terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Com amigos destes, quem precisa de inimigos???...

"Tudo quanto puderes fazer pelos outros, principalmente o que não te custar dinheiro, porque não houveras de fazê-lo? Amizade não tem preço, mas vale mais que ouro!" A.G.G.
"Entre amigos não há obrigados, há sim..., obrigações!... Que não sendo obrigações do tesouro, podem valer mais que ouro...". A.G.G.
O termo amizade deve ser dos temas mais discutidos entre os seres humanos, com as mais variadíssimas conclusões que não tem podido agradar tanto a Gregos como a Troianos. Cada um acha que um amigo deve ser assim, como ele acha que um amigo deve ser só que, esse mesmo amigo, pode também ter uma opinião que defira da sua sem que por isso, deixem de ser amigos na mesma. Até porque uma das obrigações do ser amigo, será a de respeitar a opinião do amigo como ele tem de respeitar a nossa.
Mas ser amigo pode cingir-se a uma coisa muito simples: Basta alguém desejar que a vida nos corra bem!
Não é necessário complicar muito esta definição quando ela por si, pode ser tão simples. Alguém desejando que minha vida me corra bem, já está enviando pensamentos positivos para que ela corra bem. Mas é preciso eu depois fazer a minha parte, não é eu ficar sentado na cadeira esperando que ela aconteça.
Temos usado a amizade numa base de prestação de favores. Está errado. Favores nós deveremos fazer mesmo que não seja a um amigo. Favores são para fazer a quem precisa, independentemente de ser ou não ser amigo, basta alguém precisar de nossa ajuda que deveria-mos ser prestáveis mas sem exigir ou sequer pensar em recompensa porque esta muitas vezes se ficar-mos assim à espera dela, pode muito bem ser um par de coices (Em S.F., está claro...) e aí, ninguém gosta o que é , absolutamente natural, não fôssemos nós humanos com nossas virtudes, poucas e nossos defeitos, muitos. Mas também sermos prestáveis e receber-mos ingratidão como pagamento, é lamentável o que só vai animar em nós, a vontade de nunca mais ajudar outrem mas também que não deve ser levado a sério porque ninguém é igual a ninguém e ninguém deve pagar por ninguém. Essa de pagar o justo pelo pecador não está correcta, principalmente se nos calhar a nós. Também por isso não deve ser aplicado ser corresponder a outros e se for-mos nós que estejamos na disponibilidade de prestar esse favor em causa.
Mas passe-mos ao título que eu embrenho-me pelo meio da minha corrente de consciência e torna-se difícil sair de lá;
Este é um título muito sugestivo, muito discutível quanto controverso, quanto é o ser humano. Verdade para uns, mentira para outros, a amizade apesar de tudo não deixa ainda hoje de ser um mistério quanto baste transcendente, até para os mais doutos, quanto mais para mim que douto não sou...Mas vamos tentar pelo menos analisar da melhor forma, procurando não ofender quem quer que seja que se disponibilize a ler esta crónica escrita com a melhor das boas vontades, tentando entrar no espírito deste blog que já não é desejar um Portugal melhor mas sim um Mundo melhor porque a Humanidade o merece. Desde a descoberta do fogo e da roda que a Humanidade tem procurado progredir e não pode de modo algum ser só em benefício de uns poucos, quando leio espantado que 1% desta mesma Humanidade detém 96% da riqueza Mundial.
Isso é o pior insulto que se pode fazer a esta Humanidade que se quer aferir de seres Humanos. Seres Humanos, não podem de modo algum ter um comportamento afinal tão mal comportado. Se nos reportássemos à era da barbárie ainda se poderia de certo modo aceitar porque era na época da espada em quem tinha razão era quem manejava melhor a dita ou tivesse um número maior de guerreiros fazendo uso dela para se imporem a todos os outros que se situassem nas suas proximidades. Depois do Homem aprender a ler e a usar da tecnologia que os nossos cientistas com a melhor boa vontade tem criado, não pode de forma alguma o Homem continuar a ter um comportamento anti-social e muito menos derivado de ( Psicopatias Inaceitáveis e demasiado brutais, energúmenas, crápulas e sevandijas, numa Sociedade que se quer e diz desenvolvida...) sem que incorra em graves sanções contra si. E vamos acabar com essa treta das penas suspensas, porque não deixam de ser uma treta pegada que não vai aliviar em nada também o sofrimento da vítima se ficar viva ou dos seus familiares se esta foi morta pelo criminoso em causa. Senhores, este sofrimento é atroz e monstruoso demais para que possa ser enquadrado em leis ditas e aceites como democráticas. O crime assim como o criminoso, são anti-democráticos por natureza própria. O criminoso odeia por natureza a ordem das coisas, odeia as forças policiais com toda as suas forças, odeia tudo quanto lhe não permita cometer os seus crimes com toda a impunidade que eles exigem sem terem direito a ela. Chega a ser execrante a forma como certos criminosos são tratados após cometerem selvaticamente seus hediondos crimes que quase lhes poderíamos chamar mimos. É certo que não são mimos mas, noutros tempos mais antigos as coisas piavam muito mais fino. Havia no mínimo a lei do "Olho por olho, dente por dente". Também é certo que não seria essa lei a acabar com o crime em geral mas, lá que feria pensar mais um pouquinho, antes de se cometerem certos crimes, há quem pense que ajudaria em certa medida a baixar o índice de crime pelo menos, até porque conseguir anulá-lo na totalidade torna-se na prática, impossível. Mas, há que tentar pelo menos e com responsabilidade arranjar meios de o mesmo não tomar conta das nossas vidas e do nosso mundo que então, seria o caos final, do qual já iniciámos o princípio do caminho infelizmente. Há que parar para pensar aonde nos leva este caminho de irresponsabilidade perante o aumento do crime e das razões que levam a ele, estando os ordenados milionários e reformas, os supra-milionários, os extra-ordinários e os simplesmente ordinários na base dessas razões. Que ninguém tenha dúvidas que esses ordenados a que um Sr. Bispo de Lisboa chamou de "Ladrões do Povo", estão, quer se queira quer não se queira na base na razão principal que leva ao recrudescimento do mesmo. Não há volta a dar a isto. Só uma maior equidade entre ricos e pobres, nos pode levar a uma paz social onde não apareça o espectro da "Guerra Civil". E se não sabem o que é, leiam sobre Espanha e não por aí, muitos anos atrás e analisem o melhor que puderem os efeitos terríveis da mesma. O caminho do futuro, tem de ser feito a partir de olhar e muito bem o passado. Não condenem à partida os chamados "Velhos do Restelo". Dêem-lhe uma oportunidade. Li aqui há dias que os Chineses tem um ditado que se aplica muito bem a este caso, penso eu com toda e total sinceridade: "Se queres saber fazer uma coisa certa, pergunta conselho a três velhos". E a razão principal desse conselho, é que esses chamados velhos, reúnem em si a "Sabedoria da Experiência de Vida". E daqui mando já agora um recado às associações dos chamados Direitos Humanos que se tem visto preocuparem muito com o tratamento dado aos criminosos nas cadeias, não se importando de igual forma com os direitos das vítimas que os mesmos subjugaram às suas vontades ;

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