Diz-me o dicionário; "Lei Injusta não é Lei...". E diz-me o C.M. no seu pensamento do dia; " Leis Injustas, são a pior forma de Tirania.".
Aqui e na contraditória, deveriam assentar os princípios da Democracia. Todos sabemos, todos aceitamos que teremos de pagar impostos que no tempo antigo não ultrapassavam o "Dízimo"ou seja a décima parte do fruto do nosso trabalho isto é do trabalho deles, aqueles que nessa altura trabalhavam nessa zona da terra e estavam sujeitos a esse imposto.As coisas foram-se alterando e pouco falta para chegar-mos a ficar nós com o "Dízimo"e a ter de entregar as outras nove partes para os chamados senhores, directores, administradores, presidentes, etc., terem uma vida opulenta onde, além de nada lhes faltar, dando até para estragar sobrando para nós, o espectro da fome, tão má conselheira como está conceituado e que tem provocado revoluções sangrentas com consequências catastróficas para ambas as partes que em lugar de se contarem espingardas, se contarem mortos.
De quem será a culpa, que na maioria dos casos morre solteira?.
Só pode ser de quem manda, escolhendo para si um "Olimpo Económico" e para os outros ou seja para nós, um "Inferno também dito,( aqui, aplica.se o termo maldito por estar mais de acordo com a ideia em si....A ideia de nos roubarem em tudo quanto possam e quanto mais, melhor para eles isto é, tanto para seus bolsos como para suas bolsas e por pouco, não seria para suas bossas porque na volta, serão muito mais camelos que nós, na medida em que querem fazer de nós, os camelos que eles são, na efectividade. Não sei porquê, nem porque cargas d'água eles, "Tentam ver reflectida em nós a triste figura da sua porca imagem.") Económico. Como se fossem eles Santos e nós uns Diabos quaisquer. Na realidade, é o contrário que se passa. São eles os Demónios de quem Satanás se serve para fazer das nossas vidas um inferno.
Esta desordem económica que tem imperado no mundo, de uns com demais e demais com de-menos, tem que forçosamente ser alterada correndo-se o risco da reinvenção da "Guilhotina" e depois, aqui del'rei, "Que não há quem nos valha?".
Não é isto ameaça nem desejo antes pelo contrário aviso amigo e atempado, baseado no ditado que diz; "Mais vale prevenir que remediar..." e lutar contra o outro que diz; "Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é burro ou não percebe da arte.". Da arte de roubar,entenda-se e quem rouba é ladrão e não barão, como querem fazer crer.
Quem criou as Universidades não sabia que estaria criando nova espécie de "Feudalismo Económico".
Teremos de dar razão ao B.E. (parece até que é a única...) quando afirma e repete "O pobre rouba um tostão e é ladrão e o rico rouba um milhão e é barão.". É um desvio dizem eles, como tentativa de desculpa esfarrapada, que por si não tem desculpa alguma nem hipóteses de vir a ter, "jamais em tempo algum".
Diz o dicionário sobre desviar; dar descaminho a; Subtrair fraudulentamente. Um doutor que faz um desvio, é um ladrão maior que aquele que não sendo doutor, desvia um pão da prateleira de venda em qualquer padaria ou em quaisquer posto de venda de pão. E a pena a aplicar, tem de ser em proporção. Mas atenção; Não apliquem maior pena ao pobre que roubou um simples pão, que dizer, não troquem as penas já agora. E já que falamos em penas, deixem-me lembrar-vos o que disse Camões; "Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena". Só que, "Penso eu de que", Camões não estaria a dizer que "Vale tudo até arrancar olhos...", como se faz agora por aí, com o maior descaro.
Eu explico; Estava um indivíduo a roubar gasóleo aí pelas duas horas da matina num camião e eis se não quando, aparece o dono do camião, vê o que se passa e diz em voz alta para que o ladrão ouvi-se; é preciso ter lata!. E o ladrão, sem se impressionar diz-lhe em resposta; pois é patrão, pois é!. Mas também é preciso ter mangueira se não, o gasóleo, não sai!...É mais ou menos a diferença entre antigamente ; vergonha era roubar e desde há uns tempos atrás mas não tantos como antigamente, ou melhor hoje em dia, vergonha é ser agarrado pela polícia e tirarem-nos o produto do roubo porque roubar em si, deixou de ser vergonha já há algum tempo atrás. É como dizer que a tradição já não é o que era, e só os "Velhos do Restelo" estão ainda
agarrados a ela. Os indevidamente chamados "Botas de Elástico" quando afinal," Nem tudo o que é novo é bom, nem tudo o que é velho, não presta!" A.G.G.. Para quem não saiba nem admita, há anda coisas velhas a ultrapassarem certas coisas novas. São pelo menos, mais resistentes em certas circunstâncias adversas tais como por exemplo, uma boa fogueira numa noite fria no deserto. Há mais mas não vale a pena entrar agora em certas inconveniências. Ficaremos por aqui, no que respeita à diferença entre coisas velhas e novas e passamos adiante que se faz tarde.
Vou apresentar-vos agora um poema Brasileiro que penso servirá a explanar melhor esta ideia de castigar só o pobre que agora já não é pobre. Devido à acção Socialista, não sei se por ordens da Internacional Socialista ou de quem quer que seja, acabaram com os pobres em Portugal. Agora há Insuficientes Económicos, que de certa forma me cheira, em S.F. a Deficientes Económicos como quem diz que são indivíduos que não conseguem suprir a sua subsistênciapropriamente ditas que não deveriam portanto serem dadas a cumprimento.
Vou tentar dar um exemplo verídico; Eu tinha carta de condução válida até ao ano 2014. O governo anterior ou seja a "malversação" de Sócrates decidiu retirar cinco anos, a quem renovaram por mais quinze anos após os cinquenta anos. Ora depois de ultrapassada a minha data de nascimento em 2009, segundo essa nova lei,
eu estaria já fora da lei, sujeito a multa como aconteceu e logo de cento e vinte euros, como se esse dinheiro fosse assim tão fácil de arranjar. Com tudo isso, fui obrigado a deixar o carro noutra cidade e tendo regressado à minha residência anterior, tive uma oportunidade de trabalho para outro lugar só que, necessitava de ter transporte. Transporte, eu tinha só que, em função dessa nova lei era como se não tivesse.
É assim; Em certos aspectos já era bom que o próprio estado não desajudasse, como foi neste caso. Eu, não fosse retirarem-me os cinco anos a um documento legal, com selo branco e tudo, depois de ter pago esse período de quinze anos que ficaram reduzidos a dez quanto a mim, injusta e incompreensivelmente. Como pode um governo retirar assim cinco anos a um documento legal?. E multarem-me ainda por cima e ainda; Se por acaso demorasse mais de dois anos a renovar a dita carta, foi-me dito que teria ainda por cima de ir responder a tribunal como vulgar criminoso. É obra, senhores!. Estes governantes quiçá preocupados com o pouco trabalho que tem os tribunais, parecem sentir de certo modo arranjar-lhes mais umas horas extras; e diz-se por aí, estarem os mesmos entupidos de processos por resolver. Parece-me ser como aquela situação em que se tem de remar sem parar contra a maré. A gente cansa-se a remar, não avança e a corrente acabará por arrastar-nos sem dó nem piedade rio abaixo e o pior é que se houverem rápidos ou cascatas, acabaremos despenhados nelas. Porquê?. Porquê então nos hão-de colocar numa situação de ter de remar contra a corrente?. Se daí pode advir consequentemente a nossa destruição, a nossa morte?. Porquê?.
"Porquê certos governos por dinheiro, pior que os gatos por leite, se mostram como os vampiros por sangue, ou seja, insaciáveis?". Como aliás há dias vi no C.M. de onde o ou melhor os governos vão buscar o dinheiro do orçamento do Estado. Impostos directos e impostos indirectos. Nada vi sobre o dinheiro que arrecadam das multas, mal chamadas "Coimas", onde em princípio o mesmo governo vai buscar muito, mas muito do nosso dinheirinho e quantas vezes com injustiça.
Mas gostava de vos falar agora destas "Coimas", já que tocámos na ferida ou seja, já que falámos nelas; Meus amigos!. Diz o dicionário que "Coima" é, multa que se impõe ao dono de animais que invadam terreno alheio ou poderemos ainda acrescentar, que provoquem prejuízo em terreno alheio isto é, comam as couves e as hortaliças do vizinho, plantadas precisamente nesse terreno alheio. Expliquem-me então como o condutor de um veículo pode ser coimado se é o único animal e em princípio racional que vai dentro do ou em cima do veículo?. Estarão por acaso a chamar-lhe camelo ou algo parecido se não for de pior teor?.
E já agora outra situação que pode merecer a nossa atenção; No novo Código de Estrada diz: O cassado está sujeito a uma coima de ( x multiplicada por não sei quantos...). Errado!.
Para já, o dicionário diz-nos que as palavras cassação, casso e cassar, são relativas a documentos que não estejam de acordo com a lei e portanto fora de prazo, isto é por exemplo; A minha carta de condução e porque o governo de Sócrates me anulou cinco anos de prazo de condução, prazo esse anteriormente como disse validado com selo branco e penso que por tal razão impossível de anular, estaria assim, fora de prazo.
Nessa óptica a minha carta de condução, poderia ser cassada, mas nunca eu como condutor. Quando muito eu poderia ser autuado como aconteceu que aí, eles, não perdoam. E a chamarem-me cassado é totalmente fora de lógica. Quando muito, poder-me-iam chamar infractor, transgressor, desrespeitador mas, nunca pode ser, cassado. Quando muito, e na falta de um (s) poder-me-iam por como casado que a bem de ver, não seria tão ofensivo. Diz no dicionário na palavra cassar e em S.F. caçar. mas em sentido figurado e não em sentido real. Porque ao chamarem-me cassado, em S.F., podem muito bem estarem-me a chamar peça de caça, peça de caça pode corresponder a por exemplo, javali e este a porco. Rica forma disfarçada ou seja em S.F. de chamarem porcos a todos os condutores e condutoras que sejam apanhadas nas malhas da lei mesmo que como atrás disse, injustamente?,Não será caso para que os senhores legisladores efectuarem uma revisão a tal matéria porque como está demonstra ignorância e muita ou então falta de respeito e ofensa declarada, nada bonito de ser vista. "Penso eu de que", seja um caso a considerar, porque a nível linguístico,
parece-me esta situação descrita estar errada, para não dizer, criminosa. Ou será que ofensa em certo grau não poderá ser considerada crime?.
Mas vamos então ao poema Brasileiro sobre até onde vai a justiça, sobre até onde vai a injustiça;
O Ladrão de Galinha
I
Ladrão, que de tão pobre vive à toa.
Em longas caminhadas pela noite,
Surpreendido, logo uma voz ressoa.
"Pega Ladrão" e sem que alguém o açoite.
II
Escorraçado pelas ruas voa.
Quando pegado, sofre duro açoite.
E, no xadrez, coitado, um canto entoa.
Por ter um teto sob o qual pernoita.
III
Talvez que merecesse um pedestal,
Em que ostentasse sua honestidade.
Se comparado fosse ao pessoal,
IV
Que vive a nos roubar em liberdade.
Por força do prestígio oficial,
Ou da própria matreira habilidade.
Heládio Feitosa de Castro
Brasil
E em seguimento a esta trabalho, surgiu, foi surgindo na minha mente através da minha corrente de consciência, de certa forma de mim independente e sujeita ao poder Cósmico com o qual acredito existir uma certa correlação com o homem, neste caso eu;
I
Assim tem sido no fundo,
Com o crime a ser recompensado!
E o imune doutor imundo...
A receber altíssimo ordenado.
II
Assim acontece a cada mês...
Com o doutor engravatado!
A exemplo de quaisquer rês,
A pastar em alheio prado!
III
Nada mais lhe interessa,
Para além de inconfessáveis regalias!
Por tal inventaram, ora essa...
As tão propaladas democracias...
IV
Baseadas nos votos dos Povos,
Bem enganados, sim senhor...
A comer omoletes sem ovos,
A conselho do político doutor...
V
E a beber vinho a martelo,
Bem feito, por ser burro!!!...
Vítima de um mercado paralelo,
Onde tudo, cheira a esturro!
VI
Que qualquer dia, já não sei...
Não é nada bom, o pressuposto!
Com injustiça a fazer lei...
P'ra ser maior, nosso desgosto!
VII
E esgotar-mos a paciência...
Por estar-mos já fartos de tanto disto,
Cuidado, não tenham negligência...
Que pode ser, nem os salvar Cristo!
A.G.G.
06.51 Horas, 12 / 10 / 2011
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