Sempre que vejo na televisão, leio numa revista ou livro ou oiço alguém falar sobre isso, esta questão que produz o título deste trabalho, surge em minha mente. O que é que tão grande fosse, que pudesse através de uma explosão dar origem a algo que tão grande que chamam infinito ou seja o Universo composto por várias Galáxias entre as quais a nossa à qual pertencemos. E é preciso não esquecer que se a própria Terra em relação à sua Galáxia é pequeníssima, então em relação ao Universo é capaz de ser mais pequena que um grão de areia em relação ao deserto. Seria muito bom que o homem se rendesse á sua real insignificância porque é muito menos do que a Terra em relação ao Universo. Somos a bem dizer, um pontinho tão insignificante que só à lupa poderia ser observado pelos Anjos, partindo do princípio da sua existência. Contudo, átomo a mais molécula a menos, nós somos considerados como seres humanos apesar de alguns se mostrarem mais seres desumanos ou até para melhor dizer, próprios monstros humanos onde afinal em sentido de Humanidade não vemos nada e vemos ao contrário, muitíssimo de bestialidade, esta que pode em s. f. interligar-se mais à besta ou seja ao demónio, ao inferno propriamente dito. Isto, porque fazem da vida dos outros um inferno em vida. Não vale a pena entrar por agora em pormenores que todos vocês podem saber deles, mais do que eu e se eu conheço já muitos mais do que aqueles que deveria conhecer e só os conheço porque infelizmente, aconteceram e da mesma forma irão continuar a acontecer.
Diz-nos Albert Einstein quiçá o físico mais evoluido do nosso planeta até aos dias de hoje, sem ofensa para qualquer um dos outros: "A Ciência sem a Religião é coxa, a Religião sem a Ciência é cega". E diz mais: " Existem apenas duas formas de ver a vida. Uma é pensar que não existem Milagres e a outra é que é tudo um Milagre". Ora, que nós saibamos, Milagres até agora são só com Deus. Os ateus, que tanto valor se dão a si proprios, não os conseguem nem "jamais e em tempo algum" o conseguirão terão de forçosamente render-se à sua real insignificância
Sem comentários:
Enviar um comentário