quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Isso não! Nisso, não posso acreditar! Ok?...



Justiça: Segundo a Sr. Directora do DIAP de Lisboa, Maria José Morgado ( por quem o pessoal tem tido uma certa consideração mas convém que não abuse porque esta coisa de ser considerado inocente até prova em contrário pode estar para ter o seu fim. Não o fim dela como se pode compreender mas o fim dele, desse princípio. Até porque pelo que se tem visto até aqui, hoje os julgamentos de rua da opinião pública a reboque de interesses quantas vezes estranhos, tem acontacido vezes demais para que nos venham tentar convencer de que há justiça em Portugal e de que estamos num Estado de Direito. Bem! Se isto que nos tem sido apresentado é um Estado de Direito, então uma reta deixou de ser a distância mais curta entre dois pontos e passou a ser talvez uma linha sinosoidal, quiçá?...) ( Aliás, quando esta senhora juíza por quem a malta nutre um certo respeito porque foi presa pelo anterior regime e libertada com o 25 de Abril, tornando a ser presa pelo COPCON de António Saraiva de Carvalho, o tal que terá dito que se deixasse crescer as barbas poderia tornar-se no Fidel de Castro da Europa ( Bem! aqui para nós ele deve  ter apresentado essa ideia mas, vá lá, alguém de mais juízo o deve ter demovido dessa ideia parva em analogia às várias vezes em que já nos presenteou com ideias desse género, tá certo ou tá errado? Parece que ele foi a Caxias quando se deu a soltura da dita senhora para lhe apresentar quiçá desculpas, levou uma banhada que ela saíu por outras portas só para não dar de caras com ele, o que lhe seria desagradável e muito, na dita altura. Quer dizer: Manda-a prender sem motivo claro na altura e tenta depois ir apresentar desculpas? Segundo já ouvi, desculpas não se pedem, evitam-se e aliás tem de partir-se do princípio de que para mandar prender alguém, tem de existir fortes suspeitas de haver crime cometido. Não pode ser à mais leve suspeição para depois se tentarem arranjar provas que se pode correr o perigo de serem forjadas. Não era à toa que nos tempos do Rei Salomão...,
vinha gente de toda as partes do Mundo  conhecido na altura procurar aprender com ele a dar setenças. Agora a defecar sentenças como se tem visto e de sobra por aí, vou ali e já volto ao mesmo ponto.
Mas dizia eu, quando esta senhora juíza pega de novo no célebre "Apito Dourado", o pessoal bateu palmas na esperança de , agora é que vai ser. Afinal, depois de muito mais dinheiro gasto, voltou tudo à estaca zero. Se era para isso, não valia a pena voltar a mexer no assunto porque como o outro diz, " A porcaria, quanto mais se meche nela mais ela cheira mal." Se as escutas não podem ser validadas neste caso porque só dá cadeia efectiva até três anos, então, tentar julgar este caso a partir de escutas que não podem servir de prova, " É chover no molhado". Mais nos valerá é estar quieto e não gastar dinheiro que pode ser aplicado noutros casos. E se há casos onde faz falta dinheiro para seguirem em frente? A miúda que desapareceu no Algarve, depois de ter ido comprar leite ao mini-mercado, a tal do sucateiro que dizia o jornal a tratava por filha... ( Da minha parte, eu acredito que ele às vezes lhe dissesse: Anda cá minha filha!
Mas para quê, poderemos perguntar nós já que ela já não está entre nós para lhe perguntar-mos a ela e ele, o padrasto também não nos disse para quê. Não disse, é porque não vai dizer nunca e nós nunca ficaremos a saber, porque, segundo li, eram precisos dez mil euros para fazer um teste de ADN sobre "Algos" que foram encontrados, dizem nas quecas da menina que, segundo algumas teorias teorizadas por vários mentores teóricos que me pareceu nada perceberem do assunto em questão..., esses "Algos" teriam ido parar as ditas quecas da criança através da outra roupa suja do cesto da maldita roupa. Essa agora..., mas será que esses "Algos" tem assim possibilidades de se moverem de forma autónoma? Ficou assim! Só porque não haviam dez mil euros à disposição para fazer o tal e necessário teste de ADN, ficámos sem saber se a dita e cuja criança andou a ser violada durante quanto tempo e por quem. Se é isto justiça de um Estado que quer afirmar-se como um Estado de Direito, vou acolá dar uma volta ao bilhar grande e já volto. Corre hoje por aí uma expressão que diz assim: "Com amigos destes, quem precisa de inimigos?" Até amanhã pessoal...

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