Ter pena de alguém não é assim tão ofensivo como se ouve dizer certas vezes. Pena, está ligada a Solidariedade, a Fraternidade, a Caridade a Filantropia. Pena não caminha sozinha na estrada da vida. Não ter pena de ninguém é, não querer dar a mão a alguém em caso de necessidade desse alguém e arranjar desse modo, desculpas de mau pagador porque essas mesmas pessoas, um dia que venham hipoteticamente a precisar, serão das primeiras a estender a mãozinha à tal Caridade que antes condenavam. Afinal, somos humanos e errar, como se ouve dizer, é próprio do ser humano. Teremos é de combater esses corações de pedra ou de ferro que não querem ter compaixão de ninguém, principalmente até ao dia em que vierem a precisar.Aí, querem logo o bife maior, não se contentam com o mais pequeno porquê?. Porque se sentem pessoas especiais, com mais direitos que os outros e que ninguém lhes diga o contrário se não..., está o caldo entornado!.
Aliás, ofereço-vos esta citação onde "Penso eu de que", poderão interpretar este meu ponto de vista que sei à priori, acompanhado por muitíssima gente que não aceita ter o "Maldçoado"(pronúncia Algarvia..., Portugal...) dinheiro como Deus."Deus não é nem será nunca jamais e em tempo algum, o dinheiro mas, o diabo, é a falta dele". (Até alguns tão estimados amigos desaparecem do mapa, à espera quiçá, voltemos a ter dinheiro de novo e lá está, " Com amigos destes, quem precisa de inimigos?. Ninguém, ninguém, diz certa canção...) Por falar nisso, ainda há dias me contaram sobre um indivíduo que puxando de um maço grande de dinheiro do bolso, o amostrou a outro dizendo assim; Estás a ver?. Este aqui, é o meu Deus!....
Trampicou-se, lixou-se, deu um tiro no pé, saiu-lhe o tiro pela culatra, meteu o pé na argola, etc, etc.. O diabo ouviu esta e tratou de arranjar-lhe logo uma doença que foi o dinheiro todo à vida, que não chegou
para o tratamento da doença. Sei que é difícil acreditar mas um dia vou-vos contar a forma como eu vi, que é mesmo o diabo que trás as doenças todas que ocupam o espaço terrestre. Bem!. Se não é Deus, só pode, só pode mesmo ser o diabo e às vezes em figura de gente.
Mas vamos então finalmente ao trabalho em rima, dado que por não saber nada de nada sobre métrica, não poderei chamar-lhe poesia, mesmo que haja quem leia e gostando lho chame:
Uma pena no chão de Lisboa
I
Esta pena abandonada,
I
Esta pena abandonada,
Num chão, assim na rua...
Lembra-me aqueles que não tendo nada...
Tem da vida a prova mais crua!
II
Que não é fácil passar fome,
Apelando à máxima resistência...
Enfrentá-la enquanto nos consome!
Mas, buscando paciência...
III
Que é até grande virtude,
Pelos Profetas enaltecida,
Haja então quem nos ajude...
A não sofrer fome em nossa vida!
IV
Porque há os que tem demais,
Dando-lhe até, para estragar...
Mas não tratem ao pobre como animais,
Como forma de se afirmar...*1E
V
Que pode até acontecer...
Nestas coisas incertas do destino...
Não ser o pobre a morrer!
E dobrar por outros o sino...
3 / 10 / 2011
VI
Há que haver responsabilidade!
No seio de nossa nobre Nação...
Porque solidariedade... e fraternidade,
São a base da civilização...
VII
Até que é perigoso, ser avarento!
Ganancioso, Egoísta...
É hora de arrependimento!
E escolher, ser altruísta!
VIII 5 / 10 / 2011
Não!. Não são eternos...
Os ricos para nós, felizmente...
São só, uns diabos dos infernos,
Que nasceram com figura de gente!
IX
Leiam " O Auto da Barca,
Do Inferno" de Gil Vicente e vejam...
Enfrentá-la enquanto nos consome!
Mas, buscando paciência...
III
Que é até grande virtude,
Pelos Profetas enaltecida,
Haja então quem nos ajude...
A não sofrer fome em nossa vida!
IV
Porque há os que tem demais,
Dando-lhe até, para estragar...
Mas não tratem ao pobre como animais,
Como forma de se afirmar...*1E
V
Que pode até acontecer...
Nestas coisas incertas do destino...
Não ser o pobre a morrer!
E dobrar por outros o sino...
3 / 10 / 2011
VI
Há que haver responsabilidade!
No seio de nossa nobre Nação...
Porque solidariedade... e fraternidade,
São a base da civilização...
VII
Até que é perigoso, ser avarento!
Ganancioso, Egoísta...
É hora de arrependimento!
E escolher, ser altruísta!
VIII 5 / 10 / 2011
Não!. Não são eternos...
Os ricos para nós, felizmente...
São só, uns diabos dos infernos,
Que nasceram com figura de gente!
IX
Leiam " O Auto da Barca,
Do Inferno" de Gil Vicente e vejam...
Que os ricos não são de outra marca!
E é pela mesma gaita que "meijam"! *2
X
E já que não menstruam...
Que ao homem isso não é dado...
Pelo menos que se instruam....
E baixem seu ordinário ordenado!
XI
Apelidados de "Ladrões do Povo"...
Por um Bispo de Lisboa...
Parecem gostar ouvir de novo,
Tão feio nome que entre nós ecoa...
XII
Terroristas económicos!
Que em Haia deveriam ser julgados,
Eazem-nos até, já vómitos!
Não foram paridos, foram " Cagados"...*3
6 / 10 / 2011
A.G.G.
XI
Apelidados de "Ladrões do Povo"...
Por um Bispo de Lisboa...
Parecem gostar ouvir de novo,
Tão feio nome que entre nós ecoa...
XII
Terroristas económicos!
Que em Haia deveriam ser julgados,
Eazem-nos até, já vómitos!
Não foram paridos, foram " Cagados"...*3
6 / 10 / 2011
A.G.G.
*1-No tempo da escravatura, era considerado natural o dono e senhor dos escravos, amarrá-los ( fortemente como se lhes fosse possível fugir no meio de tantos " Capangas" armados ( em gente, dizemos
nós...)) a um poste e pessoalmente açoitá-los de forma cruel, como se isso, fizesse dele, mais homem. Podê-lo-ía tornar mais odiado, mais temido mas não mais respeitado. Mais cedo ou mais tarde, o esclavagismo haveria de ser abolido e os esclavagistas rebaixados a 4º ( quatro graus ...) abaixo de cão. Só que infelizmente enfrentamos hoje um novo esclavagismo económico do qual ainda não sabemos muito bem. como nos havemos de libertar.
Sem comentários:
Enviar um comentário