Eis a questão...
Chamam a isto de ordenado mínimo, quando deveriam chamar meio ordenado mínimo. Para ser ordenado mínimo, deveria ser no mínimo o dobro deste ou no mínimo dos mínimos este e mais metade deste. Chamar a isto O.M. é gozar com a cara da gente e pior ainda quando vêem exigir rendimento máximo. Há aqui qualquer coisa desconhecida que, entendamos não se enquadra no puzzle.
Para O.Ms, rendimentos mínimos. Para rendimentos máximos, como a própria palavra indica, ordenados máximos porque a não ser assim entramos na lógica da batata, que não tem lógica alguma.
Esta pandemia que surgiu agora de que os portugueses não querem trabalhar, querem é estar no café a derreter
em copofonia os subsídios e R.S.I, quais calões inveterados, é conversa p'ra boi dormir...( expressão brasileira
muito a jeito e bastante expressiva). Mas passemos à explicação rimada em verso.
Coisa Horrorosa!...
I
Quando oiço falarem,
Nos debates da televisão,
Do O.Mínimo nacional...
Sinto estarem-nos a ultrajar,
A tratarem-nos abaixo de cão,
O que convenhemos, está mal!
II
Quando chega o fim de mês,
Dão-nos aquela coisa horrorosa!
Que ficamos a olhar p'rás mãos,
Que nos parecem estranhas...
Picadas de picos de rosa,
Vendo que para nós, 2+2 igualam três,
Revoltando-nos até as entranhas.
III
Fazem-nos contas de sumir..
Vai tudo pelo cano de esgoto!
Só falta pagar-mos imposto para rir!
P'ra ser mor, maior nosso desgosto...
Que a nada temos direito,
Nem a um O.M. de respeito!
IV
Que possa chamar-se ordenado!
Que nos dê esperança à vida?
Que nos ponha comida na mesa?
Somos um povo condenado...
De uma revolução perdida...
É que a malta, está tesa!
V
É preciso animar a malta, dizem eles!
Nos concertos e outras cantorias...
Só que com um O.M. tão reles,
Só mesmo comprando alegorias,
E comer-mos em sentido figurado,
Com isto a que chamam ordenado.
A.G.G. 24/05/2011
Falámos dos mínimos, vamos agora falar dos máximos que tudo leva a crer, sejam a base desta crise, mais crise de valores do que propriamente crise económica. Ela existe, sabemo-la real, mas a sua origem quer queiramos quer não tem por base uma gravíssima crise de valores, base essencial de uma sociedade perene que queira afirmar-se evoluída e civilizada, onde a equidade não poderá de forma alguma ser considerada palavra morta. Ter-se-há de dar-lhe vida e para isso a " Decalage nórdica terá de ser forçosamente aplicada a Sul, correndo nós o risco de sermos considerados país de terceiro mundo se assim não fizer-mos.". Nos países do Sul, mas talvez pior em Portugal sempre foi abismante a ( Decalage" entre os ordenados maiores e os mais pequenos. Julgam eles ( e porque julgar é próprio dos burros...sem ofensa p'rós burros que só são burros mesmo, por carregarem vinho e beberem água porque de resto são bem inteligentes; se os carregarem demais, eles arreiam. Parece até que vem com uma balança incorporada que sabem bem avaliar o peso que lhe põem às costas.
Portugal, foi desde sempre um regime tipo feudal dividido entre nobreza (eles...) e plebe, ( nós...).
Um país onde contam só os generais, sendo o soldado nada mais que carne para canhão...
Explica-se assim; Um soldado vai ter com o 1º Sargento e diz-lhe: Meu 1º tenho que ir à enfermaria pois que me doi o estômago. Diz-lhe o 1º Sarg.: Olha aqui ó soldado; Estômago, tem o nosso comandante, eu tenho barriga e a ti, dói-te é a -uta ( não posso escrever aquela palavra mas dá para entender, não é?. Não há aqui qualquer má intenção, isto é típica linguagem militar...) da pança. Como se vê há uma diferença substancial , se não abismal entre os iguais e os mais iguais que outros. Nós do O.Mínimo somos iguais; eles dos ordenados e reformas milionários a ponto de andarem a pedir no exterior dinheiro a juros para os pagar, são os mais igais que outros. Só que a bem da verdade, esses juros são pagos por nós na dificuldade que temos em acompanhar o aumento do custo de vida, com uma inflação sempre superior aos acertos dos ordenados.
"Não pisem demasiado os pobres pois que da sua desgraça não se faz vinho. Não queiram embriagar-se de tal néctar, porquanto já muitos crápulas, energúmenos e sevandijas o fizeram. Quer dizer..., não queiram ser como eles!"
A.G.G. De 1994 a 1998, mais ou menos.
Portugal, foi desde sempre um regime tipo feudal dividido entre nobreza (eles...) e plebe, ( nós...).
Um país onde contam só os generais, sendo o soldado nada mais que carne para canhão...
Explica-se assim; Um soldado vai ter com o 1º Sargento e diz-lhe: Meu 1º tenho que ir à enfermaria pois que me doi o estômago. Diz-lhe o 1º Sarg.: Olha aqui ó soldado; Estômago, tem o nosso comandante, eu tenho barriga e a ti, dói-te é a -uta ( não posso escrever aquela palavra mas dá para entender, não é?. Não há aqui qualquer má intenção, isto é típica linguagem militar...) da pança. Como se vê há uma diferença substancial , se não abismal entre os iguais e os mais iguais que outros. Nós do O.Mínimo somos iguais; eles dos ordenados e reformas milionários a ponto de andarem a pedir no exterior dinheiro a juros para os pagar, são os mais igais que outros. Só que a bem da verdade, esses juros são pagos por nós na dificuldade que temos em acompanhar o aumento do custo de vida, com uma inflação sempre superior aos acertos dos ordenados.
Ordenados Milionários, eis a questão...
I
Os ordenados milionários...
Pela crise responsáveis, são!
E é preciso com eles, acabar,
Ganhando mais os operários,
Que com fome não podem trabalhar,
Se quiser-mos, salvar a nação!
II
Não podemos sustentar, Sebastiões!
Que comem tudo, deixam nada!
E nós a contar os tostões,
De uma vida sonegada?
III
Onde está a equidade,
E nossos direitos respeitados,
Se com tortuosa leviandade,
Nos mantém a baixos ordenados?
IV
Nunca sairemos da cepa torta,
Se com aumentos tão pequenos,
E os credores a baterem à porta,
Uma vêz ao dia, pelo menos?
V
Estamos saturados disto,
E porquê tão castigados...
Enquanto outros, só visto,
Vegetam que nem nababos?
VI
Numa riquêza imerecida...
Roubada a quem trabalha,
Roubando-lhes também a vida,
Só podem ser, gente canalha!
VII
Que um dia enfrentará a Deus...
No dia do Juízo Final!
De nada lhes valerá dizerem-se ateus...
Pagarão de forma igual...
A.G.G. 24/5/2O11
O que é que o Povo quer?
O que é que o povo quer?
Quer dinheiro p'ra comprar um carro novo!
Mas quer também pão com chouriço,
Não quer levar só no toutiço...
Quer também uma bela sardinhada,
Não quer levar só porrada...
E sobremesa à lá carte,
Que não fique tão longe quanto Marte!
E uma boa salada de fruta,
Que não somos nenhuns filhos da --ta!
Temos direitos fundamentais,
Descritos na carta de direitos humanos!
Só que somos tratados abaixo de animais...
E há já, tantos anos...
Tratados como bestas de carga,
Numa vida tão negra, tão amarga...
Onde equidade, é utopia...
E chamam a isto, democracia...
Que somos um estado de direito!
Mas não vendo por nós, qualquer respeito!
São impostos a dobrar, a triplicar...
Mas são tantos e quantos a gamar...
É só enriquecimento ilícito...
Lê-se nos jornais, explicito!
O povo, só quer o fim da corrupção...
Que o livre deste Poceirão.
A.G.G. 18/4/2O11
"Não pisem demasiado os pobres pois que da sua desgraça não se faz vinho. Não queiram embriagar-se de tal néctar, porquanto já muitos crápulas, energúmenos e sevandijas o fizeram. Quer dizer..., não queiram ser como eles!"
A.G.G. De 1994 a 1998, mais ou menos.
É certo que se o dinheiro não trás felicidade, ajuda em muito. Resta saber é até que ponto, essa mesma ajuda nos possa ser mais prejudicial que benéfica.
Um jovem de 19 anos recebeu de prenda uma moto grande de cerca de 1OOO cm cúbicos. No mesmo dia a estreou, no mesmo dia se matou com ela num acidente. Até que ponto esse dinheiro trouxe felicidade?
Muitos mais exemplos poderiam ser descritos mas todos aqueles que me lerem, conhecerão muitos mais que eu daí, não descrever mais nenhum.
Mas poderei acrescentar a seguinte citação; "Não busques só riqueza material (que pode tornar-te avarento...), não busques só riqueza espiritual ( que pode tornar-te fanático ou pior fundamentalista...),procura antes riqueza cultural e poderás beneficiar das três"
A.G.G. 2OOO-2OO5
Vou dar-vos um exemplo se me permitem; Um novo rico chega a uma livraria e diz ao empregado. Dê-me um metro daqueles livros daquela prateleira:
Responde-lhe o empregado: O senhor desculpe, mas aqueles livros são todos iguais...
Responde o cliente, o tal novo rico que julga que por ter dinheiro à fartazana, está já acima de todos os outros: Não faz mal, que também não são para ler, são só para tapar um buraco numa estante lá em casa.
A ser assim, bastaria pôr lá uns tijolos, que era igual não será?. Nem seria necessário gastar tanto dinheiro não é verdade?.
Ao fim e ao cabo a riqueza material que todo o mundo procura, (Há sempre excepções; para muita gente o dinheiro é só, um mal necessário. É como dizer que se Deus não é dinheiro, o diabo é a falta dele. Esta do muito tens muito vales, nada tens nada vales é sempre relativo. É a diferença entre ser uma pessoa rica ou uma rica pessoa. A pessoa rica pode ter muito dinheiro e ser pobre culturalmente enquanto que a pobre, culturalmente pode ser rica. O bom, seria juntar o útil ao agradável mas nem sempre isso se torna possível.)não chega a todos.
Almeida Garrett (parece ter sido ele...) terá dito que para haver um rico, teriam de haver uma enormidade de pobres. E quantos mais ricos houver, das duas coisas uma; Ou terão de haver mais pobres para sustentar esses ricos ou os mesmos pobres, terão de tornar-se mais pobres ainda.
.Uma coisa é certa! A totalidade da riqueza da terra dividida por todos equititativamente, daria quando muito, para serem todos remediados. Para uns serem ricos, outros terão de forçosamente serem pobres económica ou monetáriamente. Mais triste, é muito rico ser pobre de espírito ou pior ainda, paupérrimo. É como dizer que naquela cabeça é só serradura...
Bem o tentou o Marksismo Leninismo mais o bolchevismo Estalinista resolverem este problema gravíssimo da humanidade mas, e há sempre um mas desconhecido, a emenda foi pior que o soneto!. É certo que não é também o capitalismo selvagem que vai resolvê-lo mas há quem acredite que a resposta universal a este problema está e estará no cristianismo mas um cristianismo a que o homem ainda não chegou.
Há por aí muitas ditas Igrejas Cristâs, mas parece ser o seu principal motivo, o "Dízimo" e uma coisa é certa.
Não se pode fazer negócio com Deus!. A Porta de entrada, é outra, e está assente issencialmente resumida ao cumprimento da Sua Mensagem descrito na passagem da mulher adúltera; Vai e não peques mais!.
Ou seja, se te tens portado mal, arrepende-te e não voltes a fazer asneira que és já crescido para isso ou é preciso fazer-te um desenho?
E já que entramos em pecados, vamos então aos P.E.Cs a meu ver os últimos e maiores pecados do Socratianismo que nada tem a ver com socialismo nas palavras de alguns militantes socialistasque conheço, que não se reviam no Secretário Geral do P.S. que tentou de certa forma endeusar-se.
Revejam das últimas fotografias do C.M. encimando o Bananal e nota-se, apesar de irónicamente ser tratado como Senhor..., Vós escolhereis Senhor, segundo a vossa vontade...( Diz uma das figuras referidas...).
E já agora como se diz que " O último a rir é o que ri melhor..." neste caso, aplica-se ao choro. O último choro, é o pior!. Só que neste caso, e por mor destes pecados do Socratianismo, teremos de chorar ainda muito mais.
Chegará a baba e ranho, tão graves foram estes pecados político-económicos de alguém que governava de forma irreal, um país real, levando-o desde Caia ao Poceirão.
T.G.V. não temos mas em contrapartida o Poceirão é enorme, agravado pelos juros desnecessários que teremos de pagar aos especuladores por mor de um 1º Ministro tão sinistro.
A cair-mos vertiginosamente em aceleração constante no fundo do Poceirão e ele a negar, olhem que não, olhem que não, olhem que não..., que temos de ser optimistas, mesmo que em movimento acelerado , tipo bola de neve rolando pela encosta aumentando de volume, aumentando de velocidade, com a catástrofe à vista de todos menos ele que mesmo assim continuava qual Ministro de Informação Iraquiano do Governo de Sadam Ussaín a negar, olhem que não...,temos que continuar a ser optimistas, o raio da oposição é que quer ser pessimista porque quer derrubar o Governo para alcançarem o Poder....
Fico para saber, qual o interesse para montar um cavalo a coxear, aos tropeções, sem sela nem nada que se pareça com ela, sem palha ou alguém que lhe valha, sujeitando-se a quem arriscar, a queda certa. O chamado meter a pata na possa ou melhor ainda..., na fossa. E ter a lata e a desfaçatez de chamar-lhes P.E.Cs ( Programas de Estabilidade e Crescimento).
Bem!. Programa seria mas não tão complicado que não se achava a ponta do novelo. Lembrava aqueles labirintos tão labirintos, tão labirintos que entrando já se não consegue sair, tipo pirâmides do Egipto ou Triângulo das Bermudas.
( Estou neste momento a ver na televisão o confronto entre manifestantes e polícias gregos. É o caos, prenúncio de uma guerra económica mas onde gostaria de ver os ordenados dos dirigentes e deputados reduzidos. O Povo Grego talvez compreendesse melhor as novas medidas de austeridade....
Nós Portugueses, a par de ser-mos descendentes da civilização grega, já nos vemos gregos também. Esperemos é não ter-mos necessidade de vir-mos a ver-nos mais gregos que eles...
Sejamos optimistas, e apesar desta recessão anunciada que nos vai esmagar contra o chão, ao não ter-mos as nossas necessidades supridas....Mas, como a esperança é a última a morrer, tenhamos esperança e demos a este novo Governo o benefício da dúvida mas pedindo-lhes também que baixem seus ordenados, que baixem os ordenados milionários, que baixem as reformas milionárias....
É uma afronta a nós com fome que continue esta megalomania económica destes príncipes do deserto.
Nós, Povo, não somos camelos, nem deveremos ser tratados como tal, jamais em tempo algum, quaisquer que sejam as circunstâncias, mesmo por muito adversas que sejam ou pareçam. Nada justifica que assim aconteça, mesmo que por muito que o pareça.
Senhores, está escrito; " Leis injustas são a pior forma de tirania" e " À mulher de César não se pede que seja séria mas sim também que o pareça"
Àquela canção dos Delfins, " Soltem os prisioneiros...", nós cantamos com lágrimas de dor e revolta, baixem vossos ordenados príncipes do deserto. Porque não somos camelos nem de longe nem de perto!.).
Estabilidade; Não compreendo que raio de estabilidade será com o desemprego a subir, só se falando em despedir e não em contratar, com tantos cortes nos apoios sociais, com as nossas poupanças ( Aos que ainda as tem...) a serem assaltadas com aumentos constantes dos bens de consumo.
E agora o tal crescimento; Que crescimento?. Do desemprego ?. Vê-se todos os dias, será para haver mais?.
Agora são os estaleiros navais de Viana do Castelo, quantos mais serão amanhã ?
E será que teremos amanhã?.
Já não falando dos tais 15O.OOO empregos prometidos no início dos seis anos de malversação.
Malversação,sim!. Vão ao dicionário e verão; Delapidação de fundos ( desvio de dinheiros públicos para fins indevidos); Malversar-não dar ( aos fundos que se manejam ) a aplicação a que se destinam.
Ou o que poderemos nós chamar a esta desgovernação Socratianista se não o atirar da pedra ao charco; A pedra é atirada, faz plofff..., e ficará para sempre retida no lodo do charco. A partir daí, achá-la, será como encontrar a agulha no palheiro. Vai-se-nos a paciência....
Parece até daquelas piadas de caserna para rir das antigas revistas Reader's Digest, só que aquelas eram para rir potqur tinham piada. Esta dos 15O.OOO empregos só se for para chorar. E não é daquilo de comer e chorar por mais, é precisamente o contrário.
Faltará só saber se os 7% eram a medida para pedir ajuda que nos sairia muito mais barata, sem P.E.Cs alguns porque não poderá este ex.1º Ministro ( fiz o meu melhor mas o país está pior...), até que enfim lhe retiraram as rédeas do poder..., até que enfim o desmontaram do cavalo do poder...,que já não anda por aí....Terá fugido já às suas responsabilidades?....Vai agora estudar filosofia, será alguma disciplina que tenha passado por cima no tal curso assinado ao domingo e que o mesmo diz ser de engenharia civil?. Ou da graduação em Engenharia Sanitária que ele diz ter, passada por uma Escola Nacional de Saúde Pública. Será que agora uma escola pode passar tal graduação ou isso só poderá ser feito por uma Universidade?. Eis a questão e uma questão bem interessante, mas quem sabe só a dialéptica do pensamento do Materialismo Dialéptico poderá responder, atravéz do Princípio da Pedra Filosofal de quem eles se dizem donos e senhores.
Eu, que fiz um curso Industrial e que já não tenho porque não tratei da papelada até parece, 1989....
Acaba por ser engraçado, ( mas uma graça tipo humor negro daquele do mais pesado, daquele de por na geleira e ir tirando às fatias fininhas devido ao muito poder corrosivo da mesma...) mas governos que se dizem democratas ( dizem-se todos após o 25 de Abril e nós sem saber-mos se em lugar de Democracia temos tido sem o saber outras teorias tais como Timocracia- sistema político onde predominam os ricos e as benesses desses mesmo ricos porquanto as nossas não tem existido até aqui, Malversação- dilapidação de fundos; administrar mal; dilapidar, " Leis injustas são a pior forma de Tirania"-onde ficamos, onde acaba o mar e começa a terra, onde acaba a Democracia e começa tudo isto mas muito longe dela e do tão afirmado Estado de Direito a que dizem pertensemos. A mim pessoalmente tem-me sido difícil visionar tal Estado de Direito, quando vejo tudo isto ao contrário ou seja tudo torto.
Mas deixem-me explicar melhor!; Aqui há muitos anos quando eram ainda usados os rendeiros e os arrendatários passa-se o seguinte diálogo entre dois deles à cerca de mais ou menos cem a trezentos anos passados; O patrão das terras diz para o rendeiro: O mundo está todo ao contrário....
Responde-lhe o rendeiro: Pois está patrão!. Olhe esta questão; tenho duas filhas. Uma solteira e uma casada. A casada não tem filhos e a solteira já me vai com três!. Como vê patrão..., isto está tudo ao contrário mesmo. Quanto mais agora diremos nós?. Isto agora como é vulgo ouvir-se, está pior que Deus nos livre....
E no meio de todas estas jogadas políticas que de certa virou jogo viciado, onde incluiremos a carta dos Direitos Humanos?. São para inglês ver?. São para fazermos-lhes vista grossa?.Passam únicamente a Markting Político donde o essencial é banido prevalecendo o indevido, o incorrecto?.Como pode ter acontecido esta generalização do fenómeno curruptivo?. Saberão os corruptos que a palavra corrupção está ligada a coisa podre, a coisa putrefacta, cancerosa ?. Aconcelho eles a consultar im bom diccionário para não virem depois dizer que ninguém os avisou. Mas será que era nossa obrigação avisá-los, ou era sua obrigação informar-se?. Isto é quase como uns comerem os figos e a outros rebentar-lhes a boca. Ninguém deve pagar em cadeia o crime de outrem. Nem nós os pobres temos nada que pagar as benesses de que os ricos tem auferido até aqui e que megalómanas benesses
Bem o tentou o Marksismo Leninismo mais o bolchevismo Estalinista resolverem este problema gravíssimo da humanidade mas, e há sempre um mas desconhecido, a emenda foi pior que o soneto!. É certo que não é também o capitalismo selvagem que vai resolvê-lo mas há quem acredite que a resposta universal a este problema está e estará no cristianismo mas um cristianismo a que o homem ainda não chegou.
Há por aí muitas ditas Igrejas Cristâs, mas parece ser o seu principal motivo, o "Dízimo" e uma coisa é certa.
Não se pode fazer negócio com Deus!. A Porta de entrada, é outra, e está assente issencialmente resumida ao cumprimento da Sua Mensagem descrito na passagem da mulher adúltera; Vai e não peques mais!.
Ou seja, se te tens portado mal, arrepende-te e não voltes a fazer asneira que és já crescido para isso ou é preciso fazer-te um desenho?
E já que entramos em pecados, vamos então aos P.E.Cs a meu ver os últimos e maiores pecados do Socratianismo que nada tem a ver com socialismo nas palavras de alguns militantes socialistasque conheço, que não se reviam no Secretário Geral do P.S. que tentou de certa forma endeusar-se.
Revejam das últimas fotografias do C.M. encimando o Bananal e nota-se, apesar de irónicamente ser tratado como Senhor..., Vós escolhereis Senhor, segundo a vossa vontade...( Diz uma das figuras referidas...).
E já agora como se diz que " O último a rir é o que ri melhor..." neste caso, aplica-se ao choro. O último choro, é o pior!. Só que neste caso, e por mor destes pecados do Socratianismo, teremos de chorar ainda muito mais.
Chegará a baba e ranho, tão graves foram estes pecados político-económicos de alguém que governava de forma irreal, um país real, levando-o desde Caia ao Poceirão.
T.G.V. não temos mas em contrapartida o Poceirão é enorme, agravado pelos juros desnecessários que teremos de pagar aos especuladores por mor de um 1º Ministro tão sinistro.
A cair-mos vertiginosamente em aceleração constante no fundo do Poceirão e ele a negar, olhem que não, olhem que não, olhem que não..., que temos de ser optimistas, mesmo que em movimento acelerado , tipo bola de neve rolando pela encosta aumentando de volume, aumentando de velocidade, com a catástrofe à vista de todos menos ele que mesmo assim continuava qual Ministro de Informação Iraquiano do Governo de Sadam Ussaín a negar, olhem que não...,temos que continuar a ser optimistas, o raio da oposição é que quer ser pessimista porque quer derrubar o Governo para alcançarem o Poder....
Fico para saber, qual o interesse para montar um cavalo a coxear, aos tropeções, sem sela nem nada que se pareça com ela, sem palha ou alguém que lhe valha, sujeitando-se a quem arriscar, a queda certa. O chamado meter a pata na possa ou melhor ainda..., na fossa. E ter a lata e a desfaçatez de chamar-lhes P.E.Cs ( Programas de Estabilidade e Crescimento).
Bem!. Programa seria mas não tão complicado que não se achava a ponta do novelo. Lembrava aqueles labirintos tão labirintos, tão labirintos que entrando já se não consegue sair, tipo pirâmides do Egipto ou Triângulo das Bermudas.
( Estou neste momento a ver na televisão o confronto entre manifestantes e polícias gregos. É o caos, prenúncio de uma guerra económica mas onde gostaria de ver os ordenados dos dirigentes e deputados reduzidos. O Povo Grego talvez compreendesse melhor as novas medidas de austeridade....
Nós Portugueses, a par de ser-mos descendentes da civilização grega, já nos vemos gregos também. Esperemos é não ter-mos necessidade de vir-mos a ver-nos mais gregos que eles...
Sejamos optimistas, e apesar desta recessão anunciada que nos vai esmagar contra o chão, ao não ter-mos as nossas necessidades supridas....Mas, como a esperança é a última a morrer, tenhamos esperança e demos a este novo Governo o benefício da dúvida mas pedindo-lhes também que baixem seus ordenados, que baixem os ordenados milionários, que baixem as reformas milionárias....
É uma afronta a nós com fome que continue esta megalomania económica destes príncipes do deserto.
Nós, Povo, não somos camelos, nem deveremos ser tratados como tal, jamais em tempo algum, quaisquer que sejam as circunstâncias, mesmo por muito adversas que sejam ou pareçam. Nada justifica que assim aconteça, mesmo que por muito que o pareça.
Senhores, está escrito; " Leis injustas são a pior forma de tirania" e " À mulher de César não se pede que seja séria mas sim também que o pareça"
Àquela canção dos Delfins, " Soltem os prisioneiros...", nós cantamos com lágrimas de dor e revolta, baixem vossos ordenados príncipes do deserto. Porque não somos camelos nem de longe nem de perto!.).
Estabilidade; Não compreendo que raio de estabilidade será com o desemprego a subir, só se falando em despedir e não em contratar, com tantos cortes nos apoios sociais, com as nossas poupanças ( Aos que ainda as tem...) a serem assaltadas com aumentos constantes dos bens de consumo.
E agora o tal crescimento; Que crescimento?. Do desemprego ?. Vê-se todos os dias, será para haver mais?.
Agora são os estaleiros navais de Viana do Castelo, quantos mais serão amanhã ?
E será que teremos amanhã?.
Já não falando dos tais 15O.OOO empregos prometidos no início dos seis anos de malversação.
Malversação,sim!. Vão ao dicionário e verão; Delapidação de fundos ( desvio de dinheiros públicos para fins indevidos); Malversar-não dar ( aos fundos que se manejam ) a aplicação a que se destinam.
Ou o que poderemos nós chamar a esta desgovernação Socratianista se não o atirar da pedra ao charco; A pedra é atirada, faz plofff..., e ficará para sempre retida no lodo do charco. A partir daí, achá-la, será como encontrar a agulha no palheiro. Vai-se-nos a paciência....
Parece até daquelas piadas de caserna para rir das antigas revistas Reader's Digest, só que aquelas eram para rir potqur tinham piada. Esta dos 15O.OOO empregos só se for para chorar. E não é daquilo de comer e chorar por mais, é precisamente o contrário.
Faltará só saber se os 7% eram a medida para pedir ajuda que nos sairia muito mais barata, sem P.E.Cs alguns porque não poderá este ex.1º Ministro ( fiz o meu melhor mas o país está pior...), até que enfim lhe retiraram as rédeas do poder..., até que enfim o desmontaram do cavalo do poder...,que já não anda por aí....Terá fugido já às suas responsabilidades?....Vai agora estudar filosofia, será alguma disciplina que tenha passado por cima no tal curso assinado ao domingo e que o mesmo diz ser de engenharia civil?. Ou da graduação em Engenharia Sanitária que ele diz ter, passada por uma Escola Nacional de Saúde Pública. Será que agora uma escola pode passar tal graduação ou isso só poderá ser feito por uma Universidade?. Eis a questão e uma questão bem interessante, mas quem sabe só a dialéptica do pensamento do Materialismo Dialéptico poderá responder, atravéz do Princípio da Pedra Filosofal de quem eles se dizem donos e senhores.
Eu, que fiz um curso Industrial e que já não tenho porque não tratei da papelada até parece, 1989....
Acaba por ser engraçado, ( mas uma graça tipo humor negro daquele do mais pesado, daquele de por na geleira e ir tirando às fatias fininhas devido ao muito poder corrosivo da mesma...) mas governos que se dizem democratas ( dizem-se todos após o 25 de Abril e nós sem saber-mos se em lugar de Democracia temos tido sem o saber outras teorias tais como Timocracia- sistema político onde predominam os ricos e as benesses desses mesmo ricos porquanto as nossas não tem existido até aqui, Malversação- dilapidação de fundos; administrar mal; dilapidar, " Leis injustas são a pior forma de Tirania"-onde ficamos, onde acaba o mar e começa a terra, onde acaba a Democracia e começa tudo isto mas muito longe dela e do tão afirmado Estado de Direito a que dizem pertensemos. A mim pessoalmente tem-me sido difícil visionar tal Estado de Direito, quando vejo tudo isto ao contrário ou seja tudo torto.
Mas deixem-me explicar melhor!; Aqui há muitos anos quando eram ainda usados os rendeiros e os arrendatários passa-se o seguinte diálogo entre dois deles à cerca de mais ou menos cem a trezentos anos passados; O patrão das terras diz para o rendeiro: O mundo está todo ao contrário....
Responde-lhe o rendeiro: Pois está patrão!. Olhe esta questão; tenho duas filhas. Uma solteira e uma casada. A casada não tem filhos e a solteira já me vai com três!. Como vê patrão..., isto está tudo ao contrário mesmo. Quanto mais agora diremos nós?. Isto agora como é vulgo ouvir-se, está pior que Deus nos livre....
E no meio de todas estas jogadas políticas que de certa virou jogo viciado, onde incluiremos a carta dos Direitos Humanos?. São para inglês ver?. São para fazermos-lhes vista grossa?.Passam únicamente a Markting Político donde o essencial é banido prevalecendo o indevido, o incorrecto?.Como pode ter acontecido esta generalização do fenómeno curruptivo?. Saberão os corruptos que a palavra corrupção está ligada a coisa podre, a coisa putrefacta, cancerosa ?. Aconcelho eles a consultar im bom diccionário para não virem depois dizer que ninguém os avisou. Mas será que era nossa obrigação avisá-los, ou era sua obrigação informar-se?. Isto é quase como uns comerem os figos e a outros rebentar-lhes a boca. Ninguém deve pagar em cadeia o crime de outrem. Nem nós os pobres temos nada que pagar as benesses de que os ricos tem auferido até aqui e que megalómanas benesses
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