segunda-feira, 9 de julho de 2012

Provérbio Mohawk-Só Depois!!!..., de quê???...



" Só depois de abatida a última árvore, só depois de envenenado o último rio, só depois de apanhado o último peixe, só então descobriremos que o dinheiro não se come."
Acorda humanidade!!!..., para que não te suceda como ao "Louva a Deus" que, estando com fome e nada tendo para comer..., come as próprias patas dianteiras. As mãos, que pela posição em que usa pô-las se lhe deve ter dado o nome que se lhe deu. Parece mesmo estar a louvar a Deus..., pela próxima refeição que lhe irá surgir ali mesmo defronte a seu nariz..., alicerçado naquele versículo em que Deus diz..., " Suprirei todas as vossas necessidades!." Ora..., sendo a comida das necessidades mais básicas..., seria normal o bichinho estar em acção de agradecimento pela próxima refeição. Aliás..., nada seria mais natural em quem não tem mais aspirações do que alimentar-se para continuar a viver.
Só que depois..., acaba por morrer de fome por mor de ter devorado as suas armas de caça.

Conta-se uma história do tempo em que os animais falavam que segue assim: Num belo dia um ateu foi passear em plena floresta, apreciando as grandes árvores e o tremendo caudal do rio que a atravessava além de toda a bicharada chilreante que enchia o ar de música quase celestial que enaltece o espírito a quem esteja em desalento. ( Quem não gosta de ouvir os passarinhos nos seus concertos musicais? Todo o mundo em princípio menos os devoradores de passarinhos que gostam mais deles passados pela frigideira...). Não contaria era o nosso amigo ateu que houvessem ursos na dita floresta que tão bela aparecia perante seus olhos. Aconteceu que às páginas tantas, ouve um urro assustador mesmo atrás de si. Volta-se a tentar indagar o que provocaria aquele tanto barulho e o que vê?
Um enorme urso de boca aberta e garras estendidas a tentar desferir-lhe um golpe letal, num ataque que o levaria a deixar de pertencer ao mundo dos vivos, mandando-o para os anjinhos.
Desata então a correr, a fugir com todas as forças e mais algumas que poderia reunir de momento, arrependido já de ter deixado de lado os seus treinos de atletismo, abjurando-se pela ideia parva de se ter lembrado de passear na selva precisamente no dia em que aquele urso pensou em fazer o mesmo e a selva , claro que está mais directa para o urso que para ele... Entre o correr e o fugir, ia ele olhando para trás a ver se se distanciava do terrível urso que a cada momento emitia urros terríveis a seus ouvidos, não vendo a certo ponto uma raiz grande sobressaindo do chão em que ele tropeça e se espalha ao comprido , ficando desse modo ao alcance das terríveis garras e dentadura atroz daquela  fera selvagem e pouco amiga que demonstrava ser naquele terrível e abominável  momento.
Precisamente no instante em que a fera ia desferir sobre a sua cabeça um feroz ataque, arrancando-lha  como que o decepando instantaneamente ou devorando numa dentada grande parte dela..., matando-o à primeira ..., ele, o nosso ateu em causa... e por causa do ataque feroz de um urso alucinado pela fome ou pior ainda por sua ferocidade contra o que acha ser uma invasão não autorizada do seu espaço, quem sabe numa tentativa de uma colonização selvagem..., exclama do fundo mais fundo do seu ser, aterrorizado até mais não e com uma produção de adrenalina que escapa às teses mais científicas: " Valha-me Deus."
Foi então que nesse preciso momento aterrador que o urso em causa ficou estático, imitando aquele jogo das estátuas que as crianças de vez em quando jogam. O curso do rio parou, os passarinhos deixaram o seu chilreio, era como se o mundo tivesse acabado naquele momento em que tudo tivesse deixado de existir...surgindo ao mesmo tempo um raio de luz muito forte que se sobrepunha à luz natural do dia e se faz ouvir uma voz portentosa que diz: " Chamaste por mim homem ateu? Mencionaste por acaso Meu Nome, só porque estás sujeito a um ataque mortal desferido por uma fera selvagem ou será que eventualmente chegaste à hora de te converteres Cristão?
O nosso amigo ateu, vendo abismado que o terrível ataque pelo menos não foi desferido..., mesmo assim, teimoso como são normalmente os ateus, certos de que sabem tudo mas que afinal pouco sabem e por vezes errado o pouco que sabem..., armado ainda de seu muito saber..., do género " Vencido sim  convencido não...", de quem "Não quer dar o braço a torcer...", como se isso se traduzisse em menos valor que lhes possa vir a ser atribuido, diz para Deus: " Não dava para fazeres o urso Cristão em vez de mim???... Não me levem a mal mas este, p'ra burro , também parece só faltarem-lhe as penas. Que pena ele ser assim tão do contra tão do contra que acaba sendo contra si mesmo.
Aí..., ouve-se a voz de Deus dizendo: "Seja feita então a tua vontade! Que o urso se torne Cristão!!!..." ( para que não te sintas mal..., nem te sintas com razões de queixa contra mim e não digas depois que não te ligo nenhuma!..., que faço ouvidos moucos às tuas suplicas em detrimento às tuas necessidades quando digo que " suprirei todas as vossas necessidades"..., mas atenção que isto é em relação aos cristãos e não aos ateus que tem de cozer-se com as linhas que arranjam sem esperarem das minhas. Mais claro que isto não pode haver. É como o "Omo" lavar mais branco e voçes preferirem os "Glutões" da concorrência e depois queixarem-se dos amarelos que ficam nas roupas brancas. Se querem roupas brancas..., terão de obrigatóriamente lavar com "Omo" assim como se querem todas as vossas necessidades supridas..., terão de tornar-se cristãos. Tão fácil quanto isso.
Tão fácil como os Árabes beberem chá quente a fim de matarem a sede no deserto. De qualquer modo, sempre é mais fácil do que arranjarem gelo em pleno deserto. É que mesmo deixando arrefecer o chá..., a temperatura anda sempre à roda dos 50º, sempre pela metade do valor da água entrar em ebulição.
São factos e " contra factos não há argumentos " segundo reza a história e a experiência o demonstra.
Li em tempos um ditado Chinês que dizia assim: " Se queres saber fazer uma coisa certa, pergunta conselhop a três velhos.". Lá esta! São factos que a experiência nos prova não haverem contra eles argumentos. É de certa forma como se dizia no meu tempo de tropa: " A velhice é um posto" que por sinal é mais respeitada em África que na Europa. Em África um velho mesmo não sendo da família directa do indivíduo em causa é respeitado como se o fosse. Basta para isso que tenha atingido determinada idade..., a idade de ser velho. Na Europa parece não se ver disso ou o que vemos antes e pelo contrário são velhos a sofrerem faltas de respeito que de todo podem não merecer...)
Nesse instante a luz que provinha do alto da copa das grandes árvores desapareceu..., o rio voltou de novo a correr..., os passarinhos voltaram ao seu belo chilreio..., toda a selva acordou de novo como se de um momento mágico tivesse saído e o urso, levantando-se nas suas patas trazeiras juntou as suas patas dianteiras como que em oração dizendo o que normalmente dizem certos Cristãos antes das suas refeições, em sinal de agradecimento a Deus por elas, como o fazia o Povo Judeu durante os quarenta anos em que deambulou pelo deserto a caminho da Terra Prometida pelo Maná ( que todos os dias aparecia não se sabe de onde mas que se deduz enviado por Deus para alimento do seu Povo escolhido..., Povo esse que se transformou em toda a humanidade depois da vinda de Jesus Cristo à terra como Seu Representante..., seu Filho Unigénito..., O Salvador da Humanidade isto é..., só e todos aqueles que Nele Acreditarem e o Aceitarem como Seu Senhor e Seu Salvador...) : "Obrigado Deus ou obrigado Pai por esta refeição que me ofertaste neste momento..."
Vai daí e o urso matou o ateu e encheu a barriguinha com a carninha dele que contra toda a lógica e muita estupidez à mistura...,( há quem diga que os ateus são mesmo estúp'dos c'mó caraças...,carago!...há!...,há!..., há!...)  desaproveitou a oportunidade que lhe foi oferecida nesse momento aflitivo para ele..., por Deus.
É de certa forma como se diz que por vezes e às vezes a sorte bate à nossa porta mas como esta se mantém fechada..., a sorte vai-se embora em busca de outra porta que se lhe abra a fim de quem lhe abriu a porta possa beneficiar do facto..., de facto.
Quem nos pode garantir que por vezes ao ajudar-mos alguém conhecido ou mesmo desconhecido, mesmo correndo o risco de ser-mos atraiçoados, de levar-mos quatro coices como reconhecimento..., não poderemos estar a abrir as portas à felicidade, à fortuna e ao bem estar material e não só..., podendo já aqui estar-mos a abrir uma porta para o campo espiritual e que nos mostre ao contrário dos ateus..., que há vida para lá da linha do horizonte?
Houve quem a outros se dedicasse e fosse recompensado por morte destes porque estes acabaram por fazê-los seus herdeiros universais?. Nestes casos..., valeu a pena terem tratado bem quem estava precisado de seus serviços. É que infelizmente existem  muitos mais ainda que, devendo tratar bem os outros, sendo alguns ainda por cima pagos para isso..., os tratam da pior maneira possível. Esses..., merecem como herança um saco roto..., que nada retenha do que se lá ponha.
Conta-se que houve em tempos um reino em que o poço real secou e o rei pediu a seus súbditos que cada um deles lhe trouxasse ao poço do castelo toda a água que pudessem transportar para lá. E se uns o fizeram..., outros houve que levaram uma pequenba jarra com a referida água, como que reinando  ( gozando...) com o pedido do rei se não mesmo com o próprio rei.
A cada um que ia despejando a vasilha de água..., dizia o rei para passarem pela sala do tesouro e encherem dele a vasilha que levaram com água. Está-se mesmo aver a raiva com que ficaram todos aqueles que levaram unicamente e só uma garrafinha da dita. Viram-se trapalhados para conseguirem meter nela todas as jóias que pretendiam levar, arrependidos até à raíz dos cabelos por não terem levado uma vasilha grande, a maior que conseguissem. Se uns receberam de acordo com sua bondade perante o pedido do rei, outros receberam de acordo com o desprezo a que o pedido do rei foi votado.
Assim é a vida por vezes: Por vezes há quem vá por lã e venha de lá tosquiado.
Há aquela revista da " Forbes " que fala dos mais ricos do mundo. Ricos em dinheiro mas por vezes pobres em sabedoria ou seja, aplicaram toda a sua sabedoria só na angariação desse dinheiro por vezes maldito porquanto muitas das vezes conseguido face à miséria e exploração dos outros. Dinheiro muitas vezes vindo da corrupção que graça pelos países causando a desgraça das maiorias. Não foi Almeida Garrett que disse que para fazer ium rico teriam de fazer-se centenas de pobres?
Já li também que com esta e nesta crise




Acorda humanidade!!!..., que o dinheiro não é tudo nesta vida que..., apesar de necessário nada mais é que um mal... Parece filosofia barata mas não o é. Tanto que um dia..., um indivíduo pegou num belo maço de notas grandes e mostrou-as a um amigo dizendo-lhe! Estás a ver? Este é o meu Deus!!!... Só mesmo por ignorância é que não sabia que o diabo ao ouvir isto pregou-lhe logo uma doença em que todo esse dinheiro não chegou para tratar da doença. Foi esse e foi mais aquele que ele não tinha. Bem sei que se diz que "se Deus não é o dinheiro o diabo é a falta dele". Sem dinheiro até os amigos " de Peniche" fogem. Quer queiramos quer não..., é mesmo quando estiver-mos sem ele é que descobriremos os verdadeiros Amigos..., os ou dos que não nos virarem as costas, não mudarem de passeio quando nos virem a caminhar pela mesma rua, não fingirem que não nos viram e esquecerem-se de vez do nosso número de telefone quando antes o sabiam de cor. Este facto não é novo, tem a idade da humanidade, já tem mais barbas que o brande Neto e Costa, já é mais velho que o ...( não posso dizer o resto, ficando esse resto ao alcance de quem saiba o referido ditado ou se para bom entendedor meia palavra basta, encontrará facilmente a palavra que está em falta...) Além disso, se ontem uma vida valia pouco..., vemos hoje em dia uma vida valer cada vez menos e que nem sequer é respeitada como vida em si. Pegamos num jornal diário e ficamos abismados em como o homem pode ser tão besta, tão monstruoso para com a sociedade à qual ele pertence. Minha Mãe sendo analfabeta dizia-me nas suas conversa de seus para cima dos oitenta: " Sabes filho! O homem sem Deus..., é pior que um bicho!"  Digo-vos que estaria enganada porque descobrimos a cada passo de que " O homem sem Deus é pior trinta a sessenta mil vezes ou mais ainda..., pior que um bicho!". Infelizmente o homem contra o outro ou contra a humanidade..., é capaz de tudo e mais alguma coisa ainda! Em certo aspecto até..., dá a impressão de que o homem regrediu no campo social ao tempo anterior ao das cavernas. O homem tornou-se o pior predador do homem mas das piores maneiras e dos piores modos. O homem tem usado e abusado de modos e métodos inumanos contra o outro que tanto pode ser seu próprio irmão como irmão de outro. O homem no seu comportamento para com a humanidade que o sustenta e alimenta tornou-se em bem pior que o urso desta história que vos foi contada. O homem tem-se tornado cada vez mais asqueroso em seu comportamento onde as leis pelas quais se comporta são determinadas por seu " ego ou super-egos defeituosos quer por ordem genética, social ou outras   " a que se tem fechado os olhos como a avestruz em caso de perigo em lugar de se tentar e procurar com honestidade combatê-los. Aliás em certo aspecto também o animal preferido da humanidade tem sido a preguiça que como se sabe..., morreu de sede quando atravessava um rio a nado..., só para não se dar ao trabalho de engolir uns goles de água. Bem sei que isto são histórias da carochinha mas que me servem para tentar mostrar aquilo que pretendo. 
Uma outra de que me lembro de me ter sido contada e que penso valer ser contada de novo diz-nos o seguinte: Ao tempo em que o Japão seria constituído por pequenos reinos houve dele um príncipe que seria tão preguiçoso tão mandrião, que tinham que lhe dar a comida à boca só para ele não ter o trabalho de pegar no garfo ou na colher. Está claro que a herança foi sendo dissipada sem ele se preocupar. ( Parece até que certos ditos pseudo-governantes portugueses se inspiraram em tal figura da história fabulária dada a malversação efectuada em lugar de governação que obrigatóriamente deveria ter sido executada em lugar de executarem económicamente este nobre Povo com um salário mínimo que mais parece que não foi abolida ainda a escravatura. Esta coisa a que tiveram a veleidade de chamar ordenado faz-me recordar meu Amigo dicionário que me diz que..., " O uso do abuso é corrupção! " 






 Bem se diz que a saúde ..., bem mais vale que qualquer muito dinheiro e bem se diz que mais vale uma rica pessoa do que uma pessoa rica. É que a rica pessoa ajuda os mais carenciados enquanto que a pessoa rica os explora o mais que poder na sua ganância, na sua sede de riqueza que não acaba nunca. Quanto mais têm mais querem ou seja..., pudessem eles e cada um deles não se importaria nada em possuir toda a riqueza do Universo, deixando que todos os outros comessem de sua mão. Comessem quer dizer..., comessem pouco e quanto menos melhor. É de bom tom não esquecer-mos de que "Ganância, cobiça, inveja, avareza" são farinha do mesmo saco elástico que à medida que se vai enchendo ele vai dilatando cabendo nele afinal muita coisa que é pertença de outrem.
Há aliás um ditado que não sei se poderei concordar com ele que diz: " Não sirvas a quem serviu não peças a quem pediu." Apesar de haver ricos e ricos quer dizer que nem todos os ricos serão em princípio egoístas mas, desconfio que a maioria sofrerá dessa doença. Veja-se que quando ( o homem dos computadores ...) desafiou os mais ricos do planeta ou só da América a doarem metade da sua fortuna para solidariedade para com os pobres ou mesmo ajuda directa às finanças dos seus países através de novos e especiais impostos. Que reacção tiveram eles? ( "Mâ q'jêto? ( Mas que jeito?...pronúncia Algarvia- Portugal...), disseram em uníssono!  Neste campo o que se encontra mais..., são mesmo impostores que fogem de pagar impostos como o diabo foge da cruz. Por essa razão, foram inventadas as ofshores, o equivalente a bancos piratas para que esses mesmo piratas e sonegadotres fujam ao pagamento devido dos impostos que deveriam pagar e não pagam..., tendo os pobres que os pagar por eles. São grandes capitalistas estes gajos mas..., não são grande coisa. São mesmo os reis da trafulhice, malabaristas do trapézio económico trabalhando sempre com rede por baixo mas só que às vezes surgem uns buracos onde caiem alguns de vez em quando que os põe a braços com a lei a ponto de certos mafiosos ao pé desta espelunca puderem ser considerados cidadãos sérios.) Assobiaram para o lado..., fingindo que não ouviram ou então foi coisa que lhes entrou pelos ouvidos a cem à hora e saiu a duzentos. Há quem duvide se certos ricos não tem uma pedra no lugar do coração, tão insensíveis se mostram alguns perante a desgraça alheia. Se atentar-mos bem á nossa volta, poderemos acabar por ver que certos pobres dividem mais entre si do que certos ricos e há provas de que certos homens que subiram a pulso na vida, tem ajudado mais do que aqueles que terão nascido em berço de oiro e que terão crescido acreditando que o dinheiro ( o dinheiro do paizinho e que por vezes bem roubadinho aos pobrezinhos.
Um caso verídico vos posso contar: Ali, não sei se para os lados de Esmoriz um industrial de fabricação de pipas e de barris grandes e pequenos quer para vinhos ou aguardentes e ainda por cima parece que analfabeto mas não nada burro..., mandou construir casas económicas a fim de alugar a empregados seus  como a outros pobres que lhe fossem bater à porta mas tendo o cuidado de mandar colocar um placar com os seguintes dizeres: " Que ninguém tenha  inveja a Manuel Valente." Quereria quiçá dizer..., quem quizer ter inveja de mim..., que faça igual ou se puder..., faça melhor ainda se é que tem coragem para tal empreendimento a favor de quem mais precisa, que poder ser, quem sabe o valor de maior valia que poderemos deixar quando partirmos para a última viagem. O bom nome que deixá-mos e o bem que conseguimos fazer pelos outros..., principalmente pelos que menos bafejados foram pela sorte ao invés de muitos que..., se pudessem e as leis selvagens o permitissem..., até os dentes lhes arrancariam só com o medo que eles..., os mais necessitados lhes pudessem devorar uma de suas muitas e quaisqueres reses. Para eles..., pobre não pode comer carne. Quando muito..., umas papas de sarrabulho que por acaso são até muitíssimo boas e os ricos nem sabem o que perdem ao negar-se a comê-las..., só porque é comida de pobre. Faz lembrar aquela do célebre humorista Brasileiro, de seu nome JOsé Vasconcelos quando ele disse a outro cara: " Oi cara! Você p'ra burro só estão-lhe faltando as penas!. E o outro contesta: " Mas burro não tem penas!... Então não está-lhe faltando nada..., você já é burro completo!!!... Acreditem numa coisa: A gente pode pensar que rico é todo esperto mas tem muito que só lhe estão faltando mesmo as penas! É que o dinheiro que se saiba..., não compra nem esperteza nem inteligência nem como diz o nosso ditado com que inicia este trabalho, não dá para comer por muitos condimentos que se lhe misturem.
Poderei eventualmente estar enganado mas..., um homem destes é mesmo valente contra a corja de tantos malfeitores que a coberto de leis dúbias..., fazem maior a miséria de quem já nada tem. Quer dizer..., até o pouco que eles tenham lhes é tirado à força de certas leis, que de leis tem só e unicamente nome, porque são comparativamente como que excrementos se comparadas com o teor de justiça.
Quem foi que disse: " Leis injustas são a pior forma de tirania?". É ou não verdade que: "Lex injuste non est lex" ( Lei injusta não é lei...). Poderá estar na constituição como lei. Mas daí a ser lei..., terá que ter um enquadramento geral que lhe retire o teor de injustiça.
Reparem numa coisa: Por alguma razão especial Salomão mandou que fosse dividido ao meio com uma espada a crinça que estava a ser disputada por duas mães. A falsa mãe concordou com a ideia. A MÃE  VERDADEIRA..., disse logo que a ser assim..., melhor seria que a criança em causa fosse entregue à falsa mãe, só para que esta não fosse morta desse modo tão bárbaro. Salomão cuja fama de saber e justiça chegou aos quatro cantos da terra e reparem que não havia naquela época, nem telemóveis nem internet. Mas nem por isso deixou de ser conhecida a sua fama de sabedoria, aliás o que ele pediu a Deus quando Este lhe perguntou o que queria ele que Deus lhe outorgasse. 
Esta coisa de ser considerada como lei, toda a coisa que saia de uma assembleia de uma República, qualquer que seja essa República é um erro maior, normalmente cometido por qualquer ditadura. E se pode ser considerado normal numa ditadura..., já passa a ser aberrativo numa Democracia que se quer fazer aceitar como Estado de Direito. Aí..., não sei se poderemos considerar tal coisa, tal pseudo-lei, como crime "Lesa Pátria". Reconsideremos e tenhamos a hombridade de só considerar-mos como lei, todo o artigo e alínea depois e só depois...,de lhes ter sido retirado a injustiça que possam conter.
 Por acaso não disse o nosso Almeida Garrett que para se fazer um rico teriam de fazer-se primeiro centenas de pobres? Quer a gente queira quer não queira..., a riqueza existe tendo por base a exploração dos outros. Aliás..., por alguma razão está escrito que " É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar nos céus." ( Não seria bem um camelo que deveria estar nesse versículo mas sim " Uma corda grossa". "Penso eu de que"... e penso não estar em erro que essa do camelo vem do facto do camelo do tradutor só lhe faltarem também as penas..., porque das palavras gregas " Kamilos e Kamélos " que querem dizer ao mesmo tempo " Camelo e Corda grossa...", ( corda normal em grego parece ser Kordé...será?...) este tradutor escolheu a palavra errada. Em princípio o versículo deveria dizer...: " É mais fácil uma corda passar pelo fundo de uma agulha...).
Conheço determinado indivíduo que normalmente se sai com esta expressão: " Não me dou com pobres que eles nunca tem uma moeda para me darem.". Coitado dele porque se a fosse pedir a certos ricos, o que poderia suceder-lhe ainda era eles atiçarem,-lhe os cães da sua vivenda de luxo, que lhe rasgariam a roupa e a pele e quem sabe na pior das hipóteses acabassem por o matar, acabando ele ainda por cima a servir de refeição aos caninos. É certo que estarei a exagerar um pedacito mas que me dizem a um indivíduo que vai a casa do patrão a fim de receber o ordenado e este em lugar de lhe pagar dá-lhe um tiro de pistola matando-o mesmo ali. Terá acontecido há uns anos ali para os lados se não mesmo na cidade do Porto. recentemente outro que foi para receber o ordenado que estaria em falta a casa do patrão e este e mais dois sobrinhos manietam-no e levando-o para um lugar ermo..., agridem-no selvaticamente deixando-o para ali abandonado?
Contaram-me aqui há tempos uma história tida como verdadeira: Andava em tempos um pobre a pedir e foi a casa de uma senhora rica que lhe deu um naco de pão. Só que o problema é que o dito pão era rijo que nem uma pedra por estar há já muito tempo na arca .



Já sei..., estou mesmo a imaginar muitos contestando esta realidade mas... e há sempre um mas desconhecido..., permitam-me contar-vos algo que aconteceu a certo indivíduo que como muitos de nós..., dá um valor exagerado a esse gajo. É isso aí mesmo..., o dinheiro não passa de um gajo sem princípios, que atropela tudo e todos a fim de querer mostrar-se rei. E o pior dos males da humanidade é que desde sempre encontrou muitos adeptos e voluntários prontos a servi-lo e actuando sem quaisquer escrúpulos para com o próximo.
Apesar de também se dizer que " O dinheiro não é rei mas o diabo é a falta dele ", como irei tentar demonstrar, o dinheiro não pode ser tudo na vida, porque muitas coisas há que, não o parecendo são efectivamente muito mais importantes que esse gajo como já o rotulei, em S.F. que seja e uma delas tem que ser mesmo a saúde, que muita gente a bem da verdade o reconhece, principalmente daqueles que tiveram a oportunidade de chegar a uma idade já avançada.
Tem o Povo Chinês um provérbio que se adapta muito bem neste sentido: " Se queres saber fazer uma coisa certa, pergunta conselho a três velhos." E por falar em velhos, estava um dia um velho Japonês para iniciar a sua última viagem







































































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