sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Socriatianismo, ardeu!

O Socratianismo, ardeu,
E o homem, tornou-se, democrata...
Mas com tudo que Portugal perdeu,
Pode bem,ir para o raio-que-o-parta!
II
O povo disse-lhe, agora não!
Por estar da mentira saturado...
De atirar-nos ao Poceirão...
E termos o caldo entornado!
III
Com uma dívida de milhões...
Por tardar no pedido de ajuda,
Inventou PECs e acusações,
Já não há quem lhe acuda!
IV
De nada valeu apagarem escutas!
O povo, deu-lhe o veredito final.
De nada lhe valeram artes astutas...
Que mostrou em telejornal...
V
Estou bem assim, ou não?
Qual é o lado que fico melhor?
Mostrou que dele, na televisão...
Devería-mos esperar...,o pior!
VI
De um Iº Ministro teimoso,
Mais as suas novas tecnologias,
Que parecia andar no goso...
Com tantas e demais tropelias?
VII
Acabou então o seu reinado...
Livrámo-nos dele, até que enfim!
Vai agora, reinar para outro lado,
As trapalhadas chegaram ao fim!

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