A ser verdade, não estaremos assim tão distantes dos Povos Nórdicos a nível de origens quanto possa parecer. Assim como por exemplo os Cartagineses conseguiram estabelecer colónias na Península Hibérica por interecção com os Povos da Lusitânia ou seja sem ser por força das armas como fizeram os Romanos e que mesmo assim para o conseguirem tiveram de recorrer à traição sobre Viriato. Tivesse Viriato dizimado a 6ª Legião Romana como deveria ter feito em lugar de lhes oferecer um tratado de paz que os mesmos Romanos não viriam depois a cumprir e a história da Península Hibérica seria outra, com o Povo Lusitano na maior, dono e senhor de quase toda ela. Só que não lhes foram favoráveis os adventos da história que para eles, foi escrita ao contrário vindo depois quererem convencer-nos de que Portugal e o Povo Português, teria tido a sua origem no Condado Portucalense oferecido ao Conde D. Henrique por feitos deste contra os Mouros a favor de Castela. Dizem eles mas, quantas vezes já se ouviu que, "O que eles dizem não se escreve?". Já li até e se li foi porque alguém escreveu que, também Viriato seria Espanhol, também Amália Rodrigues seria Espanhola. Já agora porque não reclamam também como seu o caminho marítimo para a Índia e a descoberta do Brasil assim como Macau e Timor, Faltando só incluir Angola, Moçambique, Cabo- Verde, S.Tomé e Príncipe, Guiné, madeira e açores e ficavam com tudo, ficando portugal reduzido de novo ao tal condado Portucalense que não irá além do concelho de Guimarães? Já agora, ficavam com tudo mas, teriam de pagar as despesas ou seja, teriam de assumir Portugal mas com passivo. Não entregaram Olivênça a Portugal executando mesmo uma espanholização forçada em região Oliventina, retirando dali muitos dos Oliventinos para outras regiões de Espanha, desmembrando-os como Povo, querem que Gibraltar lhes seja entregue e não entregam Ceuta a Marrocos. Esta gente só pode ser doida que continuam a querer tido e mais alguma coisa para eles e nada de nada para os outros.
Este é o princípio do do egoísmo e da ganância que tem governado o mundo desde os primórdios dos tempos. Em parte, o homem não alterou em nada seus princípios básicos, levando muitos de nós a pensar se realmente o homem já desceu da árvore de selva da vida. Se formos a olhar com olhos de ver, poderemos acabar por verificar que, a nível do "Inconsciente Colectivo Humano", o nosso dito homem civilizado continua agarrado a ela mas, de pés e mãos como qualquer símio. A haver diferença, ela terá de estar no símio com certeza.
Mas já que começá-mos este trabalho sob o lema sobre o que são e quem serão os "Ladrões do Povo", irei tentar dar-vos em verso numa espécie de Poesia Rústica de quem tem só um cero condão de rima mas faltando-lhe muito caminho a percorrer sem que o venha a alcansar e vir a ser chamado de Poeta.
"Ladrões do Povo"
I
Os ladrões do Povo,
Que recebem ordenados milionários...
Deveriam reencarnar de novo!
Na pele de dromedários.
II
Como camelos que são...
Merecem ser montados!
Porque dão cabo da Nação!
Com tão altos ordenados!
III
Dizem, eu estudei...
Estudaram foi coisa nenhuma!
Vivem de sonegar a lei,
E à base da merda da cunha!
IV
Sua lei é corrupção!
Para estes parasitas do sistema!
E gostam do nome de ladrão...
Não vale por eles, ter pena!
V
Seus bancos são offshores...
Sonegam para fuga aos impostos!
São afinal uma raça de estupores,
Que usam mascarilhas nos rostos!
VI
Bem falou o Bispo de Lisboa,
Ao chamar-lhes ladrões!
Que esta gente não é gente boa,
E andam por aí fingindo-se barões!
VII
São intocáveis, tem imunidade...
Que nem a julgamento vão!
Em Portugal, por fatalidade,
Vale a pena, ser ladrão...
A.G.G. 23/12/2011
Para exemplificar, ainda ontem vinha no C.M na página do bananal ( É a velha questão já há muito posta por alguém no ar onde se perguinta: Seremos nós um País das Bahamas ou antes pelo contrário, um País de bananas? Que não se sintam ofendidos oa Portugueses mas é que, de certa forma andam desde o célebre 25 de Abril a bincar connosco, a fazer de nós "Gato sapato" conforme lhes dá na gana, conforme a sua forma de enriquecimento ilícito.
1ª- Levarem com pena suspensa que efectivamente não é pena alguma. É pena é que não levem mesmo prisão efectiva e que as cadeias em, Portugal sejam só para a raia miúda, para a plebe, para o pobre em geral. Acaba por ser como se diz na minha terra; "Muito tens muito vales, pouco tens pouco vales e se nada tens, nada vales". É como se o homem pudesse ser medido pelo dinheiro que tem, dinheiro esse na maior parte das vezes adquirido de forma ilegal, o que nos diz à partida ser esse homem, "Ladrão!" E como ladrão deve ser tratado e não como barão como tem acontecido até aqui por desleixo de se não dar o devido uso ao diccionário. Aliás, a história que nos fala do Ali-Bábá foi escrita de forma incorrecta. O título não deveria ser Ali-Bábá e os quarenta ladrões mas sim Os quarenta ladrões e o Ali-Bábá. Aliás hoje, devem ser Quarenta Milhões de Ladrões e o Ali-Bábá ou seja: A ser verdade que 1% da Humanidade detém 96% da riqueza Mundial, esta coisa do Ali-Bábá, são Papas e Bolos para enganarem os tolos que temos sido até aqui e que em princípio iremos continuar a ser. Só que pior que aquela história do ser tão ladrão aquele que vai à vinha como o que fica a guardar, há outra que afirma que "Tão ladrão é o que rouba como aquele que se deixa roubar!" É isso aí! Por vezes vemos mesmo que nos estão a roubar mas há sempre aquele sentimento estúpido muito próprio ao ser humano do " deixa p'ra lá! É com o se estivesse-mos a ser coniventes com um roubo que nos estejam a fazer e só para não nos dar-mos ao trabalho de defenmder o que é legalmente nosso, deixamos o outro os outros, roubarem-nos. Também é verdade que a própria lei que deveria defender-nos deles, parece que até esgá contra nós.
Permitam-me oferecer-lhes esta quadra para explicar-me melhor; Esta quadra que vos ofereço neste momento, representa para mim de certa forma como que a síntese da mensagem Amaliana para o mundo e diz:
Ergam-se forças do Povo!!!...
E arranquem a erva daninha!.
P'ra que tenham trigo de novo...
Pois que o joio não dá farinha.
A.G.G. 1990-2000?...
É assim: De certa forma que "alguéns, andam" desde essa altura a tentar convencer-nos a comer pão de joio só que esquecendo, que joio não dá farinha. Isto e votar-nos à fome é a mesma coisa só que de outra forma mais sofisticada. É como que dizer-se agora que não há pobres mas sim, insuficientes econónicos. A fome até pode ser maior só que não fica fazendo tanto contraste no placar publicitário negando que há pobres em Portugal. Ora isto é trabalho do Socialismo em Portugal? Viva o socialismo??? Parece-se isto com o caso do outro que dizia ser "Bom", só porque o pai dele era Bombeiro. Dá até vontade de dizer que"Quando for grande não quero de forma nenhuma que me candidatem a ser Socialista". Desta forma deles só quero uma coisa! Distância! E quanto mais, melhor!!!...
É aí que está, que tem estado o busílis da questão, da nossa questão, de termos chegado a esta altura do campeonato com um o.m. que é mais uma coisa horrorosa que ordenado e que deveria dar vergonha a dois. A quem o paga e a quem o recebe. Só que, infelizmente para nós, vergonha na cara deles é como manteiga em nariz de cão. Não aguenta! E nós, mais greve menos greve, temo-nos deixado levar quais cordeirinhos ao matadouro. Para não ter-mos nada, só pode ser por uma razão. É porque por ali e por acolá, com leis, artigos e alíneas à mistura, eles, tiraram-nos tudo. Deixaram-nos depenados, como a qualquer frango que vai parar às bancas dos supermercados. É onde normalmente vão os galos ver frangas e galinhas nuas...) estabelecendo uma relação entre a Suécia e Portugal. Enquanto na Suécia de quatro mil e tal casos de corrupção que foram levados a julgamento, 33% deles, deram em prisão efectiva. Em Portugal, com quase o triplo dos casos também levados a julgamento esta percentagem de prisão efectiva baixou de tal forma que nem chegou a 1%. Não ultrapassou a fasquia dos 0,7%. Lá está que como refiro nos últimos versos deste trabalho poético se é que lhe poderemos chamar assim, Em Portugal, por fatalidade/ Vale a pena ser ladrão... Isto é, se desviar ( entenda-se roubar...) aos milhões. Por milhões deve entender-se milhos muit'a grandes de uma maçaroca ainda maior, daquele tempo mágico das fábulas onde foi escrita uma história de um feijão que ia dar ao céu. Que este tempo está mesmo fabuloso para os pretensos barões que se entreteem a roubar aos milhões e se acaso forem a julgamento duas coisdas podem acontecer:1ª- Levarem com pena suspensa que efectivamente não é pena alguma. É pena é que não levem mesmo prisão efectiva e que as cadeias em, Portugal sejam só para a raia miúda, para a plebe, para o pobre em geral. Acaba por ser como se diz na minha terra; "Muito tens muito vales, pouco tens pouco vales e se nada tens, nada vales". É como se o homem pudesse ser medido pelo dinheiro que tem, dinheiro esse na maior parte das vezes adquirido de forma ilegal, o que nos diz à partida ser esse homem, "Ladrão!" E como ladrão deve ser tratado e não como barão como tem acontecido até aqui por desleixo de se não dar o devido uso ao diccionário. Aliás, a história que nos fala do Ali-Bábá foi escrita de forma incorrecta. O título não deveria ser Ali-Bábá e os quarenta ladrões mas sim Os quarenta ladrões e o Ali-Bábá. Aliás hoje, devem ser Quarenta Milhões de Ladrões e o Ali-Bábá ou seja: A ser verdade que 1% da Humanidade detém 96% da riqueza Mundial, esta coisa do Ali-Bábá, são Papas e Bolos para enganarem os tolos que temos sido até aqui e que em princípio iremos continuar a ser. Só que pior que aquela história do ser tão ladrão aquele que vai à vinha como o que fica a guardar, há outra que afirma que "Tão ladrão é o que rouba como aquele que se deixa roubar!" É isso aí! Por vezes vemos mesmo que nos estão a roubar mas há sempre aquele sentimento estúpido muito próprio ao ser humano do " deixa p'ra lá! É com o se estivesse-mos a ser coniventes com um roubo que nos estejam a fazer e só para não nos dar-mos ao trabalho de defenmder o que é legalmente nosso, deixamos o outro os outros, roubarem-nos. Também é verdade que a própria lei que deveria defender-nos deles, parece que até esgá contra nós.
.
Não tendo nada a ver com o B.E., o Louçã tem razão quando afirma: Em Portugal o pobre que rouba um tostão é ladrão! O politico que rouba um milhão é um barão! Vamos lá a assentar numa coisa. O político não rouba! Ao político as coisas entre as quais a riqueza caem-lhe do céu. Quer dizer, do céu não é bem assim. Caem do seu, caem do meu, caem do de todos os outros um bocadinho a cada um, mais imposto ali, mais imposto acolá e vê-se como eles vivem num Olimpo económico cuja prova se vem encontrar de novo nestes ordenadões desta nova direcção da E.D.P. Dizer que há crise em Portugal é mentira, é engano. A haver crise, é de valores de ética, de honra e de falta delas ao mesmo tempo. Estes "Ordenadões Sebastianisticamente Gastronómicos ou melhor Glutónicos" ( Quem se lembra dos glutões papa sugidades do anúncio da televisão?...Quem lembra do Sebastião que come tudo sem colher e quando chega a casa ainda bate na mulher... Quem lembra eles comoem tudo e não deixam nada isto é, tudo mais do mesmo...), fazem-nos prova que não há crise económica em Portugal. Há sim uma crise grande de equidade, de solidariedade, de inteligência económica onde funciona uma "Decalage" que quase se pode considerar terrorismo económico onde corruptos, detentores de altos ou melhor, altíssimos ordenadões se sentam todos ao mesmo nível, o de um Olimpo económico que deveria envergonhar os próprios cães, tivessem eles acesso a tal coisa que se lhe torna imprópria por serem irracionais. Mas de toda a forma, estes que sendo considerados racionais, acabam por proceder como se o não fossem. Aí entramos num campo onde já se torna difícil saber se é o cão que adquire a personalidade do dono ou se é o dono que acaba adquirindo a personalidade do animal, sem ofensa para o animal em causa, está claro. À frase "A César o que é de César", poderemos sempre acrescentar, "Aos cães aquilo que é dos cães" não cabendo ao homem a obrigatoriedade de os imitar.
Não tendo nada a ver com o B.E., o Louçã tem razão quando afirma: Em Portugal o pobre que rouba um tostão é ladrão! O politico que rouba um milhão é um barão! Vamos lá a assentar numa coisa. O político não rouba! Ao político as coisas entre as quais a riqueza caem-lhe do céu. Quer dizer, do céu não é bem assim. Caem do seu, caem do meu, caem do de todos os outros um bocadinho a cada um, mais imposto ali, mais imposto acolá e vê-se como eles vivem num Olimpo económico cuja prova se vem encontrar de novo nestes ordenadões desta nova direcção da E.D.P. Dizer que há crise em Portugal é mentira, é engano. A haver crise, é de valores de ética, de honra e de falta delas ao mesmo tempo. Estes "Ordenadões Sebastianisticamente Gastronómicos ou melhor Glutónicos" ( Quem se lembra dos glutões papa sugidades do anúncio da televisão?...Quem lembra do Sebastião que come tudo sem colher e quando chega a casa ainda bate na mulher... Quem lembra eles comoem tudo e não deixam nada isto é, tudo mais do mesmo...), fazem-nos prova que não há crise económica em Portugal. Há sim uma crise grande de equidade, de solidariedade, de inteligência económica onde funciona uma "Decalage" que quase se pode considerar terrorismo económico onde corruptos, detentores de altos ou melhor, altíssimos ordenadões se sentam todos ao mesmo nível, o de um Olimpo económico que deveria envergonhar os próprios cães, tivessem eles acesso a tal coisa que se lhe torna imprópria por serem irracionais. Mas de toda a forma, estes que sendo considerados racionais, acabam por proceder como se o não fossem. Aí entramos num campo onde já se torna difícil saber se é o cão que adquire a personalidade do dono ou se é o dono que acaba adquirindo a personalidade do animal, sem ofensa para o animal em causa, está claro. À frase "A César o que é de César", poderemos sempre acrescentar, "Aos cães aquilo que é dos cães" não cabendo ao homem a obrigatoriedade de os imitar.
Mas continuemos nesta nossa odisseia, a ver se conseguimos incutir-lhe alguma dose de vergonha que não viria nada mal ao caso:
I
Estamos numa encruzilhada!
E futuro de mau agouro!
E com a banca desfalcada,
E futuro de mau agouro!
E com a banca desfalcada,
Onde está o nosso ouro?
II
Andou Salazar a poupar...
Para nos deixar quase ricos!
Mas já sem termos que defecar,
Nem dar uso a penicos?
III
Estamos mesmo na miséria,
A viver de dinheiro emprestado!
Porque tivemos gente pouco séria
Dissipando o que foi herdado?
IV
E deixou dinheiro à brava,
Que desapareceu em poucos anos!
Para bolsos e bolsas de tanto crava...
Causando-nos tantos e novos danos...
V
Não sendo Salazarista,
Reconheço, houve asneira...
Mas como posso eu ser Abrilista!
Ao ver tamanha cegueira???...
VI
A sistemas totalitários...
Benfeitores dos escolhidos!
Os outros serão reaccionários,
Que serão depois abatidos!
VII
Em campos de concentração,
Nos ares da gelada Sibéria!
Ou numa qualquer prisão...
Às ordens do comandante Béria! (1)
VIII
O terrível ministro do Interior,
Do sistema bolchevique de J.Estaline...
Que dava uso às leis do terror,
Para o pessoal andar "fine"...
IX
Nem mijar fora do penique...
E andar caladinho e na ordem...
E não haja quem dê um grite!
P'ra não ver como elas mordem...
X
Nos tais paraísos comunistas,
Das liberdades amordaçadas...
Onde se safam só os intriguistas!
Que delatam os camaradas...
XI
Pois inventaram os seguidores,
Para se espiarem mutuamente...
E dizendo-se eles os melhores!
Só se for a oprimir toda a gente...
VII
Em campos de concentração,
Nos ares da gelada Sibéria!
Ou numa qualquer prisão...
Às ordens do comandante Béria! (1)
VIII
O terrível ministro do Interior,
Do sistema bolchevique de J.Estaline...
Que dava uso às leis do terror,
Para o pessoal andar "fine"...
IX
Nem mijar fora do penique...
E andar caladinho e na ordem...
E não haja quem dê um grite!
P'ra não ver como elas mordem...
X
Nos tais paraísos comunistas,
Das liberdades amordaçadas...
Onde se safam só os intriguistas!
Que delatam os camaradas...
XI
Pois inventaram os seguidores,
Para se espiarem mutuamente...
E dizendo-se eles os melhores!
Só se for a oprimir toda a gente...
A.G.G. 24/12/2011
Quem leu escritores Russos, leu que esta personalidade que seria Ministro do Interior do Governo de J.Estaline, teria uma paixão assolapada por meninas dos seus 18 anos que depois descartava, nunca num prazo muito longo. Algumas destas que tenham reclamado de serem deitadas fora, terão, segundo esses mesmo escritores Russos, ido parar aos campos de concentração da Sibéria. E matéria prima teria ele à brava, seria só escolher o que até não admira, face à posição ministerial do tal Béria que nos dá a ideia de que afinal não seria assim pessoa tão séria quanto conviria ao cargo que ocupava. O exemplo ou vem de cima ou não pode servir de exemplo. O exemplo, o bom, porque o mau pode vir de qualquer lado e aí, as responsabilidades são nenhumas. É assim: Tem-se visto ao longo destas temporadas pseudo-políticas que aos camaradas, tudo lhes é permitido e ainda lhes sobra tempo daí dizer-se que, "Quando for grande também quero ser comunista!". No fundo, se vir-mos bem as coisas, há qualquer coisa de atractivo no ser comunista. O pior é quando eles encetam pelas depurações e alguns deles, vão parar na mesma aos ditos campos de concentração. Aí a coisa já dói, aí a coisa já pia mais fino, aí já a porca torce o rabo, aí já os Princípios da Dialéctica Comunista terão de ser revistos porque tratar assim os camaradas que sempre deram tudo (Principalmente o que era dos outros...) pelo Partido, nãp podem ser tratados dessa maneira. Mas isto é teoria que vai conytra a prática do comunismo do comunismo através dos tempos. Eles foram sempre iguais entr si. Até porque se reparar-mos como deve de ser, " Um indivíduo para ser bom comunista, tem de ser mau. Se acaso for bom, é mau comunista" e será sempre um sério candidato a quaisquer futuras depurações. É preciso ralembrar que o Partido não perdoa. Mais cedo ou mais tarde, quem se distânciou um pouquinho da direcção indicada pelo Partido, vai ter que prestar contas. Se foi sempre assim em todos os sistemas comunistas implantados até aqui, o que nos pode levar a amitir que num futuro mais próximo ou mais longínquo venha a ser diferente?
Vou dar um exemplo: Aqui há tempos contaram-me uma história que diz assim: Um dia uma professora do sistema bolchevique de J.Estaline, diz aos alunos para darem o nome de uma ave qualquer que voasse. Vai um deles, acho que um Petrovic qualquer e diz. "O crocodilo, sô psôra!(Aliás nos meus tempos de escola primária, nós também não fugíamos à regra e dizia-mos igual...) Diz-lhe a professora; Mas quem foi o palerma que te disse que os crocodilos voam? E diz-lhe o rapasito; "Foi o meu pai, que é oficial da K.G.B., porquê?" remata então a dita professora; " Bem! O crocodilo voa mas, baixinho!" Fica claro que, sendo o pai do rapaz do K.G.B. ( Polícia Politica do sistema Bolchevique Comunista...), o crocodilo para todos os efeitos, teria de voar, não fossem eles os "Detentores do princípio da Pedra Filosofal", princípios que segundo eles os não-comunistas "nunca jamais em tempo algum" alcançarão. Issso são coisas só para mentes preparadas dialécticamente como eles gostam de referir. Eles são os mais , nós somos os menos. Isto é, segundo o seu ponto de vista
Quem se lembra de alguém proeminente do 25 de Abril, o tal que terá dito que se deixasse crescer as barbas poderia tornar-se no Fidel de Castro da Europa que tenha dito que os reaccionários deveriam ser todos metidos no Campo Pequeno, para quê? Para serem toureados ou como em Barrancos, abatidos no final da tourada? O Bolchevismo Soviético, o tal Materialismo Dialéctico do Princípio da Pedra Filosofal liquidou isto é matou à volta de vinte milhões de indivíduos considerados dos tais reaccionários entre Russos e outros Povos que ficaram debaixo da alçada do Exército Vermelho, incluindo os deportados para os Campos gelados da Sibéria onde morreriam cozidos pelo frio nos tais Campos de Concentração que penso formavam aquilo a que chamaram depois "O Arquipélago Goulac". Como se diz hoje por aí, com amigos destes quem precisava de inimigos? E que coisa terrível esta da sudserviência, onde em nome de uma pseudo-liberdade se acaba conivente com toda uma horda
Quem se lembra de alguém proeminente do 25 de Abril, o tal que terá dito que se deixasse crescer as barbas poderia tornar-se no Fidel de Castro da Europa que tenha dito que os reaccionários deveriam ser todos metidos no Campo Pequeno, para quê? Para serem toureados ou como em Barrancos, abatidos no final da tourada? O Bolchevismo Soviético, o tal Materialismo Dialéctico do Princípio da Pedra Filosofal liquidou isto é matou à volta de vinte milhões de indivíduos considerados dos tais reaccionários entre Russos e outros Povos que ficaram debaixo da alçada do Exército Vermelho, incluindo os deportados para os Campos gelados da Sibéria onde morreriam cozidos pelo frio nos tais Campos de Concentração que penso formavam aquilo a que chamaram depois "O Arquipélago Goulac". Como se diz hoje por aí, com amigos destes quem precisava de inimigos? E que coisa terrível esta da sudserviência, onde em nome de uma pseudo-liberdade se acaba conivente com toda uma horda
Sem comentários:
Enviar um comentário