terça-feira, 21 de agosto de 2012

I had a dream!!!... Eu tive um sonho!!!...





Isto é..., este a bem dizer foi o último porque já muitos tive ao longo de minha breve( Há cientistas a afirmarem que em todos os sonos, de todos os dias..., sonhamos. Sonhos bons, agradáveis à vista..., sonhos maus..., desagradáveis..., onde poderemos incorporar os e alguns terríveis pesadelos..., sonhos premonitórios quiçá quem sabe de certa forma entrados no campo da metafísica da qual muitos discordam mas quem sabe possa ter influência nas nossas curtas vidas mais do que pareça..., mas que apesar de tudo muitos negam mas consideremos, terem  muito mais a ver com nossa  ignorância natural sobre o assunto do que depois de um estudo aturado..., específico e científico sobre este tema..., somos obrigados a considerar nada sermos perante a imensidão do Universo... e muito mais ainda perante a sua infinidade de leis que tanto nos confundem como nos transcendem. Basta considerar-mos que o deserto é formado por uma infinidade de grãozinhos de areia..., comparados com o que seremos em relação ao Universo ou ainda mais pequenos que isso. Dá para vermos o nosso real tamanho..., que em relação ao Universo pode muito bem ser mais pequeno que o grão de areia em relação ao deserto. Temos que ser obrigados a reconhecer que afinal..., somos pequenos demais..., para nos afirmar-mos tão grandes como de costumamos fazer. É assim: Ou reconhecemos a nossa insignificância em relação ao Universo ou teremos de reconhecer que na realidade..., nada somos além de nada. Só seremos alguma coisa se na realidade reconhecer-mos a nossa insignificância em relação ao Universo. Tão simples quanto isso.  Universais  Particularmente à parte, neste caso específico parece imperar mais a lógica do " Não sei, não quero saber e tenho raiva a quem sabe! ".   Ao fim e ao cabo se reparar-mos melhor...,  não deixa de ser o medo do desconhecido que os leva a tomar posições destas que, parecendo de pessoas esclarecidas, não deixa de ser efectivamente o contrário do que desejaria-mos... e daquilo que eles pretendem demonstrar... ) vida. Isto é..., a ser verdade que todas as noites os sonhos percorrem e perturbam no bom ou no mau sentido ( pesadelos...) o nosso sono, independentemente dos sonhos que temos quando acordados..., os sonhos acabam por ultrapassar e guiar os dias de nossa vida. Fiquem desde já a saber que Amália..., a nossa Rainha do Fado e de certa forma a Rainha do subconsciente colectivo Português na forma de como somos massacrados pelos vários poderes que se instalam nos governos na pretensão de dignos representantes da nossa genuína vontade...,surgiu um dia num de meus sonhos. Vestida de branco resplandecente..., de sorriso resplandecente..., toda ela de corpo a alma resplandecentes..., onde estivemos conversando coisas em que o resumo se ficou por ela a dizer-me que estava bem..., bem como eu poderia ver como ela estava..., enfim longe dos detractores da dita pseudo-púdica esquerda política portuguesa que tiveram o condão e a ousadia de lhe infernarem parte dos últimos dias de sua vida..., como fosse possível ser ela informadora da ex-PIDE depois DGS. Como se fosse possível ela ter tempo para tão baixas acções..., só próprios em quem nada mais tem que uma terrível e descontrolada ambição ou ganância que tem de preencher a todo o custo custe o que custar nem que seja à custa do infortúnio de vários inocentes. Amália tinha tanto de bom e de bem em sua vida que não teria nem sequer tempo para se preocupar com tais coisas, próprias mais de espíritos inferiores onde ela não pode ser incluída..., por muito que certa esquerda o pretenda. Tristes e coitados vão ficar sós a apontarem-lhe o dedo acusador..., esquecendo que ficam em cada mão deles ..., três dedos virados contra si próprios. É quase como aquela em que "diz o roto ao nu..., olha lá porque te não vestes tu? "  Fica assim assente que, poderemos ter mais sonhos que dias de vida sem esquecer o slogan que nos diz " Que o sonho comanda a vida". Vida boa se o sonho for bom..., vida má se o sonho for mau. E é  quando o indivíduo se encontra atrás das grades ( Prisão..., cadeia...) que pode saber se o sonho na realidade, foi bom ou mau...
Mas como vos dizia esta noite ou melhor já muito para além da madrugada ou seja quase ao acordar..., aí pelas nove horas da manhã..., dei por mim a sonhar com um tema que faz parte deste meu e vosso blog.
Meu para escrever..., vosso para ler independentemente de poderem sempre  participar caso o queiram fazer através dos comentários que queiram e possam fazer.
E este sonho reflectiu-se sobre um trabalho que tenho já publicado neste blog sobre o " Suicídio".
E sendo este trabalho o trabalho que tem este blog com mais visualizações..., ultrapassando já as setenta..., o sonho insistia de que este trabalho teria já ajudado alguém que quereria por si compensar-me monetariamente..., compensação essa que nunca poderia ser para ser usada directamente por mim mas para ser aplicada na criação da " Casa dos órfãos" ou de uma outra qualquer casa de beneficência, principalmente nas que aplicam o seu trabalho em crianças com necessidades especiais.
Para mim nada quero ou muito pouco para além de um computador portátil por não ter nenhum e por ser este mais prático a aceder a fontes de alimentação grátis.
É que acontece eu ser pobre de tal maneira e modo que se torna impossível para já de ter possibilidades a poder usufruir em casa dessa regalia. em principio só acessível a quem tem um ordenado que possa ser chamado de ordenado.
Pela parte que me toca..., tornei-me no homem do " Ferro Velho" ou quase e que é explicada por uma canção Espanhola..., bem cantada por sinal e em corroboração com as palavras do nosso presente 1º Ministro de que o desemprego daria acesso a novas oportunidades.
Ele diz na sua canção que compra guarda chuva, coisas velhas, ferro velho que depois irá vender. Não eu. Eu não compro..., eu acho nas ilhas, nos contentores ecológicos, desmonto peça por peça, parte por parte para depois vender der no sucateiro da cidade. É também verdade que não dá por aí muito dinheiro..., mas vai dando algum a fim de colmatar as necessidades mais prementes. E a coisa acaba até por se tornar interessante na arte de desmontar, desaparafusar, cortar, inventar de certa maneira porque não se tem ferramenta própria para todas as partes que tem de ser desmontadas e ter que se "desenrascar", termo muito próprio Português, se não que não o haja também em todas as outras partes do mundo.
É de admirar de sobremaneira como os carros americanos ainda andam e funcionam em Cuba ap´ós ele stere e serem obrigados a inventar peças para substituírem

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