Esperamos sentados?. Não!!!...
Porque "O Povo Unido, jamais será Vencido". Bonito slogan para propaganda política, nada mais que isso. Até ao tempo em que Viriato não assinou um tratado de Paz com os Romanos não fomos de facto vencidos.Fomos por eles traídos, sendo depois vencedores. Com Viriato com chefe das nossas tropas, vencemos seis legiões romanas, o que não é para qualquer um.Tal facto seria só igualado setenta anos mais tarde por Sertório, vencendo à mesma os romanos por seis vezes e só com e por traição, foram vencidos. Estes desgraçados destes romanos tinham a mania de depois de vencer algumas batalhas com os Lusitanos, acorrentá-los e vendê-los como escravos para a Gália, desconfio, a lendária terra de Astérix e Obélix.Após a assinatura desse acordo de paz que depois o irmão do romano com quem foi assinado tal acordo o rompeu, valendo-se da traição para esse efeito. Não só fomos vencidos como depois vendidos como escravos.E hoje, quando pedem dinheiro em nosso nome, não será uma forma diferente de nos venderem?.Não será uma forma camuflada de uma nova forma de escravatura sob o teor de um capitalismo selvagem camuflado (de leis ditas e tentadas explicar...) dentro de um Marxismo pseudo-revolucionário?que, ao fim e ao cabo não foge muito das leis de Ali-Bábá.Afinal, seja de uma maneira ou de outra, nunca mais fugimos da tal e terrível exploração do homem pelo homem, dêem-lhe os nomes que quiserem dar. Eis a questão, como diria William Shakespeare. E não seremos nós que depois iremos ter que pagar esse mesmo dinheiro que entretanto eles andaram entretidos a gastar ao desbarato como se fosse tudo a fundo perdido?. E não nos vemos nós agora perdidos para pagar tanto dinheiro gasto ao desbarato, à toa, sem responsabilidade?.Só que nem só de pão vive o homem, assim também este Povo ou qualquer outro povo não podem de maneira alguma viver de propaganda política por muito que o queiram isto é se for mesmo isso e só isso a quererem para as suas vidas e as vidas dos seus, o que à partida parece de todos os modos e mais alguns, muito pouco. Insuficiente mesmo, tão insuficiente quanto este ordenado mínimo a que teimam em chamar ordenado. São uns engraçadinhos estes gajos, não acham?.
Enquanto que para eles guardam contra tudo e contra todos a maior fatia do bolo, mas fatia esta tão grande que resta para nós um quase nada. Tão quase nada que de certa forma nem dá para lhe sentir o gosto!. Lembrou-me neste momento uma anedota dos tempos do nosso célebre Manuel Maria Barbosa de Bocage (acho uma certa piada de mau gosto, um ignorante como eu aos olhos de certa gente, saber de cor o nome completo deste Sr. que foi da Poesia digamos, "Parodiana" (que tem a ver com paródia, nem podia ser outra coisa...) como que um Príncipe, se não mesmo um Rei.
Apresentou-se um dia o nosso Bocage a uma mesa de um restaurante da época, pedindo para comer, um bife devidamente acompanhado dos melhores ingredientes da mesma época, está claro. Trouxeram-lhe o referido prato, mas com um bife muito pequeno para a sua fome que ao contrário, seria muita e vai ele, pega no garfo e de uma assentada mete o pequeno bife na boca, mastiga-o e engole-o. A seguir, chama o empregado e diz-lhe;podem mandar fritar o bife, que a amostra está boa!.
ASSIM DE CERTO MODO TEMOS ESTADO NÓS À ESPERA DE EL REI D SEBASTIÃO PORQUANTO NOS TEM DADO SÓ AMOSTRAS EM LUGAR DE BIFES. Os Bifes grandes guardam-nos para eles ( e bifes da vazia...) enquanto para nós, o que sobra e é às vezes porque nem sempre assim é, são as amostras ou os bifes pequenos e sem ser da vazia. Quando chega à nossa vez, já a travessa está é mesmo vazia. E isto leva-nos à tal história do bife grande e do bife pequeno. Em lugar de um tirar o bife grande e ficar o pequeno para o outro, porque não, cortar os dois ao meio e tirar metade de cada um, cada um dos comensais?. E isto porque nem um é mais que o outro para comer mais bife, nem o outro é menos para comer menos. A "Lei" da "Equidade", manda dividir equitativamente por todos e não mais para uns e menos para os outros. Eu sei que esta conversa é chata para algumas personagens, mas ponham-se no meu lugar a ficar sempre com o bife mais pequeno ou na maior parte das vezes, sem bife sequer. Bem!. Eu só, não!. Também era veleidade a mais. Serei eu e outros tantos como eu ou seja, nós, que somos muitos isto é, somos uma maioria real e não fictícia como aparecemos nas estatísticas.
Sabem por acaso, essa da lei da estatística?. É assim;Alguém come um frango assado sozinho. Estatisticamente, comemos metade cada um só que na realidade, o outro nada comeu. Moral da história?. Que se lixe e que se lixem com essa da ou das leis das estatísticas porquanto, sabemo-lo bem e bem demais,representar-mos para eles um número apenas. E nós sabemos ser muito mais que isso. Somos nós e ninguém além de nós que lhe conferi-mos o nosso "Votozinho que lhes vai outorgar o seu lugarzinho bem pago ainda por cima para se poderem regalar com os tais bifes da vazia", enquanto para nós a música continua a mesma de sempre. A música da panela vazia que por sinal é demais parecida com a da geleira vazia, dado que vivem paredes meias uma com a outra. Parecem até, gémeas siamesas sendo tão diferentes de forma, mas vamos então até D. Sebastião por quem tanto esperamos há demasiado tempo.
Estas palavras a letra maiúscula, assim saíram, assim ficam.
I
Esperamos pacientes...
O regresso de El Rei D. Sebastião.
Enquanto rangemos os dentes!,
À falta de uma côdea de pão...
II
Continuando indigentes,
Enquanto políticos enriquecem...
Universidades repletas de "Lentes",
Entre si, se enaltacem...
III
É vê-los na televisão...
Com estudados e enganosos discursos,
Enaltecendo uma pseudo-revolução...
Que ainda nos trata como ursos?
IV
Com um O.M. insuficiente...
Que não chega para o dia-a-dia,
Estamos fartos de tal gente,
E de toda essa cantoria!
V
E vivendo luxuosa existência...
Ordenam-nos a sermos poupados!
Acusando-nos de negligência.
VI
De viver-mos acima das possibilidades,
Ter carro e casa comprada,
Mandar filhos para Universidades,
Como fosse-mos gente abastada?
VII
Que esta coisa da igualdade,
Só é possível em "Demagogia"...
Bem diferente, é a realidade!
Só para eles, há "Democracia"...
VIII
De nós, só interessam os votos!
Que lhes arranjem lugar no poleiro!
Mesmo andando nós todos rotos,
Sem ver-mos pão, nem o padeiro!
A.G.G. 17 /4 / 2011
IX
Tenham tomates!
Acabem com a corrupção!
Tenham tomates!
Acabem com a corrupção!
Porque é a pior das partes,
Que está a afundar a Nação!
X
E os desvios malversaçados... P.S.
Por inconfessos poltrões,
Pagos a altos ordenados....
E com títulos de "Barões"...
XI
Nós, coitados, rastejamos na lama!
À procura de uma moeda perdida...
Deitando-nos com fome na cama,
Revoltos, em raiva contida!
XII
Que coisa má, nos vem à mente!
Acabar-mos com tantas mordomias...
Daqueles que rogam à gente,
O voto nestas dúbias democracias!
XIII
Enganam-nos, a torto e a direito!
Com promessas em catadupa!
Não tendo por nós qualquer respeito,
Acusam-nos depois de termos culpa!
XIV
Que votámos no partido errado,
Que fomos em sua conversa fiada,
Mas vemos sempre o caso mal parado,
E nossa opção, condenada!
XV
Seja de direita seja de esquerda,
O partido que as eleições vença,
Nós vemos sempre a mesma "coisa"!
Que nossa escolha, não compensa!
XVI
Eles fazem festa de vitória!
Que vemos pela televisão!
Mas vai-se repetir a história...
De amanhâ, não ter-mos pão...
A.G.G. 1/8/2011
00.24 horas
I
Que está a afundar a Nação!
X
E os desvios malversaçados... P.S.
Por inconfessos poltrões,
Pagos a altos ordenados....
E com títulos de "Barões"...
XI
Nós, coitados, rastejamos na lama!
À procura de uma moeda perdida...
Deitando-nos com fome na cama,
Revoltos, em raiva contida!
XII
Que coisa má, nos vem à mente!
Acabar-mos com tantas mordomias...
Daqueles que rogam à gente,
O voto nestas dúbias democracias!
XIII
Enganam-nos, a torto e a direito!
Com promessas em catadupa!
Não tendo por nós qualquer respeito,
Acusam-nos depois de termos culpa!
XIV
Que votámos no partido errado,
Que fomos em sua conversa fiada,
Mas vemos sempre o caso mal parado,
E nossa opção, condenada!
XV
Seja de direita seja de esquerda,
O partido que as eleições vença,
Nós vemos sempre a mesma "coisa"!
Que nossa escolha, não compensa!
XVI
Eles fazem festa de vitória!
Que vemos pela televisão!
Mas vai-se repetir a história...
De amanhâ, não ter-mos pão...
A.G.G. 1/8/2011
00.24 horas
P.S.-Vão ao dicionário e vejam a palavra "Malversação" que por acaso nele descobri ao folheá-lo à procura de outras palavras e de seu significado.Acto ou efeito de malversar; de lapidação de dinheiros no exercício de um cargo;má administração; desgoverno.
Malversado-mal governado;mal procedido; fraudulento.
Malversar-que ou aquele que malversa.
Como se vê, é o dicionário a falar e não eu não podendo portanto haver lugar a condenações nem a indemnizações tanto a gosto de certos ditos-socialistas que de socialistas tem só o nome ou melhor, tem crachá pendurado no peito da camisa para outros verem, para poderem mostrar mas só isso é pouco para ser-se efectivamente socialista, o que não vou explicar agora por demorar muito nem ser eu mestre em política, nem ser pago para tal. Dizem eles que ser socialista é ser-mos todos iguais.Nesse caso, eu queria ver todos a ganharem os altos ordenados que só eles recebem, os mais iguais.Para nós, os menos iguais, vem aquela coisa horrorosa que teimam em chamar ordenado.Essa do sermos todos iguais é logo à partida," conversa fiada" ou" conversa p'ra boi dormir", não passa de markting político para nos irem enrolando de toda a forma e feitio. E nós Dâââhhh (tem que pôr a mão à frente da cara a abanar de um lado para o outro a condizer com o slogam "Quem parte e reparte e não escolhe a melhor parte ou é burro, ou não percebe da arte"-Assim é quando somos chamados a votar; normalmente, escolhemos a pior parte; será porque não temos arte?.) vamos nessa que nem burro puxando carroça com peso a mais, impostos a mais, fome a mais, ou será melhor fazer então o tal desenho?.Só que o desenho pode sair a Picasso e acabamos a perceber o mesmo ou seja o mesmo que nada.
Mas vou tentar explicar melhor através de uns versos que me surgiram na corrente de consciência vindos,(penso eu de que...), de todo este princípio cósmico que nos envolve e nos protege de certos ataques da fera humana ou não fosse o homem, o lobo do homem:" Hominis homen lupus.".
Mas vou tentar explicar melhor através de uns versos que me surgiram na corrente de consciência vindos,(penso eu de que...), de todo este princípio cósmico que nos envolve e nos protege de certos ataques da fera humana ou não fosse o homem, o lobo do homem:" Hominis homen lupus.".
Nota;Ofereceram-me ontem um "Livrinho" com o título,(A B C da Astronomia onde fui descobrir algo muito importante que estava incluída na minha ignorância.Só Constelações Astrais conhecidas do nosso Universo, são, 88.E está lá, (só pode ser coíncidência...), a Constelação do meu signo, o que me deixou deveras contente!.Que é a Constelação "Gémeos".Bem!. Em princípio, estão lá os doze signos, não há motivo para invejas nem descontentamentos.Só a nossa Galáxia dizem ser composta por (cento e vinte milhões de Estrelas, entre as quais se encontra o Sol que não é assim, o centro dela.E vem-me depois com a teoria do Bib Bang, teoria com a qual nunca concordei nem virei a concordar em princípio. Senhores, isto é areia demais para a nossa camioneta. O melhor que teremos a fazer é, reduzir-nos à nossa insignificância e aceitar-mos de uma vez por todas a existência de um Deus Criador tanto de tudo isto como de todo o Universo.Nada de tão grande, nada de tão enorme poderia ter explodido e dar origem a ele. Tem que haver algo mais transcendente que continuará sendo mistério para nós mas, os mistérios farão sempre parte da nossa vida. Não fiquemos admirados por isso. É uma consequência de estar-mos vivos, bem melhor que estar-mos mortos.Os mortos..., não tem opinião!.
O que disse Camões???...I
Nada sei de Camões!
Que cantou Portugal...
Na sua epopeia Portuguesa...
Nos valorosos descobrimentos!
E hoje presos pelos "calções", P.S.
Com tudo a correr mal!
Com a malta toda "tesa"... P.S.
Sem direito sequer a lamentos...
II
Disse ele que "tudo vale a pena,
Quando a alma não é pequena"!
E que grande alma nós temos!
Que damos grandes ordenados,
A certos "Barões" pelo menos,
A directores e dirigentes,
Enquanto nós condenados...
A ordenados indigentes???...
III
Somos grandes sim senhor!
Ficamos com parcas migalhas,
Para que ganhe bem o Sr. Doutor,
Ou engenheiro sem curso.
E seremos nós canalhas,
Com menos direitos que urso...
Que cantou Portugal...
Na sua epopeia Portuguesa...
Nos valorosos descobrimentos!
E hoje presos pelos "calções", P.S.
Com tudo a correr mal!
Com a malta toda "tesa"... P.S.
Sem direito sequer a lamentos...
II
Disse ele que "tudo vale a pena,
Quando a alma não é pequena"!
E que grande alma nós temos!
Que damos grandes ordenados,
A certos "Barões" pelo menos,
A directores e dirigentes,
Enquanto nós condenados...
A ordenados indigentes???...
III
Somos grandes sim senhor!
Ficamos com parcas migalhas,
Para que ganhe bem o Sr. Doutor,
Ou engenheiro sem curso.
E seremos nós canalhas,
Com menos direitos que urso...
Nesta selva em estertor?
IV
Falta pouco afinal...
P'ra dar-mos cabo do resto!
Que a banca rota, está aí!
Para o que der e vier...
Ao que chegou Portugal!
Que já nem pode sequer,
Criar seu próprio apresto,
Como eu próprio já vi!
V
Abatemos a frota de pesca!
Oliveiras e videiras, arrancámos!
As cotas de leite, vendemos!
E tudo em grande festa...
A esta C.E.E. endinheirada...
E agora de mão estendida vamos,
Numa ilustre salgalhada.
VI
É e não é preciso...
E com o P.E.C.4 chumbado,
O que vemos, é pouco tino!
E termos o caldo entornado...
Ou então, falta de juízo!
Na condução do destino...
Nesta Nação de Camões...
Presa já pelos "Calções... P.S.
VII
Já não há quem nos acuda!
E com ordenados milionários...
É toda pouca qualquer ajuda!
Vão-se os dedos e os anéis,
Nestes juros usurários,
A castigar demais a Nação...
E andar-mos depois aos papéis,
No meio de tenebroso furacão!
A.G.G. 25/5/2011
VIII
Falta ainda a corrupção...
A depenar mais a Nação!
E dinheiro a fundos perdidos,
Dados a estes mais queridos!
Nossos "Belos" lati fundiários,
Os espertos do sistema!
Por quem temos nós de ter pena?
E ser-mos por eles mais depenados...
Para que vivam, que nem nababos|
IX
Sobrou-nos vá lá, a cortiça...
Ou arranquem também os sobreiros!
E logo atrás os pinheiros...
Para ficar-mos mesmo sem nada!
Para que nos acusem
Foi a ópera, bem montada!
Neste espectáculo cómico,
Num teatro negro tragicómico!
IV
Falta pouco afinal...
P'ra dar-mos cabo do resto!
Que a banca rota, está aí!
Para o que der e vier...
Ao que chegou Portugal!
Que já nem pode sequer,
Criar seu próprio apresto,
Como eu próprio já vi!
V
Abatemos a frota de pesca!
Oliveiras e videiras, arrancámos!
As cotas de leite, vendemos!
E tudo em grande festa...
A esta C.E.E. endinheirada...
E agora de mão estendida vamos,
Numa ilustre salgalhada.
VI
É e não é preciso...
E com o P.E.C.4 chumbado,
O que vemos, é pouco tino!
E termos o caldo entornado...
Ou então, falta de juízo!
Na condução do destino...
Nesta Nação de Camões...
Presa já pelos "Calções... P.S.
VII
Já não há quem nos acuda!
E com ordenados milionários...
É toda pouca qualquer ajuda!
Vão-se os dedos e os anéis,
Nestes juros usurários,
A castigar demais a Nação...
E andar-mos depois aos papéis,
No meio de tenebroso furacão!
A.G.G. 25/5/2011
VIII
Falta ainda a corrupção...
A depenar mais a Nação!
E dinheiro a fundos perdidos,
Dados a estes mais queridos!
Nossos "Belos" lati fundiários,
Os espertos do sistema!
Por quem temos nós de ter pena?
E ser-mos por eles mais depenados...
Para que vivam, que nem nababos|
IX
Sobrou-nos vá lá, a cortiça...
Ou arranquem também os sobreiros!
E logo atrás os pinheiros...
Para ficar-mos mesmo sem nada!
Para que nos acusem
Foi a ópera, bem montada!
Neste espectáculo cómico,
Num teatro negro tragicómico!
A.G.G. 25/5/2011
P.S.- Presos pelos "Calções", ou vocês queriam que eu escrevesse aquilo em que estão a pensar só que infelizmente, não posso fazer-vos a vontade como nem a mim sequer.Eu sei que rima mas, nem tudo o que rima é permitido e ponto final. Apesar de haver tanta coisa que não rima tem sido permitido até demais. Estou a falar de quê?.Precisamente da base deste trabalho que tem incidido na questão mais do que controversa dos ordenados milionários, coisa que não pode acontecer de forma alguma, dêem as desculpas que derem.Houve um Sr. Bispo em Lisboa que disse; "Quem se presta a receber ordenados milionários (extra-ordinários, supra-ordinários ou simplesmente ordinários...) é simplesmente ladrão do Povo. Não sou eu a dizê-lo o que não quer dizer que esteja maldito. Maldito só pode ser quem se apresta a receber ordenados desses. Estupidamente ou gananciosamente não alcançam que um País tão pequeno, com um P.I.B. tão pequeno não se pode permitir a dar ordenados desse género simplesmente porque as finanças do País, não suportam destes ordenados Olimpos quer dizer do Olimpo onde moram os deuses das mitologias Gregas, Romanas e Nórdicas, em princípio. A malta da "Geração À rasca", tem de promover manifestações a nível nacional contra este facto retrógado, que não está em nada de acordo com os princípios do nosso 25 de Abril, se é que estes existem.O 1º passo para vencer a crise é, abaixar, rebaixar tanto ordenado e reformas milionários(as).Tenho ouvido o Ex.mo Sr. Pres. da Répública a dizer pelas televisões que teremos de produzir mais para distribuir-mos melhor a riqueza criada.Gostaria daqui, de dizer-lhe uma coisa muito simples.Vamos mas é distribuir esta que temos agora à mão e logo que se crie mais riqueza, logo atenderemos aos que agora nada precisam dela. Querem que o Povo produza mais.Ok. Mas como pode um Povo produzir mais com fome?.
Nota:" De boas intenções, está o inferno cheio". Estamos todos fartos de tanto blá blá blá político que não vai dar em nada a não ser em mais impostos a pagar.Estamos fartos de tanta fartura de impostos. São impostos a mais, demais, tantos que "A montanha pariu um rato!".São impostos que cheira já a impostura e a impostores. No pensamento do dia do C.M. vinha um dia; "Leis injustas, são a pior forma de tirania!".
Um dia no nordeste brasileiro foi um dirigente politico fazer campanha politica para eleições que se aproximavam. Após chegar à povoação dirigiu-se aos chefes locais, conforme tinha sido combinado.
Encaminharam-no para o palanque e tendo este subido ao referido palanque, começou a falar para esse povo dessa povoação dos benefícios da "Democracia".Às páginas tantas, afirmou; " O povo, precisa ter uma mesa farta!!!....Ora, um dos ouvintes não achando lá muita piada ao que estava ouvindo porque "Farta" para ele seria outra coisa que não aquela de que estaria falando o politico, pediu licença e disse; Doutô!!!...Mesa farta a gente já tem!!!....Olha!. Farta arroz, farta batata, farta óreo(óleo, azeite etc.), farta tudo, doutô: A gente precisa memo,(mesmo) é di comê!!!....Como se vê, este povo desta povoação, como nós em Portugal estamos fartos de tanta fartura deles que se inverte sempre em dificuldades cada vez mais difíceis para nós.
São cada vez mais impostos, é o nível de vida cada vez mais caro e ao mesmo tempo o nosso nível de vida cada vez mais baixo. Li há tempos que para um Português, fumar um cigarro e tomar um café, era já em si, um luxo.Mas que raio de luxo tão pequeno este!.Quer dizer; vê-se um Português fumando um cigarro e tomando um café e lá está, poderemos desde logo acusá-lo de levar uma vida luxuosa!.Parecem-me acusações a mais. Vida de luxo, levam aqueles que ao fim de cada mês recebem um luxuoso ordenado, quantas vezes imerecido por ser demais. Ser demais em relação àquilo que produzem, ser demais em relação ao per-cápita Portugês em relação ao P.I.B. de Portugal.Não se pode compreender mesmo que se queira sem incorrer em erro grave, que num País paupérrimo e portanto abaixo de pobre, aja coragem se é que a isso se pode chamar coragem de haver ordenados de ordem megalómana e milionária. É um contra-senso.Será mesmo, uma vilania com precedentes porquanto há já muito estão habituados a explorar-nos em todos os sentidos. Económica e socialmente. É demais e ainda por cima,impróprio para consumo.No Egipto cuja população sobrevivia com pouco mais de um euro ou euro e meio por dia porque não dava para mais,dava no entanto para que o seu presidente O. Mubarac pudesse depositar fortunas no estrangeiro.Na Líbia é o que se está a ver com o Kadafi a proceder de igual modo com um império económico na Europa.Está-se a ver a quantidade de dinheiro exportado por Eduardo dos Santos de Angola, dinheiro pertencente ao Povo Angolano e que de forma ilegal lhe está sendo surripiado mas, como o homem foi lá posto pela antiga U.R.S.S. parece estar tudo bem, ou não pertencesse a eles o universo.É tudo pertença do mundo Marxista/Leninista/Estalinista e portanto Bolchevique.
Até o princípio da "Pedra Filosofal", é deles. São os grandes filósofos da porrada, do
markting publicitário politico; ou te tornas comunista ou morres. Bem que isto não é assim directamente. Eles começam por prender e fazer desaparecer primeiro os mais próximos isto é, vizinhos e depois mesmo familiares.Às tantas começamos mesmo a ver a coisa a ficar preta e começamos a analisar se não será mesmo melhor dar-mos para lá o nosso nome. Pelo menos há sempre a hipótese de ficar-mos vivos a fim de contar-mos a história.É como diz o provérbio popular;"Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas".
Li aqui há dias que quando da colonização Árabe, os árabes se queixavam de que os novos convertidos se mostravam "Muçulmanos" por fora e continuavam "Cristãos"
por dentro.Mas porque raio quereriam eles mais do que haviam já conseguido que era a ocupação territorial?.É como certa gente que há; são tão gananciosos que se comerem peixe assado, comem espinhas e tudo, não deixando nada para o gato. como se o gato pudesse realmente ir à pesca.Pode-se tirar daqui se quisermos, um cúmulo da ganância,
que o é concerteza.
Meus senhores!.Querem acabar com a crise?.Acabem em primeiro lugar com a crise de virtude e de mentalidade porque "Julgam" serem superiores à plebe, ao Povo em geral.
Voçês, vivem sim, é à custa desse mesmo Povo,que exploram até ao tutano, à espera que um dia esse Povo acorde desta letargia em que se encontra e vos faça a folha.
E depois Aqui Del-Rei que não é justo.E será justo o que V.Exas andam fazendo agora
com esta ditadura económica camuflada de democracia?.
Comem muito queijo e portanto esqueceram já que a célebre "Guilhotina" Francesa foi,
nasceu ou foi parida e vinda da fome do Povo Françês desse tempo.Ela não foi inventada (por dá aqui aquela palha...),foi a fome que esse Povo sentia nas entranhas todos osdias de suas vidas, vendo seus filhos chorando e morrendo dessa mesma fome que as classes ricas lhes impunham pela força de um dos sentidos mais vis do ser humano que é "A exploração do homem pelo homem" em que ao explorado não se dão direitos nem condições necessárias à sua sobrevivência sequer. Para eles, os ricos, nós somos escomalha doentia, leprosa até,somos uma raça em vias de extinção....Eles...,só estão dando uma ajuda!.
Tenho para que saibam, descoberto umas palavras novas (novas para mim está claroporque os Stores devem saber delas, tanto quanto eu que sou para este governo e para todos os outros que advieram do 25 de Abril, "Analfabeto"."Analfabeto sim senhor porque se eu pretender entrar como jardineiro numa câmara qualquer, não me é permitido porque não tenho comigo o meu processo escolar que as Autoridades Abrilistas abandonaram , deixaram em Angola para serem queimados (Bem!. Até nós, não sei se seríamos para ser queimados porque cometemos o crime de colonizar Angola.Também construimos barragens para o seu desenvolvimento económico e eluminar as suas agora cidades. Quem sabe também um dos crimes pelos quais merecía-mos ou podería-mos ser queimados. Lembro-me bem que nessa altura, para a esquerda Portuguesa e não sei se internacional, nós (mas só nós os Portugueses.Os Cubanos e Russos que vieram a seguir não, porque eram Bolcheviques lá dos lados da antiga U.R.S.S., daquela gente que pode fazer tudo e ainda lhes sobra tempo...), éra-mos tidos já como neo-nazis isto é, éra-mos "Carne para Canhão" ou "Lenha para a Fogueira" se por mero acaso os camaradas do então M.P.L.A. subserviente à ex-U.R.S.S. se lembrassem disso. Não tinha-mos ninguém para nos proteger...
Um dia no nordeste brasileiro foi um dirigente politico fazer campanha politica para eleições que se aproximavam. Após chegar à povoação dirigiu-se aos chefes locais, conforme tinha sido combinado.
Encaminharam-no para o palanque e tendo este subido ao referido palanque, começou a falar para esse povo dessa povoação dos benefícios da "Democracia".Às páginas tantas, afirmou; " O povo, precisa ter uma mesa farta!!!....Ora, um dos ouvintes não achando lá muita piada ao que estava ouvindo porque "Farta" para ele seria outra coisa que não aquela de que estaria falando o politico, pediu licença e disse; Doutô!!!...Mesa farta a gente já tem!!!....Olha!. Farta arroz, farta batata, farta óreo(óleo, azeite etc.), farta tudo, doutô: A gente precisa memo,(mesmo) é di comê!!!....Como se vê, este povo desta povoação, como nós em Portugal estamos fartos de tanta fartura deles que se inverte sempre em dificuldades cada vez mais difíceis para nós.
São cada vez mais impostos, é o nível de vida cada vez mais caro e ao mesmo tempo o nosso nível de vida cada vez mais baixo. Li há tempos que para um Português, fumar um cigarro e tomar um café, era já em si, um luxo.Mas que raio de luxo tão pequeno este!.Quer dizer; vê-se um Português fumando um cigarro e tomando um café e lá está, poderemos desde logo acusá-lo de levar uma vida luxuosa!.Parecem-me acusações a mais. Vida de luxo, levam aqueles que ao fim de cada mês recebem um luxuoso ordenado, quantas vezes imerecido por ser demais. Ser demais em relação àquilo que produzem, ser demais em relação ao per-cápita Portugês em relação ao P.I.B. de Portugal.Não se pode compreender mesmo que se queira sem incorrer em erro grave, que num País paupérrimo e portanto abaixo de pobre, aja coragem se é que a isso se pode chamar coragem de haver ordenados de ordem megalómana e milionária. É um contra-senso.Será mesmo, uma vilania com precedentes porquanto há já muito estão habituados a explorar-nos em todos os sentidos. Económica e socialmente. É demais e ainda por cima,impróprio para consumo.No Egipto cuja população sobrevivia com pouco mais de um euro ou euro e meio por dia porque não dava para mais,dava no entanto para que o seu presidente O. Mubarac pudesse depositar fortunas no estrangeiro.Na Líbia é o que se está a ver com o Kadafi a proceder de igual modo com um império económico na Europa.Está-se a ver a quantidade de dinheiro exportado por Eduardo dos Santos de Angola, dinheiro pertencente ao Povo Angolano e que de forma ilegal lhe está sendo surripiado mas, como o homem foi lá posto pela antiga U.R.S.S. parece estar tudo bem, ou não pertencesse a eles o universo.É tudo pertença do mundo Marxista/Leninista/Estalinista e portanto Bolchevique.
Até o princípio da "Pedra Filosofal", é deles. São os grandes filósofos da porrada, do
markting publicitário politico; ou te tornas comunista ou morres. Bem que isto não é assim directamente. Eles começam por prender e fazer desaparecer primeiro os mais próximos isto é, vizinhos e depois mesmo familiares.Às tantas começamos mesmo a ver a coisa a ficar preta e começamos a analisar se não será mesmo melhor dar-mos para lá o nosso nome. Pelo menos há sempre a hipótese de ficar-mos vivos a fim de contar-mos a história.É como diz o provérbio popular;"Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas".
Li aqui há dias que quando da colonização Árabe, os árabes se queixavam de que os novos convertidos se mostravam "Muçulmanos" por fora e continuavam "Cristãos"
por dentro.Mas porque raio quereriam eles mais do que haviam já conseguido que era a ocupação territorial?.É como certa gente que há; são tão gananciosos que se comerem peixe assado, comem espinhas e tudo, não deixando nada para o gato. como se o gato pudesse realmente ir à pesca.Pode-se tirar daqui se quisermos, um cúmulo da ganância,
que o é concerteza.
Meus senhores!.Querem acabar com a crise?.Acabem em primeiro lugar com a crise de virtude e de mentalidade porque "Julgam" serem superiores à plebe, ao Povo em geral.
Voçês, vivem sim, é à custa desse mesmo Povo,que exploram até ao tutano, à espera que um dia esse Povo acorde desta letargia em que se encontra e vos faça a folha.
E depois Aqui Del-Rei que não é justo.E será justo o que V.Exas andam fazendo agora
com esta ditadura económica camuflada de democracia?.
Comem muito queijo e portanto esqueceram já que a célebre "Guilhotina" Francesa foi,
nasceu ou foi parida e vinda da fome do Povo Françês desse tempo.Ela não foi inventada (por dá aqui aquela palha...),foi a fome que esse Povo sentia nas entranhas todos osdias de suas vidas, vendo seus filhos chorando e morrendo dessa mesma fome que as classes ricas lhes impunham pela força de um dos sentidos mais vis do ser humano que é "A exploração do homem pelo homem" em que ao explorado não se dão direitos nem condições necessárias à sua sobrevivência sequer. Para eles, os ricos, nós somos escomalha doentia, leprosa até,somos uma raça em vias de extinção....Eles...,só estão dando uma ajuda!.
Tenho para que saibam, descoberto umas palavras novas (novas para mim está claroporque os Stores devem saber delas, tanto quanto eu que sou para este governo e para todos os outros que advieram do 25 de Abril, "Analfabeto"."Analfabeto sim senhor porque se eu pretender entrar como jardineiro numa câmara qualquer, não me é permitido porque não tenho comigo o meu processo escolar que as Autoridades Abrilistas abandonaram , deixaram em Angola para serem queimados (Bem!. Até nós, não sei se seríamos para ser queimados porque cometemos o crime de colonizar Angola.Também construimos barragens para o seu desenvolvimento económico e eluminar as suas agora cidades. Quem sabe também um dos crimes pelos quais merecía-mos ou podería-mos ser queimados. Lembro-me bem que nessa altura, para a esquerda Portuguesa e não sei se internacional, nós (mas só nós os Portugueses.Os Cubanos e Russos que vieram a seguir não, porque eram Bolcheviques lá dos lados da antiga U.R.S.S., daquela gente que pode fazer tudo e ainda lhes sobra tempo...), éra-mos tidos já como neo-nazis isto é, éra-mos "Carne para Canhão" ou "Lenha para a Fogueira" se por mero acaso os camaradas do então M.P.L.A. subserviente à ex-U.R.S.S. se lembrassem disso. Não tinha-mos ninguém para nos proteger...
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