terça-feira, 28 de agosto de 2012
Vá lá a gente ter cuidados..., com certa gente!!!...
Deveremos sim..., ter é cuidado e muito, com elas..., em lugar de ter cuidados!
Mais concretamente com os coices que elas de certo modo e em geral de forma infalível, dão a quem comete o erro de fazer algo de bom por elas. Pedem encarecidamente mas de certo modo são ao mesmo tempo adversas para quem quer que faça algo por elas. É uma forma afinal de tentarem demonstrar que não precisavam assim tanto como à partida poderia parecer. Ao fim e ao cabo, como há tempos atrás foi referido por Luís Filipe Vieira..., presidente do Glorioso..., que quem não mostra gratidão, demonstra que afinal não merecia ser ajudado. Diz-se por aí que " Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto". E há gente que mesmo precisando de ser ajudada... e aceitando essa ajuda..., no fim o que dá como forma de agradecimento são um ou mais pares de coices..., o que nos demonstra à partida que deveríamos pensar pelo menos duas vezes antes de os ajudar. É como se diz agora por aí..., " Com amigos destes, quem precisa de inimigos?" E depois, pior ainda é que quem se presta a fazer um favor a eles, os tais pensam logo que podem e devem pisar a gente. Acham eles que a coisa assim tem mais piada. Até acho que eles julgam que a gente gosta de ser enganada. Julgam simplesmente porque " julgar é próprio dos burros ". Não fossem eles burros e já não julgavam, utilizariam mais o verbo "Pensar" que é mais adequado ao ser dito humano. " Penso logo existo", não sei se de Huiliam Shaquespeare
Tem o Povo Chinês um ditado muito bom para esse género de indivíduos que é: " Se queres saber fazer uma coisa certa..., procura concelho a três velhos." Porque aí..., falará a voz da experiência, o saber da vida, a prova final de que " Viver não custa o que custa é o saber viver.". Saber viver não como muitos o fazem prejudicando e roubando o mais que podem os outros ou seja todos o que os rodeiam sem olhar a credos, cores ou raças.
Acham-se e sentem-se os maiores mas sabendo nós de que afinal eles não são grande coisa, a não ser nos coices que nos dão. É cada coice que nos atira para fora do recinto, para fora de circulação ou até de forma mais grave, cometerem sobre nós um homicídio como que virem a fazer justiça por mor de uma pretensa injustiça que sobre eles esteja a ser cometida, quando afinal são eles a comete-la.
Ainda hoje foi notícia no CM que alguém matou outro sobre uma pretensa dívida de 20 euros que a outra parte dizia ser de 50 euros que faltaria pagar sobre a venda de um piano que o assassino teria comprado à vítima. Este é um dos casos de um coice de todo o tamanho.
Aliás, não há muito tempo atrás mas há uns poucos pares de anos a esta parte, por dez ou doze euros que emprestei a servente que trabalhava comigo, este para não me pagar tentou arranjar dois outros colegas para me fazerem a folha, no qual poderia estar incluída a minha morte mesmo que fosse acidental. Quer dizer que, se eu morresse o vigarista deixaria de estar em falta para comigo. Ficaria de consciência tranquila, como se este género de indivíduo tivesse consciência dos seus actos, premeditados ou não. Ficou-se a saber que por exemplo Kadafy o ditador Líbio conhecia a palavra clemência mas só quando poderia ser ele a usar dela. Enquanto muitos outros Líbios teriam direito a ela..., o mesmo Kadafy parecia dela não ter conhecimento. E quem diz Kadafy, diz Hitler, diz J. Estaline, diz Mussoline , diz o agora presidente da Síria na matança que está a fazer sobre o Povo da Síria e não do seu Povo com0o ele diz e muitos o possam pensar. Um ditador não tem Povo nenhum, um ditador não é dono de nada a não ser do poder que roubou através de um golpe de estado ou de eleições manobradas como no caso do agora Zímbábué com um ditador negro que até parece usar um bigode à Hitler. A antiga Rodésia em tempos considerada o celeiro da África Negra, hoje passa fome ou pior morre-se de fome assim como de falta de assistência hospitalar, tudo porque o ditador instalado no poder usa e abusa de um poder que na realidade não tem. Ainda nas últimas eleições ganhas pelo candidato da oposição ele propôs dividir o poder e a governação em lugar de simplesmente deixar o poleiro do poder.
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