem penas..., são mesmo burros comp+letos. como diria o grande humorista Brasileiro José Vasconcelos. Na realidade temos que reconhecer que eles são espertos. O problema á que de vez ek quando vemos nos jotnais a esperteza deles posta em causa. Quer dizer: São sempre tão espertos que acabam sempre entalados pela justiça, apesar de esta não funcionar cá por estes lados da fronteira. Ainda não há muito tempo li que na Suíça em quatro mil e tal casos de corrupção julgados em tribunal, houveram prisões efectivas acima dos 30%. Na mesma altura em Portugal, onze mil e tal casos julgados, prisões efectivas foram na ordem dos 0,7%. Só há uma ilação a tirar: Em Portugal as leis são para fazerem parte intrínseca da Constituição e nada mais. Em Portugal as leis são para o pobre, para o pé descalço.
Acima de tudo é corrupção com capa de democracia..., é lobo vestido com pele de cordeiro. Aqui não há santos. A havê-los são de pau e carunchoso
O pior mesmo, era a Guiné onde os mísseis terra-ar fornecidos pela URSS ao Quer isto dizer que apanharam boleia e com essa boleia apoderaram-se dos destinos e da governação a seu bel prazer..., dividindo entre si as riquezas agora existentes sem passar pelo crivo dos antigos colonizadores. Veja-se a riqueza do actual presidente de Angola que muitos duvidam que seja sequer Angolano de nascimento. Há quem acredite ser ele natural de S.Tomé e Príncipe e colocado lá..., como presidente pela antiga URSS, nova dona dos destinos das ex-colónias Portuguesas em África entregues à mesma de mão beijada pelos famosos abrilistas..., subservientes incondicionais do bolchevismo soviético. Tava na moda ser descendente ideológico de Che Guevara. Quem não fosse Che..., quem não usasse barba à Che..., quem não usasse o cabelo à Che..., quem não usasse o distintivo de Che na lapela do casaco ou da camisa..., estaria sujeito a ser desterrado para o Campo Pequeno para ser toureado ou para ser fuzilado? Daí..., a minha dúvida em relação a Otelo que parece ter dito um dia que " Se deixasse crescer as barbas, poderia vir s ser o Fidel de castro da Europa". Quem se lembra dos qualquer coisa "SUV", um qualquer espécie de sindicato dos militares da altura, barbudos e cabeludos que metiam medo
Diga-se uma coisa: Arrojo o homem tinha..., só que proporcional a sua estupidez. Que o diga agora a Dª. Maria José Morgado solta das prisões da DGS do Marcelo e presa de novo pelo COPCON de Otelo Saraiva de Carvalho. Este nome não deve ser esquecido como não deve ser esquecido o Holocausto Judeu. Cá não deu holocausto, só porque não deu. Mas..., é fundamental recordar sem possibilidades de esquecimento que vontade haveria e não seria pouca...) Os princípios dos acordos de Alvor foram traídos o que indica que houveram traidores subservientes ao Kremlin Soviético Bolchevique, quiçá alguns assalariados?
E acaba estranho e incrível que Angola ao ascender à independência como colónia antiga que era, faça de Cabinda outrora protectorado Português, nova colónia com a conivência total do sentido " Avante Camarados" que imperava nessa altura em Portugal pelos vendilhões da Pátria Portuguesa aos interesses internacionais ou melhor dizendo às duas potências mundiais, URSSe USA. O petróleo de Cabinda para os Americanos e o resto das antigas colónias Portuguesas como espaço geo-estratégico da antiga URSS que obrigaria a partir daí, muitos mais Países Africanos a sujeitarem-se a esta ideologia imposta à força das armas e do cerco geo-político que a partir daí seria exercido sobre eles em forma de chantagem e promessas de golpes de estado a granel, tudo em nome das massas trabalhadoras da propaganda Sovieto-bolchevique.. Tudo quanto era Ultramar Português passou para jugo Soviético, o que a esquerda em Portugal aplaudiu de pé ou melhor, atirou foguetes e apanhou as canas. Foi uma festa danada! Divertiram-se a valer como se a sua ideologia valesse pelo divertimento conseguido. Esta coisa da festa do "Avante" tem que se lhe diga. Iremos ver mesmo em ano de crise como este e mais os outros, que eles não deixarão de impor-nos a sua festa como se acaso houvesse interesse nacional em tal coisa. Da minha parte..., vendo barato. A função e o trabalho do PCP em Portugal..., foi cumprido à regra. E a regra era entregar ao jugo Soviético..., tudo quanto antes era tido como território Português , apesar de em África. Mas eis a questão: Se não podia ser Português..., porque poderia então vir a ser Soviético e o petróleo de Cabinda Americano?. Eles..., a URSS e os USA decidiram que Portugal não poderia ter sob sua jurisdição tão vasto território e trataram de adquirir direitos sobre eles que antes não tinham. Igual ao que nos fez Inglaterra no caso do Mapa Cor de Rosa que ligava territorialmente Angola a Moçambique. ( E se atender-mos que afinal o homem em geral teve o seu nascimento em África, independentemente da cor que hoje tenham, quer dizer que não houve colonização mas tão só, o regresso do homem à origem. Dizem certos antropologistas de que há qualquer coisa no ADN humano que nos encaminha a um Adão e mesmo que não seja o Adão Bíblico, qual a diferença, qual o problema?. Não estamos nós por cá? E a teoria dos sósias é coisa inventada do nada ou reside aqui, por muito que nos custe a admitir que esses antropólogos estejam muito perto da realidade? Mas porque não poderá ser? Qual a diferença entre um e outro se afinal podem muito bem ser o mesmo? É preciso não esquecer que quando do aparecimento do homem à face da terra, esta poderia muito bem estar ainda toda junta como nos diz a ciência antes dela começar por separar-se. Os elefantes por exemplo que existem desde África, Ásia e Índia, não andariam de barco entre continentes. Em princípio, tudo indica de que a terra em tempos longínquos era toda junta daí, que é para o lado que durmo melhor se o homem apareceu antes ou depois da crosta terrestre começar por separar-se entre si. Vai dar no mesmo e vou naquela dos cientistas que afirmam ter o ADN humano algo em comum que unifica toda a humanidade. Prova de que somos todos afinal uma grande família, independentemente da cor que tenhamos, do continente em que tenhamos nascido. Poderemos não ser todos irmãos uns dos outros mas..., seremos com certeza todos primos entre si apesar de por vezes, muito afastados. Prova de que ninguém é mais que ninguém e que todos somos iguais face à lei de Deus ou face à lei da ciência antropológica. Quem achar que pertence a uma raça superior, analise de que até os burros, tem os dentes brancos. Ora, neste aspecto quem pode ser maior que os burros? Há na Bíblia uma situação em que Deus põe um burro a falar. Se hoje há homens a falar que mais parecem burros, então qual a diferença? A diferença é que podem ser mais burros que os próprios burros..., sem ofensa p'ró burros, evidentemente! Há nisto aqui..., um bocado de sacanagem, é facto. Mas quanta sacanagem temos nós visto no mundo e a termos que ficar calados? E quantas mais sacanagem estará ainda para vir e nós a termos de continuar calados? Neste caso então esta comparação com os burros é até, elogio! Li há dias numa revista Reader's Digest haver no hoje Zimbabué, antiga Rodésia uma tribo que não come carne de porco e em certas cerimónias dizerem certas orações em linguagem que não tem nada a ver como dialecto que lá se fala. Dizem elementos dessa tribo que seriam descendentes de antigos Hebreus. Feitos os testes de ADN, verificou-se que havia na realidade uma ligação consanguínea entre esta tribo e o Povo Hebreu. A ser verdadeiro que o ADN não falha..., então em que ficamos? Qual o problema de nos considerar-mos todos ou seja a humanidade como a uma grande família. apesar se haverem uns primos mais primatas que outros ou seja, que a nível do subconsciente ou do inconsciente ainda não conseguiram descer da Árvore Genealógica? Problema deles..., não meu!...)
Reparemos que estão em seu pleno direito se tivemos agora o nosso presidente a passear por duas semanas entre Timor, Indonésia, Singapura e Austrália. Deu notícia de que plantou um sobreiro na Austrália. Tá bem..., tá bom..., mas em quanto nos fica esse sobreiro? Não valeria mais mandar ele para lá e eles plantarem? Será que agora a Austrália deu em criar porcos a bolota a fim de nos fazerem concorrência na questão do presunto de porco preto? Aquela bolota vai-nos sair bem cara..., não sei se justifica. ( É verdade! Li há dias de que os nosso deputados querem um restaurante a servir-lhes refeições de presunto de porcos criados a bolota? Não estarão eles a serem exigentes demais ou não terão eles medo de às tantas começarem por si a lutar com os porcos na divisão da bolota? Eu aconselhava a terem mais cuidado em alimentarem-se de alimentos preferencialmente advindos dessa matéria que pode ser perigosa. Sabemos que os nossos antepassados Lusitanos se alimentariam de um pão feito à base de farinha feita a partir de uma determinada bolota mas, com certeza porque não tinham ainda descoberto o trigo. Diz-se que também os Árabes fariam pão de farinha de bolota enquanto cá estiveram. Mas daí os nossos deputados exigirem produtos só de porco preto alimentados a bolota, parece-me nestes tempos que correm..., uma exigência desproporcionada. Porque não vão eles para uma alimentação mais simples..., uns ovinhos estrelados com batata frita por exemplo? Ou porque não umas papas de milho regadas com um fio de azeite e uma azeitonas a acompanhar? Mas para quê e porque tanto luxo na sua alimentação..., enquanto o Povo que eles dizem governar e que na realidade malversam, luta por qualquer coisa a por na panela, seja porco ou tubarão? Uns bons tubarões me parecem eles, mas tubarões de água turva!...) Mas será justo..., será lógico que com o País em crise económica..., dará para andar a fazer tantas viagens de recreio? Creio eu e não só..., que estas viagens deveriam ser guardadas para depois de ultrapassada esta crise..., se é que ela irá passar um dia mas..., a gastarem desta forma e deste jeito..., não parece ter jeito nenhum o que andam fazendo. Não interprete mal Sua Exª. estas palavras que não tem nada de animosidade só que em paralelo..., o Sr. Prs. de Moçambique o Sr. Gebusa deixou de fazer uma viagem ao estrangeiro por não haver dinheiro disponível em Moçambique. Mas será que os princípios que regem os países serão diferentes? A cada momento aparecem nas televisões a incitarem-nos à poupança e eles afinal continuam na gastança? Como poderemos entender nós isto senão inserido na irresponsabilidade política e económica com que nos tem malversado nestas últimas décadas? Mais ainda! A ser verdade e que os exemplos devem vir de cima..., como pode o representante máximo da nação andar gastando desta forma exagerada dinheiro que não temos? É no mínimo, um desaforo político-económico a dar razão ao ditado "Casa onde não há pão..., todos ralham e ninguém tem razão". E como pode não haver ralhanços se nos estão tratando como tansos?Para um país que está em crise económica..., continuar a gastar dinheiro desse modo só se for para apressar a banca rota ou de outra forma..., para não sair dela. Dizem que foi o presidente convidar o capital Asiático a investir no nosso país. Quero ver quantos investimentos advirão deste dinheiro todo, gasto nestas viagens. Já era assim desde soares, foi assim depois de soares e continua sendo para nosso infortúnio económico e social. É que assim..., estaremos cada vez pior..., cada vez mais mal. E depois o maior problema é que um mal nunca vem só. Ainda por cima vem mal acompanhado das piores companhias..., entre as quais o diabo que escolha. O País está sem dinheiro mas eles não deixam de fazerem as suas viagens que dizem ser do interesse do país. A ser verdade..., do país deles..., não do nosso que está teso, teso que nem um Cabinda ou um Candimba..., dizia-se por terras Angolanas. Candimba é coelho em dialecto Umbundo Angolano. "Penso eu de que..., se não estiver enganado. Mas..., se estiver enganado..., andarei por perto!
Nós e não eles...,e que estamos sem dinheiro para pagar ao padeiro. Alguns de nós é que não vêem o padeiro, faz tempo.Ao contrário, ainda há dias vi um caso em que um certo indivíduo não queria ver o padeiro. Acontece que este indivíduo devia cento e tal euros ao (mal)dito padeiro e não fazia tensões em pagar-lhe. Nós com reformas de miséria e outros sem reforma, sem emprego e sem subsídio de desemprego é que estamos cheios de oportunidades sim..., mas de vir possivelmente a fazer asneira e da grossa. Daqui a um ano por exemplo iremos analisar o índice de suicídio que imperou no país para depois fazer-mos contas.
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ResponderEliminarCumprimentos,